Jogos nas aulas de matemática : brincadeira ou aprendizagem? o que pensam os professores?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Jelinek, Karin Ritter
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Fíca
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/3487
Resumo: As escolas contemporâneas estão passando por um processo de transformação, buscando um ensino mais significativo e atraente para o aluno. Frente à essa realidade, está sendo solicitado aos professores que façam uso de diferentes ferramentas e estratégias de ensino e aprendizagem, como por exemplo, os jogos. Contudo, resta a dúvida de como usá-los: Qualquer atividade que envolva brincadeiras pode ser considerada um jogo? Qual a maneira mais adequada e eficiente para fazer uso de tal ferramenta? Procurando responder a questões como as acima expostas, realizou-se esta pesquisa, que tem como objetivo principal investigar de que forma os jogos podem ser utilizados nas aulas de Matemática e qual o paradigma dos professores em relação aos mesmos. Dessa forma, antes de compreender as diferentes potencialidades dessa ferramenta, se faz necessário definir o que são jogos e quais as suas principais características. Assim, este estudo inicia-se por um levantamento bibliográfico detalhado, fazendo-se uso de autores clássicos como Johan Huizinga, Gilles Brogère, Guy Jacquin e Anton Makarenko; e de autores que se destacam atualmente, como Gilda Rizzo, Isabel Lara, Vania Dohme e Júlia Motta. Na busca de pressupostos teóricos que esclarecessem de que forma os jogos podem ser benéficos no processo de ensino e aprendizagem, diferentes dimensões de análise poderiam ser abordadas, todavia, procurou-se manter fidelidade aos objetivos iniciais dessa pesquisa. Em um segundo momento, o estudo contempla um levantamento dos paradigmas dos professores em relação aos jogos, e como fazem uso deles em sala de aula. Para a realização dessa última etapa, estruturou-se uma pesquisa escrita que foi aplicada à professores de Ensino Fundamental e Médio de diferentes escolas estaduais e particulares da Grande Porto Alegre. Pode-se concluir que os educadores das séries iniciais do ensino fundamental dominam com mais clareza a ferramenta a que nos referimos, e que muitos professores de ensino fundamental e médio, apesar de terem conhecimento de seus benefícios para a educação, ainda apresentam dificuldades em fazer uso dela na escola. Um problema inicial é o fato de os professores não terem claro o que é um jogo, realidade esta agravada pela ausência de literatura e materiais destinados ao ensino fundamental e médio. Outros fatores, tal como a falta de preparo para se fazer uso de um diferente instrumento de ensino e aprendizagem, também são analisadas através das respostas dos professores
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