A metodologia filosófica apriorista e seus críticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Campos Júnior, José Eduardo Pires
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Humanidades
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9383
Resumo: Este trabalho trata do papel das intuições, em especial, as intuições intelectuais, cuja característica desejada é de serem a priori, como fonte de justificação de crenças. Dentro da tradição da filosofia de análise conceitual, as intuições são vistas como elemento importante de evidência que suporta as crenças que delas derivam, mesmo que sejam vistas como falíveis. Esta ideia faz paralelo com a de que as percepções sensoriais são fontes de crenças sobre o mundo externo. O objetivo do trabalho é defender uma visão mínima de que intuições intelectuais a priori mantém seu status de fonte confiável de justificação para crenças, frente às críticas apresentadas pelos naturalistas, pelos defensores de que não há papel relevante para as intuições na filosofia, pelos que afirmam que as intuições não são parte do fazer filosófico e pelos que afirmam a falta de confiabilidade das intuições frente aos resultados de pesquisas levadas a cabo pela filosofia experimental. Essa defesa mínima é a da percepção de George Bealer acerca das intuições, que é acoplada à defesa de aparências (seemings) dentro do conservadorismo fenomênico defendido por Michael Huemer.
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