Nascer e permanecer no hospital: o conhecimento dos pais acerca da sífilis congênita
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.furg.br/handle/1/10137 |
Resumo: | A Sífilis Congênita é considerada uma das mais graves infecções verticalmente transmissíveis, devido às sequelas irreversíveis que pode causar no sistema neurológico do neonato. É possível perceber, devido à alta incidência dessa patologia no século XXI, que a população ainda não se apropriou do conhecimento acerca das formas de prevenção e tratamento da Sífilis Congênita e de suas consequências. Considerando que a ocorrência em si, da transmissão vertical da sífilis durante a gestação aponta a existência de uma lacuna no sistema de atenção a saúde pré-natal, esse estudo objetivou avaliar o conhecimento dos pais de recém-nascido internado com Sífilis Congênita acerca da doença. Realizou-se um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, no primeiro semestre de 2018. Os dados foram coletados, nas dependências da Unidade de Pediatria de um Hospital Universitário do Sul do Estado, por meio de entrevistas semiestruturadas, gravadas e transcritas, sendo os participantes 12 familiares responsáveis pelos cuidados do recém-nascido com Sífilis Congênita. Após a coleta, os dados foram submetidos à análise temática, formando quatro categorias: conhecimento dos pais de recém-nascido internados com Sífilis Congênita acerca das causas da doença; conhecimento dos pais acerca das consequências da Sífilis Congênita; conhecimento dos pais acerca do tratamento e dos cuidados com o recém-nascido com Sífilis Congênita no hospital e os sentimentos dos pais acerca da necessidade de internação do recém-nascido com Sífilis Congênita. Foi possível evidenciar que a maioria dos participantes não realizou o tratamento medicamentoso da sífilis ou realizou de forma inadequada durante o período gestacional, negligenciando as repercussões dessa doença ao recém-nascido devido a sua característica assintomática. Em decorrência disso, as famílias passaram por um processo de difícil aceitação frente ao diagnóstico de Sífilis Congênita e a necessidade de permanência na unidade hospitalar, uma vez que desconhecem as causas, as consequências e o tratamento dessa doença, demostrando sentimentos que variam desde a culpa até a aceitação de ter transmitido ao filho, uma doença totalmente prevenível. Acredita-se que este estudo possibilitou identificar o conhecimento dos pais de recém-nascidos com Sífilis Congênita acerca da doença, subsidiando as intervenções de enfermagem na tentativa de evitar contaminações futuras. Essa pesquisa respeitou os aspectos éticos contidos na resolução 466/12, sendo aprovada pelo comitê de ética local, sob o parecer n° 146/2018. |
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Baz, Elisângela da CruzGomes, Giovana Calcagno2021-12-23T17:02:15Z2021-12-23T17:02:15Z2018BAZ, Elisângela da Cruz. Nascer e permanecer no hospital: o conhecimento dos pais acerca da sífilis congênita. 2018. 80 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande, Rio Grande.http://repositorio.furg.br/handle/1/10137A Sífilis Congênita é considerada uma das mais graves infecções verticalmente transmissíveis, devido às sequelas irreversíveis que pode causar no sistema neurológico do neonato. É possível perceber, devido à alta incidência dessa patologia no século XXI, que a população ainda não se apropriou do conhecimento acerca das formas de prevenção e tratamento da Sífilis Congênita e de suas consequências. Considerando que a ocorrência em si, da transmissão vertical da sífilis durante a gestação aponta a existência de uma lacuna no sistema de atenção a saúde pré-natal, esse estudo objetivou avaliar o conhecimento dos pais de recém-nascido internado com Sífilis Congênita acerca da doença. Realizou-se um estudo exploratório, descritivo com abordagem qualitativa, no primeiro semestre de 2018. Os dados foram coletados, nas dependências da Unidade de Pediatria de um Hospital Universitário do Sul do Estado, por meio de entrevistas semiestruturadas, gravadas e transcritas, sendo os participantes 12 familiares responsáveis pelos cuidados do recém-nascido com Sífilis Congênita. Após a coleta, os dados foram submetidos à análise temática, formando quatro categorias: conhecimento dos pais de recém-nascido internados com Sífilis Congênita acerca das causas da doença; conhecimento dos pais acerca das consequências da Sífilis Congênita; conhecimento dos pais acerca do tratamento e dos cuidados com o recém-nascido com Sífilis Congênita no hospital e os sentimentos dos pais acerca da necessidade de internação do recém-nascido com Sífilis Congênita. Foi possível evidenciar que a maioria dos participantes não realizou o tratamento medicamentoso da sífilis ou realizou de forma inadequada durante o período gestacional, negligenciando as repercussões dessa doença ao recém-nascido devido a sua característica assintomática. Em decorrência disso, as famílias passaram por um processo de difícil aceitação frente ao diagnóstico de Sífilis Congênita e a necessidade de permanência na unidade hospitalar, uma vez que desconhecem as causas, as consequências e o tratamento dessa doença, demostrando sentimentos que variam desde a culpa até a aceitação de ter transmitido ao filho, uma doença totalmente prevenível. Acredita-se que este estudo possibilitou identificar o conhecimento dos pais de recém-nascidos com Sífilis Congênita acerca da doença, subsidiando as intervenções de enfermagem na tentativa de evitar contaminações futuras. Essa pesquisa respeitou os aspectos éticos contidos na resolução 466/12, sendo aprovada pelo comitê de ética local, sob o parecer n° 146/2018.Congenital syphilis is considered one of the most serious vertically transmissible infections due to irreversible sequel that it can cause in the neonate's neurological system. It is possible to perceive, due to the high incidence of this pathology in the 21st century, that the population has not yet appropriated the knowledge about the forms of prevention and treatment of Congenital Syphilis and its consequences. Considering that the actual occurrence of vertical transmission of syphilis during pregnancy points to the existence of a gap in the prenatal health care system, this study aimed to evaluate the knowledge of the parents of a newborn hospitalized with Congenital Syphilis about the disease. An exploratory, descriptive study with a qualitative approach was performed in the first half of 2018. Data were collected at the Pediatrics Unit of a University Hospital of the Southern State, through semi-structured, recorded and transcribed interviews participants 12 family members responsible for the care of the newborn with Congenital Syphilis. After the collection, the data were submitted to thematic analysis, forming four categories: knowledge of the parents of newborns hospitalized with Congenital Syphilis about the causes of the disease; knowledge of the consequences of Congenital Syphilis; parents 'knowledge about the treatment and care of the newborn with Congenital Syphilis in the hospital and the parents' feelings about the need for hospitalization of the newborn with Congenital Syphilis. It was possible to show that most of the participants did not undergo the syphilis drug treatment or performed inadequately during the gestational period, neglecting the repercussions of this disease on the newborn due to its asymptomatic characteristic. As a result, the families have undergone a process of difficult acceptance against the diagnosis of Congenital Syphilis and the necessity of permanence in the hospital unit, since they do not know the causes, the consequences and the treatment of this disease, showing feelings that vary from the fault until the acceptance of having transmitted to the son, a totally preventable disease. It is believed that this study made it possible to identify the knowledge of the parents of newborns with Congenital Syphilis about the disease, subsidizing the nursing interventions in an attempt to avoid future contaminations. This research respected the ethical aspects contained in resolution 466/12 and was approved by the local ethics committee, according to opinion 146/2018.La Sífilis Congénita es considerada una de las más graves infecciones verticalmente transmisibles, debido a las secuelas irreversibles que puede causar en el sistema neurológico del neonato. Es posible percibir, debido a la alta incidencia de esa patología en el siglo XXI, que la población aún no se apropió del conocimiento acerca de las formas de prevención y tratamiento de la Sífilis Congénita y de sus consecuencias. Considerando que la ocurrencia en sí de la transmisión vertical de la sífilis durante la gestación apunta la existencia de una laguna en el sistema de atención a la salud prenatal, este estudio objetivó evaluar el conocimiento de los padres de recién nacido internado con Sífilis Congénita acerca de la enfermedad. Se realizó un estudio exploratorio, descriptivo con abordaje cualitativo, en el primer semestre de 2018. Los datos fueron recolectados, en las dependencias de la Unidad de Pediatría de un Hospital Universitario del Sur del Estado, por medio de entrevistas semiestructuradas, grabadas y transcritas, participantes 12 familiares responsables de los cuidados del recién nacido con Sífilis Congénita. Después de la recolección, los datos fueron sometidos al análisis temático, formando cuatro categorías: conocimiento de los padres de recién nacidos internados con Sífilis Congénita acerca de las causas de la enfermedad; conocimiento de los padres acerca de las consecuencias de la sífilis congénita; conocimiento de los padres acerca del tratamiento y de los cuidados con el recién nacido con Sífilis Congénita en el hospital y los sentimientos de los padres acerca de la necesidad de internación del recién nacido con Sífilis Congénita. Es posible evidenciar que la mayoría de los participantes no realizaron el tratamiento medicamentoso de la sífilis o realizó de forma inadecuada durante el período gestacional, descuidando las repercusiones de esa enfermedad al recién nacido debido a su característica asintomática. En consecuencia, las familias pasaron por un proceso de difícil aceptación frente al diagnóstico de Sífilis Congénita y la necesidad de permanencia en la unidad hospitalaria, una vez que desconocen las causas, las consecuencias y el tratamiento de esa enfermedad, demostrando sentimientos que varían desde la culpa hasta la aceptación de haber transmitido al hijo, una enfermedad totalmente prevenible. Se cree que este estudio posibilitó identificar el conocimiento de los padres de recién nacidos con Sífilis Congénita acerca de la enfermedad, subsidiando las intervenciones de enfermería en el intento de evitar contaminaciones futuras. Esta investigación respetó los aspectos éticos contenidos en la resolución 466/12, siendo aprobada por el comité de ética local, bajo el dictamen n ° 146/2018.porRecém-nascidoCriança hospitalizadaFamíliaSífilis CongênitaEnfermagemNewbornHospitalized ChildFamilyCongenital syphilisNursingRecién nacidoNiño HospitalizadoFamiliaSífilis CongénitaEnfermeríaNascer e permanecer no hospital: o conhecimento dos pais acerca da sífilis congênitaBirth and stay in the hospital: the parents' knowledge about congenital syphilisNacer y permanecer en el hospital: el conocimiento de los padres acerca de la sífilis congénitainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)instname:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)instacron:FURGLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.furg.br/bitstreams/c9154fa7-0e1f-4589-8da9-000cabd73239/download8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52falseAnonymousREADORIGINALELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdfELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdfapplication/pdf855470https://repositorio.furg.br/bitstreams/0ad0d8d9-d811-4d62-8d8e-f01074f76966/download178d01398ae40e0668e5b5f557c040ddMD51trueAnonymousREADTEXTELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdf.txtELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdf.txtExtracted texttext/plain103138https://repositorio.furg.br/bitstreams/e659ca0b-1e99-433c-9147-4a2263990afe/download30fd3dd2f0519917a9873b6366274f41MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdf.jpgELISÂNGELA DA CRUZ BAZ.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2653https://repositorio.furg.br/bitstreams/9dd8461a-b6c6-4425-b7bd-17559a4ba478/downloadb80fbd7d69ff8f5e08e2669e8943ff99MD54falseAnonymousREAD1/101372025-12-10 00:17:44.062open.accessoai:repositorio.furg.br:1/10137https://repositorio.furg.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.furg.br/oai/request || http://200.19.254.174/oai/requestrepositorio@furg.br||sib.bdtd@furg.bropendoar:2025-12-10T03:17:44Repositório Institucional da FURG (RI FURG) - Universidade Federal do Rio Grande (FURG)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo= |
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