Fisiologia e produtividade da mangueira Tommy Atkins com aplicação de bioestimulantes à base de substâncias húmicas no Semiárido brasileiro.
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183665 |
Resumo: | O Brasil é o sétimo produtor mundial de mangas, com a maior produção concentrada na região semiárida do país. Entretanto, as variações climáticas nesta região durante o estágio de frutificação podem resultar em alterações metabólicas em mangueiras da cultivar Tommy Atkins devido a estresses abióticos, ocasionando perdas de produtividade e qualidade de frutos. O objetivo deste estudo foi avaliar mangueiras 'Tommy Atkins' sob aplicação de bioestimulantes à base de substâncias húmicas durante o estágio fenológico de frutificação, em dois ciclos produtivos, no Semiárido brasileiro. Dois experimentos foram conduzidos simultaneamente em Petrolina, PE, com aplicações de dois bioestimulantes via fertirrigação. Foi utilizado um delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro repetições, em um esquema fatorial 2×5 consistido de dois ciclos produtivos (safras 2021 e 2022) e cinco doses de Sagersolos® (0,0; 7,0; 14,0; 21,0; e 28,0 L ha-1) no Experimento 1 e cinco doses de Fulvumin® (0,0; 10,0; 20,0; 30,0; e 40,0 L ha-1) no Experimento 2. A aplicação das doses foi dividida em quatro períodos: 0, 15, 30 e 45 dias após a última abscisão fisiológica de frutos, em ambos os ciclos produtivos. Trocas gasosas e parâmetros bioquímicos no tecido foliar e parâmetros de produtividade e qualidade pós-colheita de frutos foram avaliados. Doses de Sagersolos® entre 21,5 e 23,0 L ha- 1 e doses de Fulvumin® entre 24,2 e 25, L ha-1 aplicadas durante a frutificação aumentaram a eficiência de trocas gasosas. A aplicação dos bioestimulantes resultou em aumento nos teores foliares de aminoácidos, proteínas e carboidratos solúveis totais; o aumento da dose dos bioestimulantes resultou em redução linear nos teores foliares de amido. Os bioestimulantes aplicados resultaram em maior resposta bioquímica no primeiro ciclo de produção. Doses entre 21,0 e 22,2 L ha-1 de Sagersolos® aumentaram em 11% o número de frutos por planta comparadas ao controle. Doses entre 28,5 e 33,7 L ha-1 de Fulvumin® resultaram em ganhos de 8% no peso de frutos, com maior retenção de frutos, promovendo um aumento de 14% em produtividade (Mg ha-1) comparadas ao controle. O aumento da dose dos bioestimulantes resultou em decréscimo em acidez titulável e aumento da razão entre sólidos solúveis e acidez titulável nos frutos. A correlação entre peso de fruto e número de frutos por planta afetou a composição físico-química de mangas da cultivar Tommy Atkins nos dois ciclos de produção e para os dois bioestimulantes avaliados. |
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O Brasil é o sétimo produtor mundial de mangas, com a maior produção concentrada na região semiárida do país. Entretanto, as variações climáticas nesta região durante o estágio de frutificação podem resultar em alterações metabólicas em mangueiras da cultivar Tommy Atkins devido a estresses abióticos, ocasionando perdas de produtividade e qualidade de frutos. O objetivo deste estudo foi avaliar mangueiras 'Tommy Atkins' sob aplicação de bioestimulantes à base de substâncias húmicas durante o estágio fenológico de frutificação, em dois ciclos produtivos, no Semiárido brasileiro. Dois experimentos foram conduzidos simultaneamente em Petrolina, PE, com aplicações de dois bioestimulantes via fertirrigação. Foi utilizado um delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro repetições, em um esquema fatorial 2×5 consistido de dois ciclos produtivos (safras 2021 e 2022) e cinco doses de Sagersolos® (0,0; 7,0; 14,0; 21,0; e 28,0 L ha-1) no Experimento 1 e cinco doses de Fulvumin® (0,0; 10,0; 20,0; 30,0; e 40,0 L ha-1) no Experimento 2. A aplicação das doses foi dividida em quatro períodos: 0, 15, 30 e 45 dias após a última abscisão fisiológica de frutos, em ambos os ciclos produtivos. Trocas gasosas e parâmetros bioquímicos no tecido foliar e parâmetros de produtividade e qualidade pós-colheita de frutos foram avaliados. Doses de Sagersolos® entre 21,5 e 23,0 L ha- 1 e doses de Fulvumin® entre 24,2 e 25, L ha-1 aplicadas durante a frutificação aumentaram a eficiência de trocas gasosas. A aplicação dos bioestimulantes resultou em aumento nos teores foliares de aminoácidos, proteínas e carboidratos solúveis totais; o aumento da dose dos bioestimulantes resultou em redução linear nos teores foliares de amido. Os bioestimulantes aplicados resultaram em maior resposta bioquímica no primeiro ciclo de produção. Doses entre 21,0 e 22,2 L ha-1 de Sagersolos® aumentaram em 11% o número de frutos por planta comparadas ao controle. Doses entre 28,5 e 33,7 L ha-1 de Fulvumin® resultaram em ganhos de 8% no peso de frutos, com maior retenção de frutos, promovendo um aumento de 14% em produtividade (Mg ha-1) comparadas ao controle. O aumento da dose dos bioestimulantes resultou em decréscimo em acidez titulável e aumento da razão entre sólidos solúveis e acidez titulável nos frutos. A correlação entre peso de fruto e número de frutos por planta afetou a composição físico-química de mangas da cultivar Tommy Atkins nos dois ciclos de produção e para os dois bioestimulantes avaliados. |
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