Políticas de morte para corpos sem lei: travestis e homens e mulheres transexuais da invisibilidade da vida ao descaso na morte

This thesis aims at discussing how the State have been establishing new ways of killing and dying, bespeaking a direct choice both of those who should live and those who should be vulnerable. The control of bodies and lives has become a project of which many social groups, among them LGBTT+, have be...

Nível de Acesso:openAccess
Publication Date:2019
Main Author: Silva, Fábio Mariano da lattes
Orientador/a: Garcia, Carla Cristina
Format: Tese
Language:por
Published: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais
Department: Faculdade de Ciências Sociais
Assuntos em Português:
Assuntos em Inglês:
Áreas de Conhecimento:
Online Access:https://tede2.pucsp.br/handle/handle/22139
Citação:Silva , Fábio Mariano da. Políticas de morte para corpos sem lei: travestis e homens e mulheres transexuais da invisibilidade da vida ao descaso na morte. 2019. 131 f. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) - Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2019.
Resumo Português:Esta tese tem como objetivo discutir de que maneira o Estado tem estabelecido novas formas de matar e morrer, para isto, evidenciando uma escolha que incide diretamente sob aqueles que devem viver, ainda que sejam vulnerabilizados. O controle de corpos e vidas se tornou um projeto da qual muitos grupos sociais, entre eles, LGBTT+, tem sido objeto, mas, especificamente, travestis e homens e mulheres transexuais tornam-se alvos prioritários. Concordamos que instituições como o Direito, a Política, a Medicina e outras, tem criado narrativas e formas de estabelecer as Políticas de Morte, sob o aparato estatal, de maneira a impossibilitar a existência e a constituição de desses sujeitos políticos
Resumo inglês:This thesis aims at discussing how the State have been establishing new ways of killing and dying, bespeaking a direct choice both of those who should live and those who should be vulnerable. The control of bodies and lives has become a project of which many social groups, among them LGBTT+, have been an object, although specifically transgender are in this matter the main targets. We agree that institutions such as the Law, Politics, Medicine and others have been committal in creating narratives and ways of establishing a Politics of Death — thusly undermining, under the endorsement of the State, the possibility of existence and constitution of these political subjects