Brizola Vive? A construção da memória de Leonel Brizola (2004-2014)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Righi, Graziane Ortiz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Humanidades
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em História
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9620
Resumo: Leonel de Moura Brizola, político com mais de 50 anos de vida pública, morreu em 2004. Apesar de sua morte seu nome continuou presente na política brasileira, com perspectivas positivas e negativas. Justamente por se tratar de um político com uma trajetória tão longa, a memória construída sobre ele passou por diversas alterações, ainda em vida e após sua morte. Nesse sentido, a presente tese tem como objetivo principal compreender como a imprensa do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro auxiliaram na construção da memória de Leonel Brizola nos dez primeiros anos após sua morte (2004-2014). A opção por esses estados se deu pela presença do brizolismo nesses locais considerando a atuação política de Brizola. Foram escolhidos três recortes temporais de relevância histórica nos quais foram observados a construção da memória sobre o pedetista: a sua morte, em junho de 2004; o cinquentenário da Campanha da Legalidade, em agosto de 2011; e por fim, o quadragenário e cinquentenário do Golpe de 1964, entre março e abril de 2004 e 2014, respectivamente. Buscando resolver a problemática levantada, foram analisados os seguintes jornais: Correio do Povo e Zero Hora, do Rio Grande do Sul; Jornal do Brasil e O Globo, do Rio de Janeiro. A pesquisa insere-se na perspectiva da História do Tempo Presente.
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