Resiliência em Lúpus Eritematoso Sistêmico: Avaliação de sua Associação com Depressão, Ansiedade, Estresse e Outros Fatores Relacionados

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Cal, Silvia Fernanda Lima de Moura
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Saúde Humana
EBMSP
brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www7.bahiana.edu.br//jspui/handle/bahiana/409
Resumo: Resiliência diz respeito à capacidade de responder positivamente em face às situações adversas e à capacidade individual de alcançar, manter ou recuperar a saúde física ou emocional após doenças graves ou outras situações de estresse. A resiliência pode ser um importante fator de promoção de saúde. O objetivo deste estudo foi analisar a associação entre resiliência e sintomas de ansiedade e depressão em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico, além de estimar a prevalência de sintomas de ansiedade e depressão nesses pacientes, estimar a prevalência de histórico de trauma e sua associação com resiliência, estimar a prevalência de baixa resiliência em pacientes com lúpus e sua associação com variáveis clínicas como: uso do corticoide, atividade e duração da doença e variáveis sociodemográficos. Noventa e dois pacientes participaram do estudo e foram avaliados com a escala HAD de depressão e ansiedade, a escala de resiliência de Wagnild & Young, o Mex-Sledai e o THQ Questionário de História de Trauma. Os escores de resiliência encontrados foram: baixo 17 (18,4%) escore < 121, médio 56 (60,9%) entre 121 e 146, alta 19 (20,7%) escore >146. A faixa de idade mais prevalente foi entre 18 e 30 anos, 65 (70,7%) pacientes tinham companheiros e 57 (62,2%) não estão trabalhando. A prevalência de sintomas de depressão e ansiedade foi de 23 (25,0%) e 47 (51,1%), respectivamente. Na associação entre resiliência e variáveis sociodemográficas e clínicas de pacientes com lúpus observou-se uma relação direta entre a variável “educação” e uma relação inversa entre as variáveis “depressão”, “ansiedade”, em relação à resiliência. Depressão foi o principal fator de risco para baixa resiliência. A associação entre resiliência e história de traumas não foi significativa estatisticamente. Identificar os fatores de risco e proteção é importante para o desenvolvimento de estratégias que aumentem a capacidade de resiliência do paciente.
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