Prática regular de dança: relação com qualidade de vida, autoimagem, autoestima e sintomas depressivos em mulheres pós-menopáusicas de um grupo de convivência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Montenegro, Zilda Maria Coelho
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2747
Resumo: Introdução: O aumento da expectativa de vida traz novas demandas no que diz respeito à criação de estratégias para proporcionar um envelhecimento saudável e com melhor qualidade de vida à população. A dança pode ser um desses caminhos, por ser uma atividade de baixo custo e culturalmente aceita. Objetivos: Avaliar a relação entre a prática regular da dança, qualidade de vida, autoimagem e autoestima em mulheres pós-menopáusicas e sintomas depressivos em idosas. Métodos: Ensaio clínico de abordagem quanti-qualitativa, realizado com uma amostra de mulheres pós-menopáusicas de um grupo de convivência na cidade de Bayeux, PB, Brasil. O estudo foi realizado em três etapas, sendo uma avaliação inicial, três meses de intervenção com aulas de dança e uma avaliação final. Foram aplicados os seguintes instrumentos: WHOQOL-bref, Questionário de Autoimagem e autoestima de Stobäus, Escala de Depressão Geriátrica Yesavage, ficha informativa incluindo dados socioeconômicos e de saúde e um questionário com questões abertas. Para comparar médias entre os momentos avaliados, foi utilizado o teste t-Student pareado. Em caso de assimetria, foi aplicado o teste de Wilcoxon. Na avaliação de proporções foi utilizado o teste de McNemar. Foi adotado o nível de significância de 5% (p0,05) e as análises foram realizadas no programa SPSS versão 18.0. A análise qualitativa foi feita através da técnica de Análise de Conteúdo, proposta por Bardin. O Estudo teve início após a aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da PUCRS e seguiu as normas da Resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados: Participaram 38 mulheres com média de idade de 62,7±7,2 anos, com predomínio de mulheres casadas, a maioria com ensino fundamental incompleto e renda, em mediana, de um salário mínimo. Destas, 73,7% relataram problemas de saúde sendo a maioria com doenças cardiovasculares. A maioria dos sujeitos acredita que a dança significa saúde, está satisfeita com o próprio corpo, e referiu que a dança proporciona bem estar. Houve melhora significativa no domínio social do WHOQOL-bref (p=0,033). A autoimagem e autoestima, que já eram positivas, no início do estudo não sofreram alteração significativa. O nível de escolaridade se associou significativamente à adesão à dança. Os sujeitos que mais aumentaram sua AIAE foram os que mais reduziram os sintomas depressivos (p=0,050). Houve associação positiva estatisticamente significativa entre as variações do escore geral de QV do WHOQOL-bref com as variações do escore de AIAE (p=0,043). Conclusão: Os resultados indicaram que as doenças cardiovasculares são as que mais atingem os sujeitos da amostra; a dança é vista como uma atividade que favorece a saúde e que proporciona alegria, satisfação e bem estar. Se praticada regularmente, pode melhorar a qualidade de vida de mulheres pós menopáusicas, em especial no que diz respeito ao domínio social. Embora a dança não se mostre eficaz na redução da sintomatologia depressiva, pode favorecer o surgimento de emoções positivas, como alegria, ânimo, jovialidade e liberdade.
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spelling Prática regular de dança: relação com qualidade de vida, autoimagem, autoestima e sintomas depressivos em mulheres pós-menopáusicas de um grupo de convivênciaGERONTOLOGIA BIOMÉDICADANÇA DE SALÃOQUALIDADE DE VIDAENVELHECIMENTODEPRESSÃOCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINAIntrodução: O aumento da expectativa de vida traz novas demandas no que diz respeito à criação de estratégias para proporcionar um envelhecimento saudável e com melhor qualidade de vida à população. A dança pode ser um desses caminhos, por ser uma atividade de baixo custo e culturalmente aceita. Objetivos: Avaliar a relação entre a prática regular da dança, qualidade de vida, autoimagem e autoestima em mulheres pós-menopáusicas e sintomas depressivos em idosas. Métodos: Ensaio clínico de abordagem quanti-qualitativa, realizado com uma amostra de mulheres pós-menopáusicas de um grupo de convivência na cidade de Bayeux, PB, Brasil. O estudo foi realizado em três etapas, sendo uma avaliação inicial, três meses de intervenção com aulas de dança e uma avaliação final. Foram aplicados os seguintes instrumentos: WHOQOL-bref, Questionário de Autoimagem e autoestima de Stobäus, Escala de Depressão Geriátrica Yesavage, ficha informativa incluindo dados socioeconômicos e de saúde e um questionário com questões abertas. Para comparar médias entre os momentos avaliados, foi utilizado o teste t-Student pareado. Em caso de assimetria, foi aplicado o teste de Wilcoxon. Na avaliação de proporções foi utilizado o teste de McNemar. Foi adotado o nível de significância de 5% (p0,05) e as análises foram realizadas no programa SPSS versão 18.0. A análise qualitativa foi feita através da técnica de Análise de Conteúdo, proposta por Bardin. O Estudo teve início após a aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da PUCRS e seguiu as normas da Resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados: Participaram 38 mulheres com média de idade de 62,7±7,2 anos, com predomínio de mulheres casadas, a maioria com ensino fundamental incompleto e renda, em mediana, de um salário mínimo. Destas, 73,7% relataram problemas de saúde sendo a maioria com doenças cardiovasculares. A maioria dos sujeitos acredita que a dança significa saúde, está satisfeita com o próprio corpo, e referiu que a dança proporciona bem estar. Houve melhora significativa no domínio social do WHOQOL-bref (p=0,033). A autoimagem e autoestima, que já eram positivas, no início do estudo não sofreram alteração significativa. O nível de escolaridade se associou significativamente à adesão à dança. Os sujeitos que mais aumentaram sua AIAE foram os que mais reduziram os sintomas depressivos (p=0,050). Houve associação positiva estatisticamente significativa entre as variações do escore geral de QV do WHOQOL-bref com as variações do escore de AIAE (p=0,043). Conclusão: Os resultados indicaram que as doenças cardiovasculares são as que mais atingem os sujeitos da amostra; a dança é vista como uma atividade que favorece a saúde e que proporciona alegria, satisfação e bem estar. Se praticada regularmente, pode melhorar a qualidade de vida de mulheres pós menopáusicas, em especial no que diz respeito ao domínio social. Embora a dança não se mostre eficaz na redução da sintomatologia depressiva, pode favorecer o surgimento de emoções positivas, como alegria, ânimo, jovialidade e liberdade.Introduction: The increase in life expectancy brings new demands with regard to the creation of strategies to provide a healthy aging with a better quality of life for the population. The dance can be one of these ways due to be a low cost activity and culturally accepted. Purpose: Evaluate the relationship between regular dance practice, quality of life, self-image and self-esteem in postmenopausal women and depressive symptoms in elderly women. Methods: It was conducted a clinical trial of quantitative-qualitative approach, with a sample of postmenopausal women in a social group in the town of Bayeux, PB, Brazil. The study was conducted in three stages, including an initial assessment, three months of intervention with dance lessons and a final assessment. WHOQOL Bref, Self-image and self-esteem Questionnaire of Stobäus, Yesavage Geriatric Depression Scale, data sheet including socioeconomic and health data and a questionnaire with open questions were applied. The paired t-student test was used to compare averages between evaluated moments. The Wilcoxon test was applied in case of asymmetry. The McNemar test was used to evaluate proportions. It was adopted the significance level of 5 % (p0,05) and the analyzes were performed using SPSS version 18.0. Qualitative analysis was performed using the technique of content analysis proposed by Bardin. The study was initiated after approval by the Ethics Research Committee at PUCRS and followed the rules of Resolution No. 466 of December 12, 2012 of the National Board of Health. Results: 38 women with a mean age of 62.7±7,2 years took part in this study. There was a predominance of married women. Most of them do not have a complete primary education and has the income, median, of a minimum wage. 73.7% reported health problems with the majority having cardiovascular diseases. Most subjects believed that the dance means health. There is happiness with the body and it was said that dancing provides wellness. There was significant improvement in the social domain of the WHOQOL - bref (p = 0.033). The self-image and self-esteem, which was already positive at the beginning of this study, did not change significantly. The education level was significantly associated with adherence to dance. The subjects that increased their self-image and self-esteem were those who most reduced depressive symptoms (p=0.050). There was a statistically significant positive association among the changes in overall QV score of the WHOQOL - bref with changes in self-image and self-esteem score (p=0.043). Conclusion: The results indicate that cardiovascular diseases are the ones that reach the subjects of sample; Dancing is seen as an activity that promotes health and provides joy, satisfaction and well being. If regularly practiced, it can improve the quality of life of post-menopausal women, particularly with regard to the social domain. Although the dance is not shown effective in reducing depressive symptoms, it may favor the emergence of positive emotions such as joy, cheer, cheerfulness and freedom.Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulInstituto de Geriatria e GerontologiaBRPUCRSPrograma de Pós-Graduação em Gerontologia BiomédicaSchneider, Rodolfo Herbertohttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4769920A7Montenegro, Zilda Maria Coelho2015-04-14T13:54:14Z2014-11-072014-06-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2747porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2015-04-17T19:36:32Zoai:tede2.pucrs.br:tede/2747Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2015-04-17T19:36:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false
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