Transmissão de esquistossomose em Esteio, Rio Grande do Sul : atualização e exploração de indicadores da sua interrupção

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Ramírez, Angélica da Paz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Biociências
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6940
Resumo: A esquistossomose mansônica é uma infecção causada por um trematódeo, Schistosoma mansoni. No Brasil, as áreas de maior ocorrência são o norte de Minas Gerais e nordeste do país. Nos últimos anos, houve uma redução significativa na morbidade e prevalência desta infecção em algumas regiões. No entanto, a esquistossomose ainda é considerada uma doença parasitária em expansão geográfica. Em 1997, foi diagnosticado o primeiro caso autóctone em Esteio, no Rio Grande do Sul (RS). Desde então, 28 pessoas foram confirmadas com esquistossomose e monitoradas pelo Grupo de Parasitologia Biomédica da PUCRS. O objetivo deste estudo foi investigar e atualizar indicadores de interrupção da esquistossomose em Esteio, RS. Neste trabalho foram coletadas amostras de sangue de indivíduos ex-infectados por S. mansoni e de crianças em idade escolar de Vila Pedreira, Esteio. As crianças tiveram também coletadas amostras de urina. As amostras de sangue de foram analisadas pelo método de Western-blot (WB), utilizando o antígeno microssomal de S. mansoni (MAMA) e as urinas pelo teste rápido utilizando antígeno circulante catódico (POC-CCA). Resultados positivos foram confirmados pelo método Helmintex. 18 crianças tiveram resultado positivo para POC-CCA. Nestes casos os resultados da sorologia e do método Helmintex foram negativos. Existe a possibilidade de interrupção da transmissão da esquistossomose em Esteio, porém a certificação desta interrupção depende da continuidade por muito tempo, do monitoramento e ajuste dos métodos mais adequados para esta finalidade.
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