Determina??o voltam?trica de estriol em formula??o farmac?utica e urina utilizando um eletrodo de carbono v?treo modificado com um filme de poli(metionina) e cobalto

O estriol (C18H24O3, denominado E3) ? o principal esteroide estrog?nico produzido na gravidez. O uso do estriol ? comum para o tratamento da menopausa como alternativa ao 17?- estradiol, estrona ou a uma combina??o destes dois f?rmacos. O principal objetivo deste trabalho foi estudar o perfil voltam...

Nível de Acesso:openAccess
Publication Date:2017
Main Author: Gomes, Eliziana Santana
Orientador/a: Malagutti, Andr?a Renata
Format: Dissertação
Language:por
Published: UFVJM
Online Access:http://acervo.ufvjm.edu.br/jspui/handle/1/1735
Citação:GOMES, Eliziana Santana. Determina??o voltam?trica de estriol em formula??o farmac?utica e urina utilizando um eletrodo de carbono v?treo modificado com um filme de poli(metionina) e cobalto. 2017. 101 p. Disserta??o (Mestrado) ? Programa de P?s-gradua??o em Ci?ncias Farmac?uticas, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, 2017.
Resumo Português:O estriol (C18H24O3, denominado E3) ? o principal esteroide estrog?nico produzido na gravidez. O uso do estriol ? comum para o tratamento da menopausa como alternativa ao 17?- estradiol, estrona ou a uma combina??o destes dois f?rmacos. O principal objetivo deste trabalho foi estudar o perfil voltam?trico do estriol utilizando a voltametria c?clica e desenvolver uma metodologia para a sua determina??o em comprimidos e urina utilizando a voltametria de pulso diferencial (DPV) e o eletrodo de carbono v?treo modificado com um filme de polimetionina e cobalto. Os resultados mostraram que em solu??o de tamp?o fosfato a 0,1 mol L-1 (pH 7,0) o E3 oxidou irreversivelmente no potencial de +0,58V, apresentando uma boa defini??o do pico. A curva anal?tica para o E3 foi linear no intervalo de concentra??o de 0,60 ?mol L-1 ? 4,76 ?mol L-1 (R2 = 0,996) e 5,66 ?mol L-1 ? 9,90 ?mol L-1 (R2 = 0,994), com limites de detec??o e de quantifica??o iguais a 3,40x10-8 mol L-1 e 1,13 x 10-7 mol L-1, respectivamente. A precis?o foi avaliada atrav?s de an?lises voltam?tricas do estriol realizadas em um mesmo dia e em dias diferentes e apresentaram desvios padr?es relativos (RSD) inferiores a 5,0%, mostrando que o m?todo desenvolvido ? preciso. Os estudos sobre interferentes mostraram que as subst?ncias presentes nas amostras de comprimido (lactose, estearato de magn?sio e amido) ou urina (?cido ?rico, ?cido asc?rbico e ?cido c?trico) n?o interferiram de maneira significativa na determina??o do E3. Al?m disso, o m?todo desenvolvido foi comparado estatisticamente com um m?todo citado na farmacop?ia atrav?s do teste-t e do teste-F. Os resultados mostraram que os valores de t e F calculados foram menores do que os valores de t e F cr?ticos, indicando que n?o houve diferen?a estat?stica significativa entre os m?todos. A exatid?o do m?todo foi avaliada tamb?m por estudos de adi??o e recupera??o. As recupera??es do E3 variaram de 97,7 ? 100,9% para a formula??o farmac?utica e 99,0 ? 100,9% para a urina, indicando que n?o houve efeitos de interfer?ncia de matriz significativos e que o m?todo apresenta boa exatid?o. Desta forma, a valida??o da metodologia desenvolvida demonstrou que o m?todo proposto pode ser aplicado com sucesso na determina??o do E3 em medicamentos e urina humana.