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Prevalência de anquiloglossia em recém-nascidos pré-termo em uma unidade neonatal

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Gonçalves, Izabella Christina Lemos
Orientador(a): Rocha, Adriana
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/71992
Resumo: A anquiloglossia é uma anomalia congênita no qual o bebê nasce com um frênulo lingual anormalmente curto e/ou espesso que pode limitar o movimento da língua até certo ponto, dependendo em seu comprimento, elasticidade e ponto de inserção. Recentemente a anquiloglossia tem sido associada com dificuldades com a amamentação. Os estudos têm mostrado valores de prevalência para a anquiloglossia que variam de 0,1% a 12%. Tal variação possivelmente se deve à falta de consenso nos critérios diagnósticos. Os estudos publicados referem-se aos dados de bebês nascidos a termo, deixando uma lacuna no que se refere aos recém-nascidos pré-termo, que é de extrema importância, uma vez que eles já apresentam dificuldades inerentes à prematuridade e a presença de uma anquiloglossia pode aumentar a possibilidade de desmame. Objetivo: fazer um levantamento da prevalência de anquiloglossia em recém-nascidos pré-termo. Metodologia: Foram incluídos no estudo recém-nascidos com idade gestacional menor ou igual a 33 semanas internados na unidade neonatal. Foram excluídos recém-nascidos com malformações de cabeça e pescoço, malformações múltiplas, portadores de síndromes, que apresentaram HIC II ou IV e leucomalácea. Foi utilizado o Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua para Bebês - “Teste da Linguinha, que era realizado quando o recém-nascido se encontrava estável clinicamente do ponto de vista hemodinâmico, sem uso de drogas vasoativas e sem necessidade de suporte ventilatório e demonstrava sinais de prontidão para iniciar a dieta por sucção. Resultado: A prevalência de anquiloglossia no estudo foi de 7,1% (IC95%1,8 -19,4), sendo observado mais em recém-nascidos do sexo masculino. Não observamos diferença estatisticamente significativa quando analisamos o tipo de alimentação na alta de acordo com o tipo de frênulo. Conclusão: A prevalência da anquiloglossia na amostra está próximo ao observado em população de recém-nascido à termo.
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Os estudos publicados referem-se aos dados de bebês nascidos a termo, deixando uma lacuna no que se refere aos recém-nascidos pré-termo, que é de extrema importância, uma vez que eles já apresentam dificuldades inerentes à prematuridade e a presença de uma anquiloglossia pode aumentar a possibilidade de desmame. Objetivo: fazer um levantamento da prevalência de anquiloglossia em recém-nascidos pré-termo. Metodologia: Foram incluídos no estudo recém-nascidos com idade gestacional menor ou igual a 33 semanas internados na unidade neonatal. Foram excluídos recém-nascidos com malformações de cabeça e pescoço, malformações múltiplas, portadores de síndromes, que apresentaram HIC II ou IV e leucomalácea. Foi utilizado o Protocolo de Avaliação do Frênulo da Língua para Bebês - “Teste da Linguinha, que era realizado quando o recém-nascido se encontrava estável clinicamente do ponto de vista hemodinâmico, sem uso de drogas vasoativas e sem necessidade de suporte ventilatório e demonstrava sinais de prontidão para iniciar a dieta por sucção. Resultado: A prevalência de anquiloglossia no estudo foi de 7,1% (IC95%1,8 -19,4), sendo observado mais em recém-nascidos do sexo masculino. Não observamos diferença estatisticamente significativa quando analisamos o tipo de alimentação na alta de acordo com o tipo de frênulo. Conclusão: A prevalência da anquiloglossia na amostra está próximo ao observado em população de recém-nascido à termo.Ankyloglossia is a congenital condition in which a baby is born with an abnormally short and/or thick lingual frenulum, which can restrict tongue movement to varying degrees depending on its length, elasticity, and attachment point. Recently, ankyloglossia has been linked to challenges with breastfeeding. Research indicates that the prevalence of ankyloglossia ranges from 0.1% to 12%, with this variation likely due to a lack of consensus on diagnostic criteria. Most published studies focus on full-term infants, leaving a gap in our understanding of preterm newborns. This gap is crucial since preterm infants already face inherent difficulties, and the presence of ankyloglossia may further complicate breastfeeding efforts. Objective: To investigate the prevalence of ankyloglossia in preterm newborns. Methodology: This study included preterm infants with a gestational age of 33 weeks or less admitted to the neonatal unit. Preterm infants with head and neck malformations, multiple congenital malformations, syndromes, intraventricular hemorrhage (grades II or IV), and leukomalacia were excluded. The Tongue Frenulum Assessment Protocol for Babies, known as the “Tongue Test,” was conducted when the newborns were clinically stable from a hemodynamic perspective, not on vasoactive medications, not requiring ventilatory support, and showing signs of readiness to begin suction feeding. Results: The prevalence of ankyloglossia in this study was found to be 7.1% (IC95%1,8 -19,4), and it was observed more frequently in male preterm infants. There was no statistically significant difference when analyzing feeding types at discharge based on frenulum type. Conclusion: The prevalence of ankyloglossia in this sample is similar to that reported for full-term newborns.Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porAnquiloglossiaRecém-NascidoRecém-Nascido PrematuroNeonatologiaAnquiloglossiaepidemiologiaRecém-Nascido PrematuroFreio LingualAleitamento MaternoDesmamePrevalência de anquiloglossia em recém-nascidos pré-termo em uma unidade neonatalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2025Instituto Nacional de Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente Fernandes FigueiraFundação Oswaldo CruzRio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Pesquisa Aplicada à Saúde da Criança e da Mulherinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/46057e20-097a-4e6a-8115-eb1c7d941572/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALizabella_goncalves_iff_mest_2025.pdfapplication/pdf4217861https://arca.fiocruz.br/bitstreams/b21bf76a-5aa2-463f-965d-33658436092f/downloadef53061b89f4d47e5bbd624f52d1d3b7MD52trueAnonymousREADTEXTizabella_goncalves_iff_mest_2025.pdf.txtizabella_goncalves_iff_mest_2025.pdf.txtExtracted texttext/plain76204https://arca.fiocruz.br/bitstreams/65e663ad-cedf-488a-bb33-ad06c70b3b89/download0d42a41e437c0e37f6a1ce3c1d565e1fMD511falseAnonymousREADTHUMBNAILizabella_goncalves_iff_mest_2025.pdf.jpgizabella_goncalves_iff_mest_2025.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg16794https://arca.fiocruz.br/bitstreams/e5741bb7-d112-4ecc-84b2-ec95ee055267/download49730ebaf05beb6bca14fd8f8cc2b0ffMD512falseAnonymousREADicict/719922026-01-09 11:35:02.651open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/71992https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352026-01-09T14:35:02Repositório Institucional da Fiocruz (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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