Desenvolvimento e validação de equações e índices para a determinação da gordura corporal relativa, em militares brasileiros, a partir de medidas antropométricas
| Ano de defesa: | 2008 |
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| Link de acesso: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/4549 |
Resumo: | A quantidade e a distribuição de gordura têm sido associadas, com sucesso, a vários fatores de risco. Existe uma forte correlação entre a quantidade de gordura subcutânea e a resistência à insulina e ainda, o seu acúmulo na região central do corpo foiconsiderado, como um preditor de doença cardiovascular. A fim de se quantificar a gordura corporal e a sua distribuição, este estudo se propôsa desenvolver e validar equações e índices a partir de variáveis antropométricas de simples medidas.Com intuito de atender os objetivos do estudo, foi realizada uma análise dasequações nacionais desenvolvidas até o presente momento. Em segundo lugar, foram levantadas as características antropométricas dos sujeitos do estudo. Em terceiro lugar, foram desenvolvidas e validadas, equações para a estimativa da porcentagem de gordura para homens e mulheres militares brasileiros. Em um quarto momento, foi desenvolvidoe validado o Índice Indicativo de Gordura Corporal (IGC), para homens e mulheres militares. Participaram do estudo, 400 militares brasileiros, saudáveis e fisicamente ativos, oriundos de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 34,50 mais ou menos 10,39 anos, massa corporal (MC) de 79,66 mais ou menos 13,32 kg, estatura (EST) de 175,74 mais ou menos 7,06 cm, porcentagem de gordura (por cento G) de 16,91 mais ou menos 7,52, perímetro abdominal umbilical (PABDO, sugestão, PABU) 89,44 mais ou menos 10,81 cm e, 250 militares brasileiras, sendo todas saudáveis e fisicamente ativas, oriundas de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 29,45 mais ou menos 6,53 anos, Massa Corporal (MC) de 59,49 mais ou menos 7,48 kg, Estatura(EST) de 164,30 mais ou menos 5,67 cm e Porcentagem de Gordura ( por cento G) de 22,77 mais ou menos 6,26. Após a definição das características antropométricas dos sujeitos, desenvolveu-se e validou-se equações generalizadas para homens militares brasileiros, a partir de variáveis antropométricas e o resultado foi a estimativa da por cento G = 0,061(ID) +16,002(PABDO ou PABU, cm ou metros?)1/2 - 5,056(MC)1/2 - 91,222, com R=0,859 e EPE=3,84. Desenvolveu-se também equações generalizadas para a estimativa da porcentagem degordura de militares brasileiros independente de gênero. A Equação desenvolvida foi : por cento G = 16,370(G) + 0,663(PABDO ou PABU / PCINT) 0,001(MC)2 + 0,100(ID) 0,088(EST metros ou cm) 41,84, com R=0,835 e EPE=4,11 . Esta equação deve ser utilizada tanto para homens, como, também, para mulheres militares, tento-se o cuidado de quando for aplicada em homens, usar o PABDO e G = 1 e para mulheres, o PCINT e G = 2.E por fim, foram desenvolvidos Índices Indicativos de Gordura Corporal (IGC),para homens e mulheres militares, separadamente. Para os homens IGCM = 0,004 (PABDO)2 0,036 (MC) 13,862 / EST (metros) e para as mulheres IGCF = 0,002 (MC)2 + 0,379 (PCINT) -20,229 /EST (metros). Após o desenvolvimento das equações e índices, realizou-se a análise da correlação entre a por cento G, os IGC desenvolvidos, o IMC, e o Índice de Conicidade (IC) com os Parâmetros Antropométricos e Bioquímicos Estimadores da Síndrome Meólica, emtropas do contigente de Paz da ONU nos anos de 2005 e 2008. O resultado das correlações mostrou que os IGC desenvolvidos se relacionaram melhor com a por cento G (estimada), com os estimadores da síndrome meólica e com o resultado do teste de Cooper (12 Min), do que o IMC e o IC, nos sujeitos avaliados. Apesar de se ter desenvolvido equações e índices para uso em militares brasileiros, pode haver o caso de pessoas e/ou grupos, não enquadrados nas características antropométricas do grupo que gerou os modelos, desejarem usá-las. Neste caso, deverá ser realizada a validação estatística dos modelos desenvolvidos, para posterior utilização. Este procedimento ajusta o modelo de regressão para o grupo que o utilizará e diminuirá, consideravelmente, os erros dos resultados. |
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Salem, MarceloWaissmann, William2012-09-05T18:24:12Z2012-09-05T18:24:12Z2008SALEM, Marcelo. Desenvolvimento e validação de equações e índices para a determinação da gordura corporal relativa, em militares brasileiros, a partir de medidas antropométricas. 2008. 104 p. Tese (Doutorado em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2008.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/4549A quantidade e a distribuição de gordura têm sido associadas, com sucesso, a vários fatores de risco. Existe uma forte correlação entre a quantidade de gordura subcutânea e a resistência à insulina e ainda, o seu acúmulo na região central do corpo foiconsiderado, como um preditor de doença cardiovascular. A fim de se quantificar a gordura corporal e a sua distribuição, este estudo se propôsa desenvolver e validar equações e índices a partir de variáveis antropométricas de simples medidas.Com intuito de atender os objetivos do estudo, foi realizada uma análise dasequações nacionais desenvolvidas até o presente momento. Em segundo lugar, foram levantadas as características antropométricas dos sujeitos do estudo. Em terceiro lugar, foram desenvolvidas e validadas, equações para a estimativa da porcentagem de gordura para homens e mulheres militares brasileiros. Em um quarto momento, foi desenvolvidoe validado o Índice Indicativo de Gordura Corporal (IGC), para homens e mulheres militares. Participaram do estudo, 400 militares brasileiros, saudáveis e fisicamente ativos, oriundos de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 34,50 mais ou menos 10,39 anos, massa corporal (MC) de 79,66 mais ou menos 13,32 kg, estatura (EST) de 175,74 mais ou menos 7,06 cm, porcentagem de gordura (por cento G) de 16,91 mais ou menos 7,52, perímetro abdominal umbilical (PABDO, sugestão, PABU) 89,44 mais ou menos 10,81 cm e, 250 militares brasileiras, sendo todas saudáveis e fisicamente ativas, oriundas de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 29,45 mais ou menos 6,53 anos, Massa Corporal (MC) de 59,49 mais ou menos 7,48 kg, Estatura(EST) de 164,30 mais ou menos 5,67 cm e Porcentagem de Gordura ( por cento G) de 22,77 mais ou menos 6,26. 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Para os homens IGCM = 0,004 (PABDO)2 0,036 (MC) 13,862 / EST (metros) e para as mulheres IGCF = 0,002 (MC)2 + 0,379 (PCINT) -20,229 /EST (metros). Após o desenvolvimento das equações e índices, realizou-se a análise da correlação entre a por cento G, os IGC desenvolvidos, o IMC, e o Índice de Conicidade (IC) com os Parâmetros Antropométricos e Bioquímicos Estimadores da Síndrome Meólica, emtropas do contigente de Paz da ONU nos anos de 2005 e 2008. O resultado das correlações mostrou que os IGC desenvolvidos se relacionaram melhor com a por cento G (estimada), com os estimadores da síndrome meólica e com o resultado do teste de Cooper (12 Min), do que o IMC e o IC, nos sujeitos avaliados. Apesar de se ter desenvolvido equações e índices para uso em militares brasileiros, pode haver o caso de pessoas e/ou grupos, não enquadrados nas características antropométricas do grupo que gerou os modelos, desejarem usá-las. Neste caso, deverá ser realizada a validação estatística dos modelos desenvolvidos, para posterior utilização. Este procedimento ajusta o modelo de regressão para o grupo que o utilizará e diminuirá, consideravelmente, os erros dos resultados.Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. 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A quantidade e a distribuição de gordura têm sido associadas, com sucesso, a vários fatores de risco. Existe uma forte correlação entre a quantidade de gordura subcutânea e a resistência à insulina e ainda, o seu acúmulo na região central do corpo foiconsiderado, como um preditor de doença cardiovascular. A fim de se quantificar a gordura corporal e a sua distribuição, este estudo se propôsa desenvolver e validar equações e índices a partir de variáveis antropométricas de simples medidas.Com intuito de atender os objetivos do estudo, foi realizada uma análise dasequações nacionais desenvolvidas até o presente momento. Em segundo lugar, foram levantadas as características antropométricas dos sujeitos do estudo. Em terceiro lugar, foram desenvolvidas e validadas, equações para a estimativa da porcentagem de gordura para homens e mulheres militares brasileiros. Em um quarto momento, foi desenvolvidoe validado o Índice Indicativo de Gordura Corporal (IGC), para homens e mulheres militares. Participaram do estudo, 400 militares brasileiros, saudáveis e fisicamente ativos, oriundos de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 34,50 mais ou menos 10,39 anos, massa corporal (MC) de 79,66 mais ou menos 13,32 kg, estatura (EST) de 175,74 mais ou menos 7,06 cm, porcentagem de gordura (por cento G) de 16,91 mais ou menos 7,52, perímetro abdominal umbilical (PABDO, sugestão, PABU) 89,44 mais ou menos 10,81 cm e, 250 militares brasileiras, sendo todas saudáveis e fisicamente ativas, oriundas de todas as regiões do Brasil, com médias de idade (ID) de 29,45 mais ou menos 6,53 anos, Massa Corporal (MC) de 59,49 mais ou menos 7,48 kg, Estatura(EST) de 164,30 mais ou menos 5,67 cm e Porcentagem de Gordura ( por cento G) de 22,77 mais ou menos 6,26. Após a definição das características antropométricas dos sujeitos, desenvolveu-se e validou-se equações generalizadas para homens militares brasileiros, a partir de variáveis antropométricas e o resultado foi a estimativa da por cento G = 0,061(ID) +16,002(PABDO ou PABU, cm ou metros?)1/2 - 5,056(MC)1/2 - 91,222, com R=0,859 e EPE=3,84. Desenvolveu-se também equações generalizadas para a estimativa da porcentagem degordura de militares brasileiros independente de gênero. A Equação desenvolvida foi : por cento G = 16,370(G) + 0,663(PABDO ou PABU / PCINT) 0,001(MC)2 + 0,100(ID) 0,088(EST metros ou cm) 41,84, com R=0,835 e EPE=4,11 . Esta equação deve ser utilizada tanto para homens, como, também, para mulheres militares, tento-se o cuidado de quando for aplicada em homens, usar o PABDO e G = 1 e para mulheres, o PCINT e G = 2.E por fim, foram desenvolvidos Índices Indicativos de Gordura Corporal (IGC),para homens e mulheres militares, separadamente. Para os homens IGCM = 0,004 (PABDO)2 0,036 (MC) 13,862 / EST (metros) e para as mulheres IGCF = 0,002 (MC)2 + 0,379 (PCINT) -20,229 /EST (metros). Após o desenvolvimento das equações e índices, realizou-se a análise da correlação entre a por cento G, os IGC desenvolvidos, o IMC, e o Índice de Conicidade (IC) com os Parâmetros Antropométricos e Bioquímicos Estimadores da Síndrome Meólica, emtropas do contigente de Paz da ONU nos anos de 2005 e 2008. O resultado das correlações mostrou que os IGC desenvolvidos se relacionaram melhor com a por cento G (estimada), com os estimadores da síndrome meólica e com o resultado do teste de Cooper (12 Min), do que o IMC e o IC, nos sujeitos avaliados. Apesar de se ter desenvolvido equações e índices para uso em militares brasileiros, pode haver o caso de pessoas e/ou grupos, não enquadrados nas características antropométricas do grupo que gerou os modelos, desejarem usá-las. Neste caso, deverá ser realizada a validação estatística dos modelos desenvolvidos, para posterior utilização. Este procedimento ajusta o modelo de regressão para o grupo que o utilizará e diminuirá, consideravelmente, os erros dos resultados. |
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Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
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