Fatores de risco perinatais e o transtorno do espectro do autismo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: FERRARI, Evelyn de Andrade Santiago
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública
Medicina e Saúde Humana
EBMSP
brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/7618
Resumo: Introdução: o transtorno do espectro do autismo (TEA) emergiu como uma grande preocupação de saúde pública devido à sua prevalência em rápido crescimento nas últimas décadas, entretanto, as causas do autismo são múltiplas e não conclusivas. Objetivo: avaliar a associação do TEA com os fatores de risco perinatais, descrevendo a sua frequência e testar a hipótese de que eles, em crianças cursando com TEA, são diferentes em relação aos seus controles. Método: estudo de casocontrole, constando de 53 casos e 51 parentes, selecionados numa amostra de conveniência. Foi aplicado um questionário em que solicitava informações sociais, econômicas e clínicas da gestação, parto e período neonatal e, para a seleção dos parentes da amostra-controle, foi aplicado um questionário baseado no instrumento The Childhood Autism Rating Scale (CARS) com o objetivo de confirmar a ausência do transtorno. Resultado: a idade média dos participantes foi 8,8 (4,2) de caso e 11,5 (8,0) (p=0,032) de controle, havendo uma maior frequência de crianças do sexo masculino no grupo caso (p<0,001). Nas variáveis do pré-natal, a idade materna e paterna ao nascimento apresentou diferença estatisticamente significante, no grupo caso. A média das idades foi maior quando comparada ao grupo controle (p= 0,024 e p=0,021, respectivamente). Não houve diferença estatística entre os grupos nas demais variáveis sociodemográficas, pré-natais, perinatais e neonatais. Conclusões: os resultados deste estudo sugerem que a idade parental elevada e o sexo masculino estão independentemente associados ao risco de TEA.
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