"Exclusivamente feminino": Materializa??o cotidiana do g?nero por "garotas de programa"

Les interpr?tations pr?sentes dans l'imaginaire social au sujet de la prostitution des femmes, assument que dans un "normal" aucune femme ne choisirait ce travail. Ici, je vois les call girls comme des transgresseuses de la f?minit? entendue comme une convention de comportement en mat...

Nível de Acesso:openAccess
Publication Date:2013
Main Author: Mendon?a, Silvia Beatriz lattes
Orientador/a: Ribeiro, Fernanda Bittencourt lattes
Format: Dissertação
Language:por
Published: Pontif?cia Universidade Cat?lica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de P?s-Gradua??o em Ci?ncias Sociais
Department: Faculdade de Filosofia e Ci?ncias Humanas
Assuntos em Português:
Áreas de Conhecimento:
Online Access:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/4714
Citação:MENDON?A, Silvia Beatriz. "Exclusivamente feminino : materializa??o cotidiana do g?nero por "garotas de programa". 2013. 99 f. Disserta??o (Mestrado em Ci?ncias Sociais) - Pontif?cia Universidade Cat?lica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013.
Resumo Português:As interpreta??es presentes no imagin?rio social acerca da prostitui??o de mulheres entendem que dentro de uma normalidade nenhuma mulher escolheria esse trabalho. Aqui, entendo as garotas de programa como transgressoras da feminilidade como conven??o de comportamento quanto ? sexualidade por exercerem a prostitui??o. Verifiquei a partir de etnografia realizada em um sal?o de beleza situado em uma ?rea da cidade conhecida como sendo de prostitui??o e de entrevistas semiestruturadas realizadas com garotas de programa que estas se definem n?o apenas pela identidade social profissional, mas tamb?m pela realiza??o de v?rios pap?is sociais e pela circula??o em diversos espa?os sociais. Verifiquei ainda que os procedimentos est?ticos realizados por garotas de programa podem ser entendidos como uma materializa??o do g?nero feminino e que este processo apresenta-se como necess?rio ao exerc?cio bem sucedido da prostitui??o. O que as torna reprodutoras, al?m de transgressoras, da ideia de feminilidade.