Análise da intensidade de carbono dos biocombustíveis no Brasil
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/10438/33461 |
Resumo: | Nos últimos anos, a pressão para o uso de energias mais limpas como forma de proteger o planeta dos graves danos já causados pela ação humana, tem levado a humanidade a percorrer uma transição global importante. O mundo está incrementando o uso das fontes de natureza renovável em busca de construir uma nova realidade energética, pautada em eficiência e sustentabilidade. A existência de políticas públicas que incentivem investimentos em fontes energéticas dessa natureza promoveu o Brasil como um dos países menos emissores de gases de efeito estufa para gerar energia no mundo. Entretanto, matriz de transporte brasileira ainda é fortemente dependente de combustíveis fósseis, apesar do enorme potencial de produção de biocombustíveis existente. Por essa razão o RenovaBio é tão importante. Como política pública, ele estabelece metas de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país e fornecer uma importante contribuição para o cumprimento dos compromissos determinados pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris. Dentre os instrumentos disponíveis no RenovaBio, o presente trabalho estuda a certificação individual de produção de biocombustíveis. Por meio dela, são atribuídas notas que refletem a contribuição individual de cada agente produtor para a mitigação de uma quantidade específica de gases de efeito estufa em relação ao seu combustível fóssil substituto. Essas notas são multiplicadas pelo volume de biocombustível comercializado que atende aos critérios de elegibilidade do programa, resultando, assim, na quantidade de créditos de descarbonização (CBIOs) que determinado produtor poderá emitir e negociar no mercado. Ao melhorar seus processos produtivos, esses produtores se tornam capazes de emitir mais CBIOs. Essa busca por melhoria motivou a corrente tese que, por sua vez, qualificou os biocombustíveis com respeito à redução de emissões comparada a seus equivalentes fósseis. Ainda, examinou as notas de diversos produtores com o propósito de entender os diferentes níveis de eficiência energético-ambiental alcançados e sugeriu possíveis melhorias para ampliar o potencial de descarbonização dos biocombustíveis produzidos. Foi necessário levantar uma base de dados inédita a partir das certificações individuais e, através de procedimentos estatísticos descritivos, estudar: a intensidade de carbono nas fases de produção, a nota de eficiência e a redução de emissões para essas unidades produtoras. Entre os resultados alcançados, cabe ressaltar que o biometano apresentou a maior nota do programa e o fator que mais influência na intensidade de carbono é o consumo de energia no seu processo industrial; o etanol é o maior emissor de CBIOs e o principal agravante em termos de emissões desse biocombustível são os insumos da fase agrícola; o biodiesel reduz, em média, 56% das emissões ao substituir o diesel fóssil e a proporção das matérias-primas usadas na sua produção tem elevada relevância nessa redução. O próximo passo é avaliar de forma detalhada todos os indicadores de produção envolvidos na fabricação dos biocombustíveis no País, bem como uma análise regional da eficiência energético-ambiental desses produtos. |
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Pinto, Alexandre da Silva LaraEscolas::EESPPinto, Talita PriscilaRocha, José DilcioRodrigues, Luciano2023-04-10T16:31:21Z2023-04-10T16:31:21Z2023-02-23https://hdl.handle.net/10438/33461Nos últimos anos, a pressão para o uso de energias mais limpas como forma de proteger o planeta dos graves danos já causados pela ação humana, tem levado a humanidade a percorrer uma transição global importante. O mundo está incrementando o uso das fontes de natureza renovável em busca de construir uma nova realidade energética, pautada em eficiência e sustentabilidade. A existência de políticas públicas que incentivem investimentos em fontes energéticas dessa natureza promoveu o Brasil como um dos países menos emissores de gases de efeito estufa para gerar energia no mundo. Entretanto, matriz de transporte brasileira ainda é fortemente dependente de combustíveis fósseis, apesar do enorme potencial de produção de biocombustíveis existente. Por essa razão o RenovaBio é tão importante. Como política pública, ele estabelece metas de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país e fornecer uma importante contribuição para o cumprimento dos compromissos determinados pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris. Dentre os instrumentos disponíveis no RenovaBio, o presente trabalho estuda a certificação individual de produção de biocombustíveis. Por meio dela, são atribuídas notas que refletem a contribuição individual de cada agente produtor para a mitigação de uma quantidade específica de gases de efeito estufa em relação ao seu combustível fóssil substituto. Essas notas são multiplicadas pelo volume de biocombustível comercializado que atende aos critérios de elegibilidade do programa, resultando, assim, na quantidade de créditos de descarbonização (CBIOs) que determinado produtor poderá emitir e negociar no mercado. Ao melhorar seus processos produtivos, esses produtores se tornam capazes de emitir mais CBIOs. Essa busca por melhoria motivou a corrente tese que, por sua vez, qualificou os biocombustíveis com respeito à redução de emissões comparada a seus equivalentes fósseis. Ainda, examinou as notas de diversos produtores com o propósito de entender os diferentes níveis de eficiência energético-ambiental alcançados e sugeriu possíveis melhorias para ampliar o potencial de descarbonização dos biocombustíveis produzidos. Foi necessário levantar uma base de dados inédita a partir das certificações individuais e, através de procedimentos estatísticos descritivos, estudar: a intensidade de carbono nas fases de produção, a nota de eficiência e a redução de emissões para essas unidades produtoras. Entre os resultados alcançados, cabe ressaltar que o biometano apresentou a maior nota do programa e o fator que mais influência na intensidade de carbono é o consumo de energia no seu processo industrial; o etanol é o maior emissor de CBIOs e o principal agravante em termos de emissões desse biocombustível são os insumos da fase agrícola; o biodiesel reduz, em média, 56% das emissões ao substituir o diesel fóssil e a proporção das matérias-primas usadas na sua produção tem elevada relevância nessa redução. O próximo passo é avaliar de forma detalhada todos os indicadores de produção envolvidos na fabricação dos biocombustíveis no País, bem como uma análise regional da eficiência energético-ambiental desses produtos.In recent years, the pressure for the use of cleaner energies as a way to protect the planet from the serious damage already caused by human action, has led humanity to go through an important global transition. The world is increasing the use of renewable sources in search of building a new energy reality, based on efficiency and sustainability. The existence of public policies that encourage investments in energy sources of this nature has promoted Brazil as one of the least emitting countries of greenhouse gases to generate energy in the world. However, the Brazilian transport matrix is still heavily dependent on fossil fuels, despite the enormous existing potential for biofuel production. For this reason, RenovaBio is so important. As a public policy, it establishes decarbonization targets for the fuel sector, in order to encourage an increased share of biofuels in the country's transport energy matrix and provide an important contribution to fulfilling the commitments determined by Brazil under the Agreement of Paris. Among the instruments available at RenovaBio, the present work studies the individual certification of biofuel production. Through it, grades are assigned that reflect the individual contribution of each producing agent to the mitigation of a specific amount of greenhouse gases in relation to its substitute fossil fuel. These grades are multiplied by the volume of biofuel sold that meets the program's eligibility criteria, thus resulting in the amount of decarbonization credits (CBIOs) that a given producer will be able to issue and trade in the market. By improving their production processes, these producers are able to issue more CBIOs. This quest for improvement motivated the current thesis which, in turn, qualified biofuels with respect to reducing emissions compared to their fossil equivalents. It also examined the scores of several producers in order to understand the different levels of energy-environmental efficiency achieved and suggested possible improvements to expand the decarbonization potential of the biofuels produced. It was necessary to raise an unprecedented database from the individual certifications and, through descriptive statistical procedures, study: the carbon intensity in the production phases, the efficiency score and the reduction of emissions for these production units. Among the results achieved, it should be noted that biomethane had the highest score in the program and the factor that most influences carbon intensity is energy consumption in its industrial process; ethanol is the biggest emitter of CBIOs and the main aggravating factor in terms of emissions of this biofuel are the inputs of the agricultural phase; Biodiesel reduces, on average, 56% of emissions when replacing fossil diesel and the proportion of raw materials used in its production is highly relevant in this reduction. The next step is to assess in detail all the production indicators involved in the manufacture of biofuels in the country, as well as a regional analysis of the energy-environmental efficiency of these products.porBiofuelsEnergy-environmental efficiencyBiocombustíveisRenovaBioEficiência energético-ambientalEconomiaAgronegócioBiocombustíveisEnergia - Fontes alternativasRedução de gases do efeito estufaSustentabilidadeAnálise da intensidade de carbono dos biocombustíveis no Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)instname:Fundação Getulio Vargas (FGV)instacron:FGVORIGINAL2023-03-28 Monografia - Alexandre.pdf2023-03-28 Monografia - Alexandre.pdfPDFapplication/pdf2630797https://repositorio.fgv.br/bitstreams/42d55e48-52db-4176-9796-bab0bd3b2019/downloade7424cb441db3bd47883c2e73d0051cfMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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Biocombustíveis Energia - Fontes alternativas Redução de gases do efeito estufa Sustentabilidade |
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Nos últimos anos, a pressão para o uso de energias mais limpas como forma de proteger o planeta dos graves danos já causados pela ação humana, tem levado a humanidade a percorrer uma transição global importante. O mundo está incrementando o uso das fontes de natureza renovável em busca de construir uma nova realidade energética, pautada em eficiência e sustentabilidade. A existência de políticas públicas que incentivem investimentos em fontes energéticas dessa natureza promoveu o Brasil como um dos países menos emissores de gases de efeito estufa para gerar energia no mundo. Entretanto, matriz de transporte brasileira ainda é fortemente dependente de combustíveis fósseis, apesar do enorme potencial de produção de biocombustíveis existente. Por essa razão o RenovaBio é tão importante. Como política pública, ele estabelece metas de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país e fornecer uma importante contribuição para o cumprimento dos compromissos determinados pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris. Dentre os instrumentos disponíveis no RenovaBio, o presente trabalho estuda a certificação individual de produção de biocombustíveis. Por meio dela, são atribuídas notas que refletem a contribuição individual de cada agente produtor para a mitigação de uma quantidade específica de gases de efeito estufa em relação ao seu combustível fóssil substituto. Essas notas são multiplicadas pelo volume de biocombustível comercializado que atende aos critérios de elegibilidade do programa, resultando, assim, na quantidade de créditos de descarbonização (CBIOs) que determinado produtor poderá emitir e negociar no mercado. Ao melhorar seus processos produtivos, esses produtores se tornam capazes de emitir mais CBIOs. Essa busca por melhoria motivou a corrente tese que, por sua vez, qualificou os biocombustíveis com respeito à redução de emissões comparada a seus equivalentes fósseis. Ainda, examinou as notas de diversos produtores com o propósito de entender os diferentes níveis de eficiência energético-ambiental alcançados e sugeriu possíveis melhorias para ampliar o potencial de descarbonização dos biocombustíveis produzidos. Foi necessário levantar uma base de dados inédita a partir das certificações individuais e, através de procedimentos estatísticos descritivos, estudar: a intensidade de carbono nas fases de produção, a nota de eficiência e a redução de emissões para essas unidades produtoras. Entre os resultados alcançados, cabe ressaltar que o biometano apresentou a maior nota do programa e o fator que mais influência na intensidade de carbono é o consumo de energia no seu processo industrial; o etanol é o maior emissor de CBIOs e o principal agravante em termos de emissões desse biocombustível são os insumos da fase agrícola; o biodiesel reduz, em média, 56% das emissões ao substituir o diesel fóssil e a proporção das matérias-primas usadas na sua produção tem elevada relevância nessa redução. O próximo passo é avaliar de forma detalhada todos os indicadores de produção envolvidos na fabricação dos biocombustíveis no País, bem como uma análise regional da eficiência energético-ambiental desses produtos. |
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