Idade biológica, idade cronológica e desempenho de triatletas infantojuvenis: uma primeira aproximação ao bio-banding
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22581 |
Resumo: | O Triathlon, modalidade esportiva relativamente nova, vem apresentando crescimento significativo no Brasil e no mundo, incluindo a prática por crianças e adolescentes. Projetos esportivos têm impulsionado a prática de jovens atletas e, considerando o desenvolvimento a longo prazo, destaca-se a importância de considerar o status maturacional dos atletas, priorizando seu bem-estar e formação integral para garantir a longevidade no esporte. O desempenho na infância e adolescência está fortemente associado aos processos de crescimento e maturação. Este trabalho analisou a relação entre idade biológica, idade cronológica e desempenho de triatletas infantojuvenis brasileiros. Está estruturado em introdução, seguido de dois artigos e considerações finais. O primeiro artigo, intitulado “Estado de maturação biológica e idade cronológica de jovens triatletas: uma primeira aproximação ao bio-banding no Triathlon”, contou com 296 jovens triatletas de ambos os sexos, participantes de eventos nacionais, regionais e estaduais de Triathlon, Duathlon e Aquathlon nos anos de 2022 e 2023. A maturação biológica foi avaliada por meio do percentual da estatura adulta predita (%EAP) e da idade prevista no pico de velocidade de crescimento em estatura (IPVA). Houve forte correlação entre idades cronológica e maturacional, indicando que a maioria dos jovens triatletas se desenvolve dentro da média. Assim, o agrupamento etário em competições de Triathlon continua sendo uma boa alternativa, embora o bio-banding seja uma estratégia promissora para treinamentos e ações específicas de seleção e desenvolvimento de jovens talentos. O segundo artigo, intitulado “Relação entre Desempenho Competitivo e Status Maturacional em Jovens Triatletas Brasileiros” analisou 157 atletas de 8 a 15 anos participantes do Campeonato Brasileiro de Triathlon Infantil e Infantojuvenil de 2022, sendo 93 do sexo masculino e 64 do sexo feminino. Não foram observadas diferenças significativas entre desempenho geral ou etapas específicas do Triathlon (natação, ciclismo e corrida) quando analisado o %EAP, considerando o sexo e as categorias etárias. No entanto indivíduos classificados como maturados precoces ou no tempo apresentaram melhores desempenhos gerais em comparação aos maturados tardios ou atrasados. No caso da corrida, meninos da categoria 14 -15 anos com status IPVA pontual tiveram desempenho superior em relação aos atrasados e precoces. A partir destes resultados, sugere-se que competições infantojuvenis sejam encaradas como ferramentas de formação esportiva, indo além da seleção de talentos. É essencial adotar uma abordagem holística que considere não apenas a maturação biológica e a idade relativa, mas também outros fatores que influenciam o desenvolvimento do atleta, promovendo um ambiente de aprendizado e evolução saudável. |
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