Influência do diâmetro de dois pinos de fibra de vidro transfixados horizontalmente sobre a resistência à fratura de dentes endodonticamente tratados

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Fávero, Fernando José
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7247
Resumo: Objetivos: 1) avaliar a resistência à fratura dos preparos cavitários, restaurados com resina composta de forma direta, com e sem a presença de pinos de fibra de vidro de diâmetros diferentes; 2) avaliar o padrão de fratura dos preparos cavitários, restaurados ou não, com ou sem a presença dos pinos de fibra de vidro de diâmetros diferentes. Materiais e Métodos: Oitenta e quatro terceiros molares extraídos foram embutidos em resina acrílica e divididos em 6 grupos (n=14 por grupo): hígidos (H); preparo cavitário (P); preparo cavitário + tratamento endodôntico (PE); PE + resina composta (R); PE + R + 2 pinos de fibra de vidro de 1,1 mm de diâmetro transfixados horizontalmente (PERP1); PE + R + 2 pinos de fibra de vidro com 1,5 mm de diâmetro (PERP2). Os preparos cavitários MOD foram padronizados com largura 2/3 da distância vestíbulo-lingual e profundidade ocluso-gengival de 4mm permanecendo 2mm acima do limite amelo-cementário. Foram realizados tratamentos endodônticos nos grupos PE, R, PERP1 e PERP2. A face vestibular recebeu duas demarcações para realizar os orifícios para transfixar os pinos de PERP1 e PERP2. Inseridos os pinos de fibra os dentes foram restaurados com resina composta. No grupo R apenas resina composta foi utilizada. Após 24 h os dentes foram submetidos ao teste de resistência à fratura em uma máquina de ensaio universal EMIC DL – 2000. A célula de carga de 10KN e velocidade de 1mm/min foi utilizada até que a fratura ocorresse. Após realização dos ensaios, os dentes foram inspecionados quanto ao tipo de fratura classificada em: Fratura em assoalho pulpar (AP) ou em Cúspide (CP). Resultados: Os dados foram submetidos à ANOVA e Tukey(P<0.05%) demonstrando diferença estatística entre os grupos: H 3.830NA; P 778ND; PE 572,93ND; R 1.782NC; PERP1 2.988NB; PERP2 3.100NAB. O padrão de fratura foi similar entre os grupos testados. Conclusões: A utilização de dois pinos de fibra de vidro com diâmetros diferentes e restaurados com resina composta recuperou ao redor de 80% da resistência à fratura de um dente hígido.
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Materiais e Métodos: Oitenta e quatro terceiros molares extraídos foram embutidos em resina acrílica e divididos em 6 grupos (n=14 por grupo): hígidos (H); preparo cavitário (P); preparo cavitário + tratamento endodôntico (PE); PE + resina composta (R); PE + R + 2 pinos de fibra de vidro de 1,1 mm de diâmetro transfixados horizontalmente (PERP1); PE + R + 2 pinos de fibra de vidro com 1,5 mm de diâmetro (PERP2). Os preparos cavitários MOD foram padronizados com largura 2/3 da distância vestíbulo-lingual e profundidade ocluso-gengival de 4mm permanecendo 2mm acima do limite amelo-cementário. Foram realizados tratamentos endodônticos nos grupos PE, R, PERP1 e PERP2. A face vestibular recebeu duas demarcações para realizar os orifícios para transfixar os pinos de PERP1 e PERP2. Inseridos os pinos de fibra os dentes foram restaurados com resina composta. No grupo R apenas resina composta foi utilizada. Após 24 h os dentes foram submetidos ao teste de resistência à fratura em uma máquina de ensaio universal EMIC DL – 2000. A célula de carga de 10KN e velocidade de 1mm/min foi utilizada até que a fratura ocorresse. Após realização dos ensaios, os dentes foram inspecionados quanto ao tipo de fratura classificada em: Fratura em assoalho pulpar (AP) ou em Cúspide (CP). Resultados: Os dados foram submetidos à ANOVA e Tukey(P<0.05%) demonstrando diferença estatística entre os grupos: H 3.830NA; P 778ND; PE 572,93ND; R 1.782NC; PERP1 2.988NB; PERP2 3.100NAB. O padrão de fratura foi similar entre os grupos testados. Conclusões: A utilização de dois pinos de fibra de vidro com diâmetros diferentes e restaurados com resina composta recuperou ao redor de 80% da resistência à fratura de um dente hígido.Objectives: 1) To assess the fracture strength of cavity preparations, directly restored with composite resin, with and without the presence of fiberglass posts with different diameters; 2) to assess the fracture pattern of cavity preparations, restored or not, with or without the presence of fiberglass posts with different diameters. Materials and Methods: Eighty-four extracted third molars were embedded in acrylic resin and divided into 6 groups (n = 14 per group): healthy (H); cavity preparation (P); cavity preparation + endodontic treatment (PE); PE + composite resin (R); PE + R + 2 horizontally transfixed fiberglass posts 1.1 mm in diameter (PERP1); PE + R + 2 fiberglass posts 1.5 mm in diameter (PERP2). The MOD cavity preparations were standardized with their width corresponding to 2/3 of the buccolingual distance and occlusogingival depth of 4 mm, with 2 mm remaining above the cementoenamel junction. Endodontic treatments were performed in the PE, R, PERP1 and PERP2 groups. The buccal surface received two demarcations to create orifices for placement of the PERP1 and PERP2 posts. Once the fiberglass posts were placed, the teeth were restored with composite resin. In group R, only composite resin was used. After 24 h, the teeth were subjected to the fracture toughness test on a universal testing machine EMIC DL – 2000. A 10KN load cell and crosshead speed of 1 mm/min were used until fracture occurred. After testing, the teeth were inspected for the type of fracture classified as: pulpal floor fracture (AP) or cuspal fracture (CP). Results: The data were subjected to ANOVA and Tukey’s test (P<0.05%), demonstrating a statistical difference between groups: H 3,830NA; P 778ND; PE 572.93ND; R 1,782NC; PERP1 2,988NB; PERP2 3,100NAB. The fracture pattern was similar between the tested groups, showing 50% of fracture for cusps and pulpal floor. Conclusions: The use of 2 fiberglass posts with different diameters, restored with composite resin, recovered around 80% of the fracture strength of a healthy tooth.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulFaculdade de OdontologiaBrasilPUCRSPrograma de Pós-Graduação em OdontologiaBurnett Junior, Luiz Henrique670.150.690-91http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4778680J0Fávero, Fernando José2017-05-04T17:09:42Z2013-03-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7247porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2017-05-04T23:00:42Zoai:tede2.pucrs.br:tede/7247Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2017-05-04T23:00:42Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false
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