Síntese e caracterização de poliuretanos bioestáveis com potencial aplicação na área cardiovascular
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Engenharia BR PUCRS Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de Materiais |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/3193 |
Resumo: | A procura por materiais que possam substituir ou restaurar tecidos danificados deve-se à busca por melhor qualidade de vida da população. Levando em consideração que doenças cardiovasculares são as principais causas de mortes no Brasil (Banco de Saúde, 2010), necessita-se de dispositivos que possuam eficácia na regeneração cardíaca, abordando questões de segurança à longo prazo e promovendo a cicatrização de vasos vasculares (PR Newswire, 2010). Neste sentido, o presente trabalho desenvolveu a síntese de poliuretanos bioestáveis a partir da reação de policaprolactona diol (PCL) com diferentes diisocianatos (HDI e H12MDI), caracterizando-os por meio de análise morfológica (MEV), térmica (TGA e DSC), mecânica (DMA) e estrutural (IV), como também, avaliando sua citotoxicidade in vitro, através de testes para a avaliação da viabilidade celular (teste VN e MTT) e proliferação celular (teste Azul de Tripan) utilizando células fibroblásticas NIH-3T3, comparando-os com materiais comerciais, Dacron e PTFE. Os resultados obtidos mostraram que os poliuretanos sintetizados apresentaram massa molar ponderal média (Mw) variando entre 30000 e 263000 g/mol, bem como, uma plasticidade dependente do poliol utilizado. O comportamento mecânico destes poliuretanos mostrou-se semelhante ou superior aos materiais comerciais, Dacron e PTFE. Os testes de bioestabilidade mostraram que houve perda de massa abaixo de 20% dos materiais expostos à degradação hidrolítica no periodo de 270 dias e abaixo de 5% na degradação enzimática no periodo de 30 dias. A viabilidade celular dos poliuretanos mostrou-se superior a 80%, consideradas não citotóxicas. Os poliuretanos avaliados neste estudo apresentaram resultados favoráveis para seu uso como biomaterial em possíveis aplicações cardiológicas |
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Síntese e caracterização de poliuretanos bioestáveis com potencial aplicação na área cardiovascularENGENHARIA DE MATERIAISBIOPOLÍMEROSPOLIURETANOSMATERIAIS - TESTESCNPQ::ENGENHARIASA procura por materiais que possam substituir ou restaurar tecidos danificados deve-se à busca por melhor qualidade de vida da população. Levando em consideração que doenças cardiovasculares são as principais causas de mortes no Brasil (Banco de Saúde, 2010), necessita-se de dispositivos que possuam eficácia na regeneração cardíaca, abordando questões de segurança à longo prazo e promovendo a cicatrização de vasos vasculares (PR Newswire, 2010). Neste sentido, o presente trabalho desenvolveu a síntese de poliuretanos bioestáveis a partir da reação de policaprolactona diol (PCL) com diferentes diisocianatos (HDI e H12MDI), caracterizando-os por meio de análise morfológica (MEV), térmica (TGA e DSC), mecânica (DMA) e estrutural (IV), como também, avaliando sua citotoxicidade in vitro, através de testes para a avaliação da viabilidade celular (teste VN e MTT) e proliferação celular (teste Azul de Tripan) utilizando células fibroblásticas NIH-3T3, comparando-os com materiais comerciais, Dacron e PTFE. Os resultados obtidos mostraram que os poliuretanos sintetizados apresentaram massa molar ponderal média (Mw) variando entre 30000 e 263000 g/mol, bem como, uma plasticidade dependente do poliol utilizado. O comportamento mecânico destes poliuretanos mostrou-se semelhante ou superior aos materiais comerciais, Dacron e PTFE. Os testes de bioestabilidade mostraram que houve perda de massa abaixo de 20% dos materiais expostos à degradação hidrolítica no periodo de 270 dias e abaixo de 5% na degradação enzimática no periodo de 30 dias. A viabilidade celular dos poliuretanos mostrou-se superior a 80%, consideradas não citotóxicas. Os poliuretanos avaliados neste estudo apresentaram resultados favoráveis para seu uso como biomaterial em possíveis aplicações cardiológicasThe search for materials that can replace or restore damaged tissues is due to the search for better life quality of the population. Considering that cardiovascular diseases are the main causes of death in Brazil (Banco de Saúde, 2010), needs some devices that have efficacy in cardiac regeneration, addressing about issues of long-term safety and promoting the healing of vascular vessels (PR Newswire, 2010). In this sense, this paper developed the synthesis of biostable polyurethanes from the reaction of polycaprolactone diol (PCL) with different diisocyanates (HDI and H12MDI), characterizing them by morphological analysis (MEV), thermal (TGA and DSC), mechanical (DMA) and structural (IV), but also evaluating their in vitro cytotoxicity, by testing for the evaluation of cell viability (MTT and VN test) and cell proliferation (Trypan Blue test) using NIH-3T3 fibroblast cells, comparing them with commercial materials, Dacron and PTFE. The obtained results showed that the synthesized polyurethanes had average molar weight (Mw) ranging between 30000 and 263000 g/mol, as well as a plasticity depended of polyol used. The mechanical behavior of polyurethanes showed similar or greater than the commercial material, Dacron and PTFE. The biostability tests showed that there was mass loss below 20% of the materials exposed to hydrolytic degradation in the period of 270 days and below 5% in the enzymatic degradation in the period of 30 days. The cell viability of polyurethanes was superior to 80%, considered non-cytotoxic. Polyurethanes in this study showed favorable results for its possible use as biomaterial in cardiac applicationsPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulFaculdade de EngenhariaBRPUCRSPrograma de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia de MateriaisLigabue, Rosane Angélicahttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784426H5Cabral, Emanuelli Lourenço2015-04-14T13:58:46Z2012-02-082012-01-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCABRAL, Emanuelli Lourenço. Síntese e caracterização de poliuretanos bioestáveis com potencial aplicação na área cardiovascular. 2012. 95 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia e Tecnologia de Materiais) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012.http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/3193porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2015-04-17T19:09:31Zoai:tede2.pucrs.br:tede/3193Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2015-04-17T19:09:31Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false |
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