[pt] O ALVO QUE A BALA INSISTE EM ACHAR: UMA ANÁLISE DA POLÍTICA DE (IN) SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ENTRE OS ANOS DE 2019 E 2021
| Ano de defesa: | 2025 |
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MAXWELL
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Resumo: | [pt] Este trabalho teve como objetivo geral analisar como foi realizada a gestão da segurança pública no estado do Rio de Janeiro, em particular na capital fluminense, durante a permanência de Wilson Witzel na gestão do executivo estadual, entre os anos de 2019 e 2021, quando se identifica uma inflexão neoconservadora e ascensão da extrema direita através do pleito eleitoral no país. Em relação aos objetivos específicos, destacam-se: a) identificar como o processo de formação social e econômico influenciou a política de segurança historicamente no Brasil e no estado do Rio de Janeiro; b) analisar como a mídia hegemônica atuou durante as operações policiais e as ações de segurança no período; e c) analisar possíveis inflexões na política de segurança pública no governo vinculado a um projeto conservador, vencedor das eleições de 2018 no Brasil e no estado do Rio de Janeiro. Optou-se pela análise documental como proposta metodológica para esta pesquisa, constituindo a dissertação através de variados exercícios analíticos, por fontes de várias ordens, por meio: do levantamento de estudos bibliográficos e do resgate e apoio em um corpus material (estudos, pesquisas, músicas e matérias/reportagens). A militarização das favelas está longe de constituir uma anomalia, representa um regime ordinário de governo, sustentado por uma racionalidade necropolítica (Mbembe, 2018), em que o poder soberano do Estado se exerce sobretudo pela capacidade de decidir quem pode viver e quem deve morrer. A criminalização sistemática dos territórios populares racializados e a produção midiática da violência operam como tecnologias de controle e espetacularização que consolidam a naturalização da morte como política pública. A articulação entre urbanismo, segurança e racismo institucional confere sentido à violência estatal não como falência, mas como modus operandi de uma governança que legitima a eliminação de vidas consideradas excedentes. Nesse arranjo, as favelas e periferias não são apenas espaços de exceção, mas zonas de sacrifício legitimadas por uma lógica que combina racismo estrutural, colonialidade e espetáculo. Apropriando-se do vocabulário neoliberal da punição e do autoritarismo — fenômenos em expansão global —, as operações policiais aprofundam a relação entre exclusão territorial e violência, principalmente por meio da criminalização sistemática e do extermínio, práticas que se tornaram normativas na administração dos territórios periféricos e de favela. Como principais resultados, tem-se que a formação social e econômica do Brasil instituiu historicamente uma cultura de violência estatal, especialmente contra os populações racializadas e empobrecidas da sociedade. O estudo aponta que a opinião pública, influenciada por discursos midiáticos e ideológicos, contribuiu para a legitimação do genocídio de juventudes negras e periféricas no período analisado. O movimento de extrema direita que cresceu no país ao longo dos anos se apropriou do tema da segurança pública, moldando discursos pautados na criminalização da pobreza e na lógica punitiva como forma de governo. Identificou-se que o governo eleito utilizou a espetacularização da violência para mascarar a reprodução das desigualdades, legitimando a eliminação seletiva das populações marginalizadas. |
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[pt] O ALVO QUE A BALA INSISTE EM ACHAR: UMA ANÁLISE DA POLÍTICA DE (IN) SEGURANÇA PÚBLICA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ENTRE OS ANOS DE 2019 E 2021[en] THE TARGET THE BULLET INSISTS ON HITTING: AN ANALYSIS OF PUBLIC (IN) SECURITY POLICY IN THE STATE OF RIO DE JANEIRO FROM 2019 TO 2021[pt] ESTADO[pt] GOVERNO WILSON WITZEL[pt] EXTREMA DIREITA[pt] SEGURANCA PUBLICA[pt] HEGEMONIA[en] STATE[en] WILSON WITZEL GOVERNMENT[en] FAR RIGHT[en] PUBLIC SECURITY[en] HEGEMONY[pt] Este trabalho teve como objetivo geral analisar como foi realizada a gestão da segurança pública no estado do Rio de Janeiro, em particular na capital fluminense, durante a permanência de Wilson Witzel na gestão do executivo estadual, entre os anos de 2019 e 2021, quando se identifica uma inflexão neoconservadora e ascensão da extrema direita através do pleito eleitoral no país. Em relação aos objetivos específicos, destacam-se: a) identificar como o processo de formação social e econômico influenciou a política de segurança historicamente no Brasil e no estado do Rio de Janeiro; b) analisar como a mídia hegemônica atuou durante as operações policiais e as ações de segurança no período; e c) analisar possíveis inflexões na política de segurança pública no governo vinculado a um projeto conservador, vencedor das eleições de 2018 no Brasil e no estado do Rio de Janeiro. Optou-se pela análise documental como proposta metodológica para esta pesquisa, constituindo a dissertação através de variados exercícios analíticos, por fontes de várias ordens, por meio: do levantamento de estudos bibliográficos e do resgate e apoio em um corpus material (estudos, pesquisas, músicas e matérias/reportagens). A militarização das favelas está longe de constituir uma anomalia, representa um regime ordinário de governo, sustentado por uma racionalidade necropolítica (Mbembe, 2018), em que o poder soberano do Estado se exerce sobretudo pela capacidade de decidir quem pode viver e quem deve morrer. A criminalização sistemática dos territórios populares racializados e a produção midiática da violência operam como tecnologias de controle e espetacularização que consolidam a naturalização da morte como política pública. A articulação entre urbanismo, segurança e racismo institucional confere sentido à violência estatal não como falência, mas como modus operandi de uma governança que legitima a eliminação de vidas consideradas excedentes. Nesse arranjo, as favelas e periferias não são apenas espaços de exceção, mas zonas de sacrifício legitimadas por uma lógica que combina racismo estrutural, colonialidade e espetáculo. Apropriando-se do vocabulário neoliberal da punição e do autoritarismo — fenômenos em expansão global —, as operações policiais aprofundam a relação entre exclusão territorial e violência, principalmente por meio da criminalização sistemática e do extermínio, práticas que se tornaram normativas na administração dos territórios periféricos e de favela. Como principais resultados, tem-se que a formação social e econômica do Brasil instituiu historicamente uma cultura de violência estatal, especialmente contra os populações racializadas e empobrecidas da sociedade. O estudo aponta que a opinião pública, influenciada por discursos midiáticos e ideológicos, contribuiu para a legitimação do genocídio de juventudes negras e periféricas no período analisado. O movimento de extrema direita que cresceu no país ao longo dos anos se apropriou do tema da segurança pública, moldando discursos pautados na criminalização da pobreza e na lógica punitiva como forma de governo. Identificou-se que o governo eleito utilizou a espetacularização da violência para mascarar a reprodução das desigualdades, legitimando a eliminação seletiva das populações marginalizadas. [en] This study aimed to analyze how public security management was carried out in the state of Rio de Janeiro, particularly in the state capital, during Wilson Witzel s administration of the state executive branch, between 2019 and 2021. This period is marked by a neoconservative inflection and the rise of the far right through the electoral process in Brazil. Regarding the specific objectives, the study focused on: a) identifying how the process of social and economic formation historically influenced public security policies in Brazil and in the state of Rio de Janeiro; b) analyzing how the hegemonic media acted during police operations and security measures in the period; and c) examining possible inflections in public security policies under a government aligned with a conservative project that won the 2018 elections in both Brazil and the state of Rio de Janeiro. Documentary analysis was adopted as the methodological approach for this research, constructing the dissertation through varied analytical exercises and drawing on multiple sources, including bibliographic studies as well as a material corpus composed of academic works, research studies, music, and journalistic articles/reports. The militarization of favelas is far from being an anomaly; it represents an ordinary regime of governance, sustained by a necropolitical rationality (Mbembe, 2018), in which the sovereign power of the State is exercised primarily through its capacity to decide who may live and who must die. The systematic criminalization of racialized popular territories and the media production of violence function as technologies of control and spectacularization, consolidating the naturalization of death as a form of public policy. The intersection of urban planning, security, and institutional racism frames state violence not as a failure, but as the modus operandi of a governance model that legitimizes the elimination of lives deemed expendable. Within this arrangement, favelas and peripheral areas are not merely spaces of exception but rather sacrifice zones legitimized by a logic that combines structural racism, coloniality, and spectacle. By appropriating the neoliberal vocabulary of punishment and authoritarianism — phenomena with global reach — police operations deepen the relationship between territorial exclusion and violence, mainly through the systematic criminalization and extermination of marginalized populations, practices that have become normative in the administration of peripheral and favela territories. The main findings indicate that Brazil’s social and economic formation has historically established a culture of state violence, especially against racialized and impoverished populations. The study demonstrates that public opinion, influenced by media and ideological discourses, contributed to legitimizing the genocide of Black and peripheral youth during the analyzed period. Furthermore, the rise of the far-right movement in Brazil over the years has appropriated the issue of public security, shaping narratives grounded in the criminalization of poverty and a punitive logic as tools of governance. The research also reveals that the elected government used the spectacularization of violence to mask the reproduction of inequalities, thereby legitimizing the selective elimination of marginalized populations.MAXWELLARIANE REGO DE PAIVAARIANE REGO DE PAIVAIAN JOSÉ MARINHO DIAS2025-11-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=74374&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=74374&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.74374porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2025-11-27T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:74374Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342025-11-27T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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