Capacidade preditiva dos indicadores antropométricos para indicar o baixo desempenho motor de crianças de oito a 10 anos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Silva, Raísa Carvalho da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/24496
Resumo: O objetivo da dissertação foi analisar a capacidade preditiva e possíveis pontos de corte dos indicadores antropométricos na predição do baixo desempenho motor em crianças de oito a dez anos nas baterias KTK, MABC-2 e suas tarefas. Esta dissertação é proveniente de uma pesquisa realizada no banco de dados do NUPECIS e LEGESC, advindo de uma tese de doutorado. Portanto, os participantes do estudo foram 350 crianças de oito a 10 anos de idade, matriculas em duas escolas públicas e uma escola privada localizadas na cidade de Manaus- AM. As variáveis contidas na pesquisa foram: Índice de massa corporal (IMC), circunferência de cintura (CC), razão cintura-estatura (RCEst), e as tarefas motoras provenientes dos instrumentos Movement Assessment Battery for Children – Second Edition (MABC-2) proposto por Henderson; Sugden; Barnett (2007) e Körperkoordination Test für Kinder (KTK) proposto por Kiphard; Schilling (1974). O artigo 1 (um), buscou analisar a capacidade preditiva e possíveis pontos de corte dos indicadores antropométricos na predição do baixo desempenho motor. Em relação à estatística do primeiro artigo foi utilizado o Qui-Quadrado para analisar as variáveis: sexo, status de peso e classificação motora, e o U de Mann Whitney para ver as diferenças entre meninos e meninas nas variáveis numéricas: idade, IMC, CC, RCEst, escore padrão dos instrumentos MABC-2 e KTK. A curva Receiver Operating Characteristic (ROC) foi utilizada para estimar a capacidade preditiva dos indicadores antropométricos (IMC, CC e RCEst), apontando o melhor ponto de corte para a predição do baixo desempenho motor. Nos resultados encontrados foi observada diferença significativa entre os sexos no escore padrão final do KTK (p<0,001), sendo os meninos superiores às meninas. No entanto, não houve diferenças significativas escore padrão do MABC-2. Verificou-se que 4,9% dos meninos e 23,1% das meninas apresentaram perturbações ou insuficiência coordenativa no KTK. Já no MABC-2, 33,5% dos meninos e 36,0% apresentaram dificuldade ou risco de movimento. Quanto aos indicadores antropométricos (IMC, CC, RCE), não foram encontradas diferenças significativas entre os sexos. Em relação às análises da curva ROC o instrumento de avaliação KTK, observou-se que os indicadores antropométricos (IMC, CC e RCEst) obtiveram possível capacidade preditiva para o baixo desempenho motor (p<0,001), porém quando a amostra foi estratificada por sexo os indicadores IMC e CC obtiveram possível capacidade preditiva tanto nos meninos (p=0,006 e 0,012, respectivamente) quanto nas meninas (p<0,001). E o indicador antropométrico RCEst apresentou capacidade preditiva apenas para o sexo feminino (p<0,001). No artigo 2 (dois), buscou comparar o desempenho motor nas tarefas do instrumento de avaliação KTK de crianças com diferentes status de peso. Foi utilizado o Qui-Quadrado para analisar as variáveis: sexo, status de peso e tarefas motoras, e o U de Mann Whitney para ver as diferenças entre meninos e meninas nas variáveis numéricas idade e IMC. Para verificar a diferença o escore padrão e os diferentes status de peso foi utilizado o kruskal- wallis. Nos resultados encontrados houve diferença significativa em algumas tarefas motoras do KTK tanto para o sexo masculino como para o feminino. Nas análises do sexo masculino houve diferença significativa na tarefa de equilíbrio em marcha à retaguarda (p<0,001) e nos saltos monopedais (p<0,011), sendo as crianças com sobrepeso e obesidade as que apresentaram piores resultados. No sexo feminino, houve diferença significativa na tarefa de equilíbrio em marcha à retaguarda (p<0,001), as meninas obesas tiveram piores resultados quando comparadas com as crianças com baixo peso, peso normal e sobrepeso. Conclui-se que os indicadores antropométricos (IMC, CC e RCEst) apresentaram capacidade preditiva na bateria KTK, e crianças com sobrepeso e obesas apresentam resultados inferiores nas tarefas de equilíbrio em marcha à retaguarda e saltos monopedais quando comparadas com crianças de peso normal e de baixo peso.
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As variáveis contidas na pesquisa foram: Índice de massa corporal (IMC), circunferência de cintura (CC), razão cintura-estatura (RCEst), e as tarefas motoras provenientes dos instrumentos Movement Assessment Battery for Children – Second Edition (MABC-2) proposto por Henderson; Sugden; Barnett (2007) e Körperkoordination Test für Kinder (KTK) proposto por Kiphard; Schilling (1974). O artigo 1 (um), buscou analisar a capacidade preditiva e possíveis pontos de corte dos indicadores antropométricos na predição do baixo desempenho motor. Em relação à estatística do primeiro artigo foi utilizado o Qui-Quadrado para analisar as variáveis: sexo, status de peso e classificação motora, e o U de Mann Whitney para ver as diferenças entre meninos e meninas nas variáveis numéricas: idade, IMC, CC, RCEst, escore padrão dos instrumentos MABC-2 e KTK. 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Conclui-se que os indicadores antropométricos (IMC, CC e RCEst) apresentaram capacidade preditiva na bateria KTK, e crianças com sobrepeso e obesas apresentam resultados inferiores nas tarefas de equilíbrio em marcha à retaguarda e saltos monopedais quando comparadas com crianças de peso normal e de baixo peso.Beltrame, Thais SilvaSilva, Raísa Carvalho da2025-12-05T21:37:49Z2016info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis115 f.application/pdfSILVA, Raísa Carvalho da. <b>Capacidade preditiva dos indicadores antropométricos para indicar o baixo desempenho motor de crianças de oito a 10 anos</b>. 2025. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2016. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/24496. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. 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