Avaliação da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar no Acre na resposta a potenciais emergências em saúde pública de interesse internacional, 2020 a 2022

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Brasil, Valéria Nascimento de Moraes
Orientador(a): Santos, Maria Angélica Borges dos
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://arca.fiocruz.br/handle/icict/72291
Resumo: Com o fortalecimento da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (RENAVEH) nacional no período da pandemia de COVID-19, o estado do Acre ampliou o número de Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHE) em 2022 de uma para vinte e cinco unidades. Considerando-se a extensa área de fronteira acreana, esta pesquisa propõe-se a responder como esta rede de vigilância epidemiológica hospitalar está estruturada e sua capacidade para detectar e comunicar oportunamente eventos considerados emergências em saúde pública (ESP). Método: Estudo avaliativo seccional baseado na tríade da qualidade donnabediana (estrutura-processo-resultados). Abordagem quali-quantitativa, utilizando questionários semiestruturados preenchidos por coordenadores do NHE e dados do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) para doenças de interesse internacional selecionadas – sarampo, poliomielite, malária e febre amarela. Os NHE foram avaliados quanto a capacidade de resposta a ESP por um instrumento construído com pontuações a quesitos de estrutura, processo e resultados. Os eixos foram consolidados segundo pontuações recebidas pelos NHE: < 50%- capacidade incipiente; 50-70%- capacidade parcial e >70%- capacidade aceitável. Resultados: Todos os NHE têm coordenadores nomeados em Portarias ou em processo de nomeação, a maioria mulheres e enfermeiras. Dois terços foram capacitados para atuar nos NHE. Para o eixo avaliativo estrutura a maioria (8/18) dos NHE apresentou capacidade incipiente e apenas 3/18 NHE pontuaram como capacidade aceitável. Apenas 8 NHE têm termo de adesão à RENAVEH e referiram ter tido algum reforço de infraestrutura (equipamentos/ pessoal/laboratório). Para o eixo processo, a maioria dos NHE (11/18) teve pontuação compatível com capacidade parcial e 3/18 pontuaram como capacidade aceitável Nas perguntas abertas sobre dificuldades, houve frequentes menções à necessidade de envolver o universo mais amplo de profissionais das Unidades de Saúde nas notificações, de qualificação e de extensão do horário de funcionamento dos NHE. O eixo resultados apresentou baixo desempenho quando comparado aos parâmetros de pontuação estabelecidos, evidenciando fragilidades na atuação dos NHE localizados em municípios linha de fronteira. Nas perguntas especificamente concernentes a atendimento a paciente estrangeiro, mais da metade dos NHE referiram desconhecer fluxo de comunicação entre a VE municipal e VE do país vizinho do estrangeiro atendido e que não investigam o caso por não conseguirem monitorar o usuário estrangeiro. Conclusão: A maioria dos NHE apresenta pontuações de incipiência ou capacidade parcial para resposta a ESP, indicando fragilidades em detectar e comunicar oportunamente os eventos atendidos. Um achado alvissareiro é a melhor pontuação no componente processos, uma vez que as soluções para contornar problemas de estrutura tendem a ser mais simples do que as necessárias a melhorar processos. Os resultados desta pesquisa podem subsidiar um redesenho da RENAVEH estadual, partindo de um olhar mais criterioso para áreas de risco, áreas estratégicas como as regiões de fronteira e de vazios assistenciais e contemplando especificidades dos municípios da linha de fronteira, como a questão migratória. É de suma importância que esta rede seja continuamente fortalecida, assegurando que medidas de promoção, prevenção e recuperação da saúde sejam desenvolvidas nesta região de fronteira.
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spelling Brasil, Valéria Nascimento de MoraesLima, Marcos Venícius Malveira deHokerberg, Yara Hahr MarquesSantos, Maria Angélica Borges dosSantos, Maria Angélica Borges dos2025-09-25T12:13:45Z2024BRASIL, Valéria Nascimento de Moraes. Avaliação da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar no Acre na resposta a potenciais emergências em saúde pública de interesse internacional, 2020 a 2022. 2024. 120 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2024.https://arca.fiocruz.br/handle/icict/72291Com o fortalecimento da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (RENAVEH) nacional no período da pandemia de COVID-19, o estado do Acre ampliou o número de Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHE) em 2022 de uma para vinte e cinco unidades. Considerando-se a extensa área de fronteira acreana, esta pesquisa propõe-se a responder como esta rede de vigilância epidemiológica hospitalar está estruturada e sua capacidade para detectar e comunicar oportunamente eventos considerados emergências em saúde pública (ESP). Método: Estudo avaliativo seccional baseado na tríade da qualidade donnabediana (estrutura-processo-resultados). Abordagem quali-quantitativa, utilizando questionários semiestruturados preenchidos por coordenadores do NHE e dados do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) para doenças de interesse internacional selecionadas – sarampo, poliomielite, malária e febre amarela. Os NHE foram avaliados quanto a capacidade de resposta a ESP por um instrumento construído com pontuações a quesitos de estrutura, processo e resultados. Os eixos foram consolidados segundo pontuações recebidas pelos NHE: < 50%- capacidade incipiente; 50-70%- capacidade parcial e >70%- capacidade aceitável. 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O eixo resultados apresentou baixo desempenho quando comparado aos parâmetros de pontuação estabelecidos, evidenciando fragilidades na atuação dos NHE localizados em municípios linha de fronteira. Nas perguntas especificamente concernentes a atendimento a paciente estrangeiro, mais da metade dos NHE referiram desconhecer fluxo de comunicação entre a VE municipal e VE do país vizinho do estrangeiro atendido e que não investigam o caso por não conseguirem monitorar o usuário estrangeiro. Conclusão: A maioria dos NHE apresenta pontuações de incipiência ou capacidade parcial para resposta a ESP, indicando fragilidades em detectar e comunicar oportunamente os eventos atendidos. Um achado alvissareiro é a melhor pontuação no componente processos, uma vez que as soluções para contornar problemas de estrutura tendem a ser mais simples do que as necessárias a melhorar processos. Os resultados desta pesquisa podem subsidiar um redesenho da RENAVEH estadual, partindo de um olhar mais criterioso para áreas de risco, áreas estratégicas como as regiões de fronteira e de vazios assistenciais e contemplando especificidades dos municípios da linha de fronteira, como a questão migratória. É de suma importância que esta rede seja continuamente fortalecida, assegurando que medidas de promoção, prevenção e recuperação da saúde sejam desenvolvidas nesta região de fronteira.With the strengthening of the national Hospital Epidemiological Surveillance Network (RENAVEH) during the COVID-19 pandemic, the state of Acre increased the number of Hospital Epidemiology Centers (NHE) in 2022 from one to twenty-five units. Considering the extensive border area of Acre, this research proposes to answer how this hospital epidemiological surveillance network is structured and its capacity to detect and timely communicate events considered public health emergencies (ESP). Method: Cross-sectional evaluative study based on the Donnabedian quality triad (structure-process-results). Qualitative- quantitative approach, using semi-structured questionnaires completed by NHE coordinators and data from the National Disease Notification System (SINAN) for selected diseases of international concern – measles, polio, malaria and yellow fever. The NHE were evaluated for their responsiveness to ESP using an instrument designed to assign scores to aspects of structure, process and results. The axes were consolidated according to scores received by the NHE: < 50% - incipient capacity; 50-70%- partial capacity and >70%- acceptable capacity. Results: All NHE have coordinators appointed in Ordinances or in the process of being appointed, the majority of whom are women and nurses. Two thirds were trained to work in the NHE. For the evaluative axis structure, the majority (8/18) of NHE presented incipient capacity and only 3/18 NHE scored as acceptable capacity. Only 8 NHE have formal accession to RENAVEH and reported having had some infrastructure reinforcement (equipment/staff/laboratory). For the process axis, the majority of NHE (11/18) had a score compatible with partial capacity and 3/18 scored as acceptable capacity In the open questions about difficulties, there was mention of the need to involve the wider universe of the Health Unit in notifications, qualification and extension of NHE opening hours. The results axis presented low performance when compared to the established scoring parameters, highlighting weaknesses in the performance of NHE located in border municipalities. In questions specifically concerning care for foreign patients, more than half of the NHE report that they are unaware of the communication flow between the municipal VE and the VE in the neighboring country/or country of origin of the foreigner served and that they do not investigate the case because they are unable to monitor the foreign user. Conclusion: The majority of NHE present scores of incipience or partial capacity to respond to ESP, indicating weaknesses in detecting and communicating events attended in a timely manner. An auspicious finding is the best score in the processes component, since solutions to overcome structural problems tend to be simpler than those necessary to improve processes. The results of this research can support a redesign of the state RENAVEH, starting from a more careful look at risk areas, strategic areas such as border regions and care gaps and taking into account specificities of border municipalities, such as the migration issue. It is extremely important that this network is continually strengthened, ensuring that health promotion, prevention and recovery measures are developed in this border region.Fundação Oswaldo Cruz. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.porVigilância em Saúde PúblicaServiços de Vigilância EpidemiológicaÁreas de FronteiraAvaliação em SaúdePublic Health SurveillanceEpidemiological Surveillance ServicesBorder AreasHealth EvaluationVigilância em Saúde PúblicaServiços de Vigilância EpidemiológicaÁreas de FronteiraAvaliação em SaúdeAnálise de DadosSaúde na FronteiraCapacidade de Resposta ante EmergênciasPublic Health SurveillanceEpidemiological Surveillance ServicesBorder AreasHealth EvaluationAvaliação da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar no Acre na resposta a potenciais emergências em saúde pública de interesse internacional, 2020 a 2022Evaluation of the Hospital Epidemiological Surveillance Network in Acre for responses to potential public health emergencies of international interest, 2020 to 2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis2024-01-29Escola Nacional de Saúde Pública Sergio AroucaFundação Oswaldo CruzMestrado AcadêmicoRio de JaneiroPrograma de Pós-Graduação em Saúde Públicainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)instname:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)instacron:FIOCRUZLICENSElicense.txttext/plain1748https://arca.fiocruz.br/bitstreams/051a8464-66ea-455e-b065-a212e297d01b/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD51falseAnonymousREADORIGINALvaleria_nascimento_moraes_brasil_ensp_mest_2024.pdfapplication/pdf2220775https://arca.fiocruz.br/bitstreams/0d4f39b4-bd1e-4ea8-b6fa-9a6076c6b2ea/download4f7a864116eaa4436d30d1b051ff6045MD52trueAnonymousREADTEXTvaleria_nascimento_moraes_brasil_ensp_mest_2024.pdf.txtvaleria_nascimento_moraes_brasil_ensp_mest_2024.pdf.txtExtracted texttext/plain103299https://arca.fiocruz.br/bitstreams/f0cf630c-1f7c-41be-a4a3-e03425408b2e/downloada1806654159d5f25bb1b2c45b133d8c2MD57falseAnonymousREADTHUMBNAILvaleria_nascimento_moraes_brasil_ensp_mest_2024.pdf.jpgvaleria_nascimento_moraes_brasil_ensp_mest_2024.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg13307https://arca.fiocruz.br/bitstreams/d0ce0614-5027-4413-ba52-6f5d358f3494/downloadd936ccf4da0b459bb1d04ea6d28e4d7fMD58falseAnonymousREADicict/722912025-12-11 08:26:20.481open.accessoai:arca.fiocruz.br:icict/72291https://arca.fiocruz.brRepositório InstitucionalPUBhttps://www.arca.fiocruz.br/oai/requestrepositorio.arca@fiocruz.bropendoar:21352025-12-11T11:26:20Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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