O outro lado do processo terapêutico: o que terapeutas comportamentais aprendem atendendo
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
Escola de Ciências Sociais e da Saúde Brasil PUC Goiás Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em Psicologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/5177 |
Resumo: | Para a Terapia Analítico Comportamental (TAC), a psicoterapia tem como foco a ampliação do repertório do cliente para que este seja melhor instrumentalizado no enfrentamento dos problemas cotidianos. Inevitavelmente, o terapeuta também amplia o seu repertório como resultado da interação com o cliente. O objetivo deste estudo foi identificar o quê e como os terapeutas comportamentais aprendem ao longo de suas experiências clínicas na relação com seus clientes. Foi desenvolvido um estudo com 14 terapeutas comportamentais, por meio de entrevistas semiestruturadas, para compreender a aprendizagem do terapeuta com o cliente. O método foi pautado na Grounded Theory Analysis. Os resultados sugerem que os atendimentos clínicos e a relação com os clientes influenciam na formação do terapeuta e ensinam ao profissional não só sobre a prática clínica, como também aspectos para sua vida pessoal. O trabalho com o cliente é uma oportunidade para aprender, e este aprendizado, direciona o desenvolvimento profissional do terapeuta. Foi observado que, a aprendizagem é bilateral (terapeuta-cliente), gradual e cumulativa e interage com a adesão teórica do terapeuta, com o desafio que o terapeuta encontra no caso, com os paralelos que o terapeuta traça com sua própria vida, com o estudo contínuo do terapeuta e com a supervisão em que se engaja. Esta aprendizagem reverbera na prática clínica do profissional, esclarecendo as coordenadas do processo terapêutico, quando o terapeuta aprende sobre a singularidade de cada cliente, sobre a responsabilidade do cliente com seu progresso, sobre a sua responsabilidade como terapeuta e sobre suas limitações como terapeuta. Ela também afina suas competências clínicas. O terapeuta aprende a enxergar além de rótulos e julgamentos, a postura a assumir como terapeuta, a ser flexível e autêntico. O terapeuta comportamental também aprimora suas estratégias clínicas, aprendendo a ceder espaço para o cliente, respeitar o tempo do cliente e a responder às necessidades do cliente. Aprimora o manejo de riscos e incômodos que envolvem a proximidade com o cliente, aproveita equívocos a favor da terapia e aprimora a forma como lida com a cobrança de honorários. O aprendizado do terapeuta também foi observado extrapolando o contexto clínico, ensinado também para a vida pessoal do terapeuta sobre automanejo na relação com o outro: aceitar sem julgar, compreender as singularidades e respeitar o tempo do outro. Ensinou também sobre automanejo na relação consigo: ser tolerante e flexível, ampliar suas perspectivas sobre resiliência humana e sobre si, colocar em perspectiva suas relações familiares e suas próprias questões. O cliente ensina sobre a remanescência no repertório cotidiano na adoção de topografia/comportamentos do 8 cliente e na ampliação da cultura. Sendo assim o cliente é participante ativo na formação dos terapeutas e influencia também em aspectos da vida pessoal do profissional |
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O outro lado do processo terapêutico: o que terapeutas comportamentais aprendem atendendoThe other side of the therapeutic process: what behavioral therapists learn from working withRelacionamento terapêuticoAprendizado do terapeutaTerapia comportamentalGrounded theory analysisTherapeutic relationshipTherapist learningBehavior therapyCiências HumanasPsicologiaPara a Terapia Analítico Comportamental (TAC), a psicoterapia tem como foco a ampliação do repertório do cliente para que este seja melhor instrumentalizado no enfrentamento dos problemas cotidianos. Inevitavelmente, o terapeuta também amplia o seu repertório como resultado da interação com o cliente. O objetivo deste estudo foi identificar o quê e como os terapeutas comportamentais aprendem ao longo de suas experiências clínicas na relação com seus clientes. Foi desenvolvido um estudo com 14 terapeutas comportamentais, por meio de entrevistas semiestruturadas, para compreender a aprendizagem do terapeuta com o cliente. O método foi pautado na Grounded Theory Analysis. Os resultados sugerem que os atendimentos clínicos e a relação com os clientes influenciam na formação do terapeuta e ensinam ao profissional não só sobre a prática clínica, como também aspectos para sua vida pessoal. O trabalho com o cliente é uma oportunidade para aprender, e este aprendizado, direciona o desenvolvimento profissional do terapeuta. Foi observado que, a aprendizagem é bilateral (terapeuta-cliente), gradual e cumulativa e interage com a adesão teórica do terapeuta, com o desafio que o terapeuta encontra no caso, com os paralelos que o terapeuta traça com sua própria vida, com o estudo contínuo do terapeuta e com a supervisão em que se engaja. Esta aprendizagem reverbera na prática clínica do profissional, esclarecendo as coordenadas do processo terapêutico, quando o terapeuta aprende sobre a singularidade de cada cliente, sobre a responsabilidade do cliente com seu progresso, sobre a sua responsabilidade como terapeuta e sobre suas limitações como terapeuta. Ela também afina suas competências clínicas. O terapeuta aprende a enxergar além de rótulos e julgamentos, a postura a assumir como terapeuta, a ser flexível e autêntico. O terapeuta comportamental também aprimora suas estratégias clínicas, aprendendo a ceder espaço para o cliente, respeitar o tempo do cliente e a responder às necessidades do cliente. Aprimora o manejo de riscos e incômodos que envolvem a proximidade com o cliente, aproveita equívocos a favor da terapia e aprimora a forma como lida com a cobrança de honorários. O aprendizado do terapeuta também foi observado extrapolando o contexto clínico, ensinado também para a vida pessoal do terapeuta sobre automanejo na relação com o outro: aceitar sem julgar, compreender as singularidades e respeitar o tempo do outro. Ensinou também sobre automanejo na relação consigo: ser tolerante e flexível, ampliar suas perspectivas sobre resiliência humana e sobre si, colocar em perspectiva suas relações familiares e suas próprias questões. O cliente ensina sobre a remanescência no repertório cotidiano na adoção de topografia/comportamentos do 8 cliente e na ampliação da cultura. Sendo assim o cliente é participante ativo na formação dos terapeutas e influencia também em aspectos da vida pessoal do profissionalFor Behavioral Analytic Therapy, psychotherapy is focused on expanding the client's repertoire so that he/she is better equipped to deal with everyday problems. Inevitably, the therapist also enlarges as a result of interaction with the client. The aim of this study was to identify what and how behavioral therapists learn throughout their clinical experiences in relation to their clients. A study was developed with 14 behavioral therapists, through semistructured changes, to understand the therapist's learning with the client. The method was based on the Analysis of Grounded Theory.The results suggest that clinical care and the relationship with clients influence the therapist's training and teach the professional not only about clinical practice, as well as aspects for your personal life. Working with the client is an opportunity to learn and this learning drives the therapist's professional development. It was observed that learning is bilateral (therapist-client), gradual and cumulative and interacts with the theoretical adherence of the therapist, with the challenge that the therapist encounters in the case, with the parallels that the therapist draws with his own life, with the continuous study of the therapist and with the supervision in which he engages. This learning reverberates in the professional's clinical practice, clarifying the coordinates of the therapeutic process, when the therapist learns about the uniqueness of each client, about the client's responsibility for their progress, about their responsibility as a therapist and about their limitations as a therapist. It also sharpens your clinical skills. The therapist learns to see beyond labels and judgments, the posture to take as a therapist, to be flexible and authentic. Behavioral therapists also improve their clinical strategies by learning to make room for the client, respect the client's time, and respond to the client's needs. It improves the management of risks and annoyances that involve proximity to the client, takes advantage of misconceptions in favor of therapy and improves the way it handles fee collection. The therapist's learning was also observed extrapolating the clinical context, also taught to the therapist's personal life about self-management in the relationship with the other: accepting without judging, understanding the singularities and respecting the other's time. He also taught about selfmanagement in the relationship with you: being tolerant and flexible, broaden their perspectives on human resilience and on themselves, put their family relationships and their own issues into perspective. The client teaches about remanence in the daily repertoire in adopting topography/client behavior and expanding culture. Thus, the client is an active 10 participant in the training of therapists and also influences aspects of the professional's personal lifePontifícia Universidade Católica de GoiásEscola de Ciências Sociais e da SaúdeBrasilPUC GoiásPrograma de Pós-Graduação STRICTO SENSU em PsicologiaVandenberghe, Luc Marcel Adhemarhttp://lattes.cnpq.br/5143352856295345Resende, Ana Cristinahttp://lattes.cnpq.br/5000386479237044Oshiro, Cláudia Kami Bastoshttp://lattes.cnpq.br/5408288538231957Silveira, Jocelaine Martins dahttp://lattes.cnpq.br/4872056214195619Marcon, Roberta Maiahttp://lattes.cnpq.br/1427349763491039Cunha, Olivia Rodrigues da2025-04-01T21:11:16Z2022-02-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfCUNHA, Olivia Rodrigues da. O outro lado do processo terapêutico: o que terapeutas comportamentais aprendem atendendo. 2022. 157 f. Tese (Doutorado em Psicologia) -- Escola de Ciências Sociais e da Saúde Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2022.https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/5177porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)instname:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)instacron:PUC_GO2025-09-02T13:59:21Zoai:ambar:tede/5177Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucgoias.edu.br:8080/http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/oai/requesttede@pucgoias.edu.bropendoar:65932025-09-02T13:59:21Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)false |
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