Vacinação Infantil em Municípios de Fronteira do Mato Grosso do Sul: análise temporal da cobertura vacinal e da homogeneidade
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Ao longo dos séculos, a vacinação tem-se consolidado devido aos notáveis resultados demonstrados em nível mundial na Saúde Pública, com impacto considerável na morbimortalidade por doenças infecciosas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma cobertura vacinal (CV) de pelo menos 90% para manter a erradicação, eliminação ou controle de doenças preveníveis por vacinação. Mesmo com tantas evidências científicas que comprovam a eficácia da vacinação, observou-se, nos últimos anos, um aumento da hesitação vacinal, particularmente relacionado à propagação de movimentos contrários à imunização. Os riscos em regiões de faixa de fronteira, especialmente nas cidades gêmeas, tornam-se ainda mais evidentes devido ao elevado fluxo de populações flutuantes. Objetiva-se analisar as tendências temporais das coberturas vacinais em crianças de 0 a 12 meses de idade, para todas as vacinas indicadas para essa faixa etária e oferecidas pelo SUS, e a homogeneidade nos municípios do estado do Mato Grosso do Sul (MS), no período de 2010 a 2021, avaliando diferenças entre municípios de fronteira internacional e os outros municípios do estado. Utilizamos um estudo ecológico analítico com abordagem temporal, baseado em dois indicadores de imunização: homogeneidade e cobertura vacinal. Os municípios foram classificados nos grupos: faixa de fronteira, cidades gêmeas e outros municípios do estado. Gráficos de colunas e de linhas foram utilizados para comparar os indicadores ao longo do período Foram ainda ajustados modelos aditivos com a CV como variável resposta e o grupo de municípios como variável independente. Para acomodar a tendência temporal da CV, foi adicionada uma função suave no ano de notificação. Com isso os resultados demonstraram que a meta de 70% de homogeneidade das coberturas vacinais foi atingida apenas entre 2013 e 2015 no estado, para todos os imunobiológicos avaliados, exceto para Febre Amarela em 2015 (63,3%). A partir de 2016, verificou-se uma queda acentuada no nível de homogeneidade. Em média, foi observada uma CV menor tanto nos municípios de faixa de fronteira quanto nas cidades gêmeas, em comparação com os municípios não fronteiriços para todas as vacinas, exceto para BCG. Assim, os resultados obtidos corroboram a hipótese de que a CV na região de fronteira está abaixo do preconizado, ressaltando a importância da vigilância nessa região por se tratar de uma porta de entrada para a disseminação de doenças no país. |
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Carvalho, Milleny Sutier deSimões, Taynãna César.Nobre, Aline Araújo2024-12-16T13:30:38Z2024-12-16T13:30:38Z2024CARVALHO, Milleny Sutier de. Vacinação Infantil em Municípios de Fronteira do Mato Grosso do Sul: análise temporal da cobertura vacinal e da homogeneidade. 2024. 69 f. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2024.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/67606Ao longo dos séculos, a vacinação tem-se consolidado devido aos notáveis resultados demonstrados em nível mundial na Saúde Pública, com impacto considerável na morbimortalidade por doenças infecciosas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma cobertura vacinal (CV) de pelo menos 90% para manter a erradicação, eliminação ou controle de doenças preveníveis por vacinação. Mesmo com tantas evidências científicas que comprovam a eficácia da vacinação, observou-se, nos últimos anos, um aumento da hesitação vacinal, particularmente relacionado à propagação de movimentos contrários à imunização. Os riscos em regiões de faixa de fronteira, especialmente nas cidades gêmeas, tornam-se ainda mais evidentes devido ao elevado fluxo de populações flutuantes. Objetiva-se analisar as tendências temporais das coberturas vacinais em crianças de 0 a 12 meses de idade, para todas as vacinas indicadas para essa faixa etária e oferecidas pelo SUS, e a homogeneidade nos municípios do estado do Mato Grosso do Sul (MS), no período de 2010 a 2021, avaliando diferenças entre municípios de fronteira internacional e os outros municípios do estado. Utilizamos um estudo ecológico analítico com abordagem temporal, baseado em dois indicadores de imunização: homogeneidade e cobertura vacinal. Os municípios foram classificados nos grupos: faixa de fronteira, cidades gêmeas e outros municípios do estado. Gráficos de colunas e de linhas foram utilizados para comparar os indicadores ao longo do período Foram ainda ajustados modelos aditivos com a CV como variável resposta e o grupo de municípios como variável independente. Para acomodar a tendência temporal da CV, foi adicionada uma função suave no ano de notificação. Com isso os resultados demonstraram que a meta de 70% de homogeneidade das coberturas vacinais foi atingida apenas entre 2013 e 2015 no estado, para todos os imunobiológicos avaliados, exceto para Febre Amarela em 2015 (63,3%). A partir de 2016, verificou-se uma queda acentuada no nível de homogeneidade. Em média, foi observada uma CV menor tanto nos municípios de faixa de fronteira quanto nas cidades gêmeas, em comparação com os municípios não fronteiriços para todas as vacinas, exceto para BCG. Assim, os resultados obtidos corroboram a hipótese de que a CV na região de fronteira está abaixo do preconizado, ressaltando a importância da vigilância nessa região por se tratar de uma porta de entrada para a disseminação de doenças no país.Over the centuries, vaccination has become established due to the remarkable results demonstrated globally in Public Health, with a significant impact on the morbidity and mortality of infectious diseases. The World Health Organization (WHO) recommends a vaccination coverage (VC) of at least 90% to maintain the eradication, elimination, or control of vaccine-preventable diseases. Despite numerous scientific evidences proving the effectiveness of vaccination, there has been an increase in vaccine hesitancy in recent years, particularly related to the spread of anti-immunization movements. Risks in border regions, especially in twin cities, become even more evident due to the high flow of transient populations. This study aims to analyze the temporal trends in vaccination coverage for children aged 0 to 12 months, for all vaccines recommended for this age group and provided by the SUS, and the homogeneity in municipalities of the state of Mato Grosso do Sul (MS) from 2010 to 2021, evaluating differences between municipalities at international borders and other municipalities in the state. We used an analytical ecological study with a temporal approach, based on two immunization indicators: homogeneity and vaccination coverage. The municipalities were classified into groups: border area, twin cities, and other municipalities in the state. Column and line graphs were used to compare the indicators over time Additive models were also adjusted with VC as the response variable and the group of municipalities as the independent variable. To accommodate the temporal trend of VC, a smooth function was added in the notification year. The results showed that the target of 70% homogeneity in vaccination coverage was achieved only between 2013 and 2015 in the state, for all assessed immunobiologicals, except for Yellow Fever in 2015 (63.3%). From 2016 onwards, there was a sharp decline in the level of homogeneity. On average, a lower VC was observed both in border municipalities and twin cities, compared to non-border municipalities for all vaccines except BCG. Thus, the results support the hypothesis that VC in the border region is below the recommended level, highlighting the importance of surveillance in this area as it is a gateway for the spread of diseases in the country.Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porVacinaçãoCobertura VacinalHomogeneidadeFronteirasVaccinationVaccination CoverageHomogeneityBordersCobertura VacinalÁreas de FronteiraSaúde da PopulaçãoProgramas de ImunizaçãoEstudos EcológicosAnálise Espaço-TemporalVaccinationVaccination CoverageBordersVacinaçãoVacinação Infantil em Municípios de Fronteira do Mato Grosso do Sul: análise temporal da cobertura vacinal e da homogeneidadeChildren's vaccination in border municipalities of Mato Grosso do Sul: temporal analysis of vaccination coverage and homogeneityinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024-01-30Escola Nacional de Saúde Pública Sergio AroucaFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de Janeiro/RJPrograma de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Públicainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/303401ea-ec04-49ba-b850-3cfccd62dc60/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALmilleny_sutier_carvalho_ensp_mest_2024.pdfapplication/pdf1862970https://arca.fiocruz.br/bitstreams/6f445267-3904-4cda-99c0-6075c54e2b3a/download363e5c52a11caa914504b6af7fb51fffMD52trueAnonymousREADTEXTmilleny_sutier_carvalho_ensp_mest_2024.pdf.txtmilleny_sutier_carvalho_ensp_mest_2024.pdf.txtExtracted texttext/plain103139https://arca.fiocruz.br/bitstreams/52fb97c6-6b16-40c1-abb7-12b4b02f4cd4/downloadd41f5bca9210a6a8e198b4e322996624MD511falseAnonymousREADTHUMBNAILmilleny_sutier_carvalho_ensp_mest_2024.pdf.jpgmilleny_sutier_carvalho_ensp_mest_2024.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg12346https://arca.fiocruz.br/bitstreams/1898a8e8-c5e8-4c06-b33d-e0af808a90ed/downloadaacd09d0baf2067f85dc31da9855b425MD512falseAnonymousREADicict/676062025-12-11 08:34:50.947open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/67606https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:34:50Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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