Apicultura como geração de renda e inserção social: análise do arranjo produtivo local apicultura no sertão alagoano

Este estudo tem por base o desenvolvimento de aglomerações locais como modelo adequado à promoção de geração de renda e inserção social em regiões economicamente deprimidas, considerando a inovação e competitividade sob ótica local. Esse enfoque surge como alternativa ao modelo adotado no Brasil bas...

Nível de Acesso:openAccess
Publication Date:2008
Main Author: DANIEL NETO, José
Orientador/a: SICSU, Abraham Benzaquen
Format: Dissertação
Language:por
Published: Universidade Federal de Pernambuco
Assuntos em Português:
APL
Online Access:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5265
Citação:Daniel Neto, José; Benzaquen Sicsu, Abraham. Apicultura como geração de renda e inserção social: análise do arranjo produtivo local apicultura no sertão alagoano. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Resumo Português:Este estudo tem por base o desenvolvimento de aglomerações locais como modelo adequado à promoção de geração de renda e inserção social em regiões economicamente deprimidas, considerando a inovação e competitividade sob ótica local. Esse enfoque surge como alternativa ao modelo adotado no Brasil baseado na teoria dos pólos de desenvolvimento. O foco na apicultura é decorrente de suas características propícias para o desenvolvimento sustentável e pelo caráter associativo, sendo uma atividade economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta. O estudo do caso selecionado, ainda que não consolidado como APL, demonstrou a viabilidade do modelo com ênfase no desenvolvimento regional e local, com possibilidades concretas de geração de renda e inserção social, porém, com um longo caminho a ser percorrido, eivado de problemas sob diversos aspectos: de ordem produtiva, de financiamento, de associativismo, etc., além daqueles inerentes ao meio ambiente. A eficiência e eficácia das ações para o desenvolvimento de arranjos produtivos dependem, em grande parte da simetria das ações dos agentes envolvidos. A intervenção do Estado é observada como fundamental para a indução à geração de renda e inclusão social, sem a qual as regiões de baixo desenvolvimento continuarão estagnadas