[pt] FEMINISMOS E AS POÉTICAS DO DISSENSO: OS CAMINHOS DA POLÍTICA COMO DANO A PARTIR DE JACQUES RANCIÈRE
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] Esta dissertação tem por objetivo pensar o feminismo como política dissensual, a partir do filósofo Jacques Rancière, considerando a política como um desentendimento com a ordem hegemônica – nesse caso, o patriarcado. No século XIX a entrada na cena pública das mulheres como agentes, apesar de não serem autorizadas a fazê-lo, promoveu um dano que fez aquilo que era ruído se tornar palavra. Palavra essa que abriu espaço para sensibilidades que não estavam dadas de antemão. Apesar de Rancière não falar diretamente de feminismo, é possível fazer seus conceitos, tais como dissenso, parte dos sem parte e emancipação, operarem em diálogo com uma epistemologia feminista. Ademais, entendendo que a política, nesses termos, é vinculada a um campo sensível, há nela uma dimensão estética. Quando pensamos em estética como arte assumimos que, para Rancière, no Regime Estético, há uma condição de indeterminação nela, na arte, que abre um campo de possibilidades para tornar algo visível ou dizível. Nesse sentido, a pesquisa também se desdobra para pensar o feminismo nas artes e o modo como estética e política se entrelaçam. |
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[pt] FEMINISMOS E AS POÉTICAS DO DISSENSO: OS CAMINHOS DA POLÍTICA COMO DANO A PARTIR DE JACQUES RANCIÈRE[en] FEMINISMS AND DISSENSUS POETICS: THE PATHS OF THE POLITICS OF WRONG STEMMING FROM JACQUES RANCIÈRE[pt] POLITICA[pt] DISSENSO[pt] FEMINISMOS[pt] JACQUES RANCIERE[pt] ESTETICA[en] POLICY[en] DISSENSUS[en] FEMINISM[en] JACQUES RANCIERE[en] AESTHETICS[pt] Esta dissertação tem por objetivo pensar o feminismo como política dissensual, a partir do filósofo Jacques Rancière, considerando a política como um desentendimento com a ordem hegemônica – nesse caso, o patriarcado. No século XIX a entrada na cena pública das mulheres como agentes, apesar de não serem autorizadas a fazê-lo, promoveu um dano que fez aquilo que era ruído se tornar palavra. Palavra essa que abriu espaço para sensibilidades que não estavam dadas de antemão. Apesar de Rancière não falar diretamente de feminismo, é possível fazer seus conceitos, tais como dissenso, parte dos sem parte e emancipação, operarem em diálogo com uma epistemologia feminista. Ademais, entendendo que a política, nesses termos, é vinculada a um campo sensível, há nela uma dimensão estética. Quando pensamos em estética como arte assumimos que, para Rancière, no Regime Estético, há uma condição de indeterminação nela, na arte, que abre um campo de possibilidades para tornar algo visível ou dizível. Nesse sentido, a pesquisa também se desdobra para pensar o feminismo nas artes e o modo como estética e política se entrelaçam.[en] This dissertation aims to think feminism as a dissensual politics, from philosopher Jacques Rancière s theory, considering politics as a disagreement with the hegemonistic order - in this case, patriarchy. In the 19th century women entering the public scene as agents, although not allowed to, promoted a wrong that made what was noise to become a word. A word which opened space for sensibilities that were not given beforehand. Even though Rancière did not speak directly about feminism, it is possible to make his concepts, such as dissensus, part of those who have no part and emancipation, operate in dialogue with a feminist epistemology. Furthermore, understanding that politics, in these terms, is connected to an invisible field, there is an aesthetic dimension in it. While we think of aesthetics as art, we assume that, for Rancière, in the Aesthetic Regime there is a condition of indetermination in art, which opens a field of possibilities to turn something visible or sayable. In this sense, this research also develops to think feminism in art and the way aesthetics and politics intertwine.MAXWELLLUIZ CAMILLO DOLABELLA PORTELLA OSORIO DE ALMEIDALUIZ CAMILLO DOLABELLA PORTELLA OSORIO DE ALMEIDALUCIA DIAS COSTA BARROS2023-10-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=64295&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=64295&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.64295porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2023-10-11T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:64295Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342023-10-11T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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[pt] Esta dissertação tem por objetivo pensar o feminismo como política dissensual, a partir do filósofo Jacques Rancière, considerando a política como um desentendimento com a ordem hegemônica – nesse caso, o patriarcado. No século XIX a entrada na cena pública das mulheres como agentes, apesar de não serem autorizadas a fazê-lo, promoveu um dano que fez aquilo que era ruído se tornar palavra. Palavra essa que abriu espaço para sensibilidades que não estavam dadas de antemão. Apesar de Rancière não falar diretamente de feminismo, é possível fazer seus conceitos, tais como dissenso, parte dos sem parte e emancipação, operarem em diálogo com uma epistemologia feminista. Ademais, entendendo que a política, nesses termos, é vinculada a um campo sensível, há nela uma dimensão estética. Quando pensamos em estética como arte assumimos que, para Rancière, no Regime Estético, há uma condição de indeterminação nela, na arte, que abre um campo de possibilidades para tornar algo visível ou dizível. Nesse sentido, a pesquisa também se desdobra para pensar o feminismo nas artes e o modo como estética e política se entrelaçam. |
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