[pt] O ANO QUE TEVE E NÃO TEVE CARNAVAL NO RIO DE JANEIRO: A CIDADE (RE)VELADA PELAS LENTES DOS CARNAVAIS DE 2022
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] A presente dissertação foi construída a partir de inquietações com relação aos projetos de cidade e construções de espaços que são produzidos por meio de fronteiras físicas e simbólicas. À luz de tais pontos, reconheço a Cidade do Rio de Janeiro como um espaço dotado de disputas socioespaciais que expõe, por meio de exceções e continuidades, opressões e resistências, imagens de uma cidade fragmentada e disputada. No intuito de aprofundar a análise acerca da imaginada Cidade Maravilhosa, proponho a utilização dos carnavais cariocas, tanto em uma perspectiva histórica, quanto em um viés de práticas carnavalescas mais contemporâneas, como lente de análise. Por meio da adoção da folia momesca como lente de análise, defendo que é possível tensionar a divisão espacial e social da cidade, trazendo para o centro da pesquisa noções como segregação espacial, ordem e desordem, controle e ideais de higienização. Considerando estas noções, enxergo o caso da pandemia do coronavírus (COVID-19) como um objeto de análise que permite explorar a natureza política destas categorias e, principalmente, o cruzamento entre essa crise sanitária e os carnavais do ano de 2022. Diante do exposto, a presente pesquisa busca compreender para o que e para quem o Rio de Janeiro é moldado. |
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[pt] O ANO QUE TEVE E NÃO TEVE CARNAVAL NO RIO DE JANEIRO: A CIDADE (RE)VELADA PELAS LENTES DOS CARNAVAIS DE 2022[en] THE YEAR THAT HAD AND DIDN T HAVE CARNIVAL IN RIO DE JANEIRO: THE CITY (RE)VEILED THROUGH THE LENS OF THE CARNIVALS OF 2022[pt] ESTADO DO RIO DE JANEIRO[pt] CONTROLE[pt] COVID-19[pt] CARNAVAL[pt] ESPACO[en] RIO DE JANEIRO STATE[en] CONTROL[en] COVID-19[en] CARNIVAL[en] SPACE[pt] A presente dissertação foi construída a partir de inquietações com relação aos projetos de cidade e construções de espaços que são produzidos por meio de fronteiras físicas e simbólicas. À luz de tais pontos, reconheço a Cidade do Rio de Janeiro como um espaço dotado de disputas socioespaciais que expõe, por meio de exceções e continuidades, opressões e resistências, imagens de uma cidade fragmentada e disputada. No intuito de aprofundar a análise acerca da imaginada Cidade Maravilhosa, proponho a utilização dos carnavais cariocas, tanto em uma perspectiva histórica, quanto em um viés de práticas carnavalescas mais contemporâneas, como lente de análise. Por meio da adoção da folia momesca como lente de análise, defendo que é possível tensionar a divisão espacial e social da cidade, trazendo para o centro da pesquisa noções como segregação espacial, ordem e desordem, controle e ideais de higienização. Considerando estas noções, enxergo o caso da pandemia do coronavírus (COVID-19) como um objeto de análise que permite explorar a natureza política destas categorias e, principalmente, o cruzamento entre essa crise sanitária e os carnavais do ano de 2022. Diante do exposto, a presente pesquisa busca compreender para o que e para quem o Rio de Janeiro é moldado.[en] This dissertation was developed out of concerns about city projects and the construction of spaces that are produced through physical and symbolic borders. In light of these points, I recognize the city of Rio de Janeiro as a space endowed with socio-spatial disputes that expose, through exceptions and continuities, oppressions and resistances, images of a fragmented and disputed city. In order to deepen the analysis of the imagined Marvelous City, I propose using Rio s carnivals, both from a historical perspective and from the perspective of more contemporary carnival practices, as a lens for analysis. By adopting Carnival revelry as a lens of analysis, I argue that it is possible to put a strain on the spatial and social division of the city, bringing notions such as spatial segregation, order and disorder, control and hygienic ideals to the center of the research. Considering these notions, I see the case of the coronavirus pandemic (COVID-19) as an object of analysis that allows us to explore the political nature of these categories and, above all, the intersection between this health crisis and the carnivals of the year 2022. Considering the above, this research seeks to understand for what and for whom Rio de Janeiro is shaped.MAXWELLMARTA REGINA FERNANDEZ Y GARCIA MORENOMARTA REGINA FERNANDEZ Y GARCIA MORENOMARTA REGINA FERNANDEZ Y GARCIA MORENOVITORIA DE FARIA RIBEIRO2024-01-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=65906&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=65906&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.65906porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-01-17T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:65906Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342024-01-17T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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