Avaliação do esquilíbrio postural em mulheres com artrite reumatóide

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Silva, Marta Cristina Rodrigues
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22954
Resumo: A artrite reumatoide (AR) é uma poliartrite inflamatória, que causa dor e destruição articular, e perda de capacidades físico-funcionais, as quais tendem a diminuir o equilíbrio e aumentar o risco de quedas. O teste de alcance funcional é um método importante para identificar o risco de quedas, entretanto, as características de equilíbrio de indivíduos com AR durante a execução do teste são desconhecidas. Além disso, o efeito degenerativo da doença sobre o equilíbrio e sobre os mecanismos de equilíbrio postural, destes indivíduos é pouco conhecido. Este estudo objetivou avaliar o equilíbrio postural em pessoas com AR, verificando quais dos sistemas do equilíbrio postural as pessoas com AR priorizam para manter seu equilíbrio e quais as principais estratégias de manutenção da postura corporal que estes indivíduos utilizam a partir dos comprometimentos corporais ocasionados em função doença. O estudo foi delineado em três etapas: 1) realização de uma revisão integrativa sobre métodos de avaliação de equilíbrio postural em pessoas com AR; 2) Determinação do comportamento da oscilação do centro de pressão (COP) em indivíduos com AR em plataforma de força estática durante a execução do teste de alcance funcional; 3) Determinação do efeito da alteração na informação sensorial, por meio do teste de organização sensorial (SOT) efetuado em sistema Neurocom Smart Balance Master ® em indivíduos com AR, em comparação a controles sem a doença. Participaram do estudo 29 mulheres com AR (GAR) e 16 sem a doença (GC). Os grupos foram avaliados perante os aspectos socieodemográficos, clínicos e funcionais, nível de atividade física, nível de confiança no equilíbrio postural e número de quedas/ano auto relatada, assim como avaliação do equilíbrio através de testes com diferentes tarefas em plataformas de forças computadorizada estática e dinâmica. Os resultados da etapa 1, mostraram que dentre os 22 estudos selecionados (entre os 70 encontrados), a maioria não apresentou avaliações com testes específicos para as diferentes dimensões de controle do equilíbrio postural empregando testes-extra às avaliações. Na etapa 2, pôde ser verificado que em comparação a indivíduos sem a doença, indivíduos com AR apresentaram menores valores do deslocamento máximo do COP (nas direções antero-posterior - AP e médio-lateral - ML) e menor velocidade média do COP (COPvel) em ambas direções, o que indica que durante a execução do teste de alcance funcional, GAR evitam o deslocamento do corpo de modo a diminuir a velocidade e o balanço, sugerindo que (nesta tarefa) o controle postural é principalmente realizado por meio do uso de estratégia de tornozelo e mecanismo de “closed-loop opinião”. Na etapa 3, observouse que o grupo GAR apresentou maiores valores na razão COPAP/COPML (maior oscilação na direção antero-posterior) e na razão COPvelAP-RA/COPvelAP-CG que o grupo controle. Em situações de privação total ou parcial de informações somatosensórias, GAR diminuiu o balanço do corpo na direção AP e aumentou a velocidade do COP. Conclui-se a partir dos resultados da Etapa 1, que frente às limitações encontradas nos instrumentos avaliados, verifica-se que para melhor determinar os déficits é necessário empregar um conjunto de avaliações que incorporem as principais dimensões de controle do equilíbrio postural, fornecendo informações mais completas e abrangentes a programas de reabilitação e prevenção de quedas na AR. Pelos resultados das avaliações nas diferentes situações de equilíbrio, conclui-se que embora as condições de privação de entradas sensoriais tenham afetado tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico em ambos grupos, o controle postural foi pior no GAR em todas as condições. Na etapa 2, ao efetuar a tarefa de alcance à frente, diferentemente dos indivíduos sem a doença, o controle postural dos indivíduos com AR é principalmente realizado por meio do uso de estratégia de tornozelo e mecanismo de “closed-loop feedback”. Na etapa 3, em situações de equilíbrio quase-estático e equilíbrio dinâmico, o uso da estratégia de tornozelo não é eficiente, e os indivíduos com AR apresentam mais claramente o desajuste dos mecanimos de controle do equilíbrio, preponderando o uso do mecanismo “open-loop”. Indivíduos com AR são principalmente dependentes da informação visual para manter a estabilidade na direção anteroposterior, em segundo lugar das informações do sistema vestibular e por fim, do sistema proprioceptivo. Pressupõe-se que devido à dor crônica, destruição articular, perda muscular e neuroinflamação, entre outros fatores, os indivíduos com AR não possuem uma boa interação funcional nos mecanismos neuromusculares “open-loop” e “closed-loop” promovendo déficits na manutenção do equilíbrio postural.
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Este estudo objetivou avaliar o equilíbrio postural em pessoas com AR, verificando quais dos sistemas do equilíbrio postural as pessoas com AR priorizam para manter seu equilíbrio e quais as principais estratégias de manutenção da postura corporal que estes indivíduos utilizam a partir dos comprometimentos corporais ocasionados em função doença. O estudo foi delineado em três etapas: 1) realização de uma revisão integrativa sobre métodos de avaliação de equilíbrio postural em pessoas com AR; 2) Determinação do comportamento da oscilação do centro de pressão (COP) em indivíduos com AR em plataforma de força estática durante a execução do teste de alcance funcional; 3) Determinação do efeito da alteração na informação sensorial, por meio do teste de organização sensorial (SOT) efetuado em sistema Neurocom Smart Balance Master ® em indivíduos com AR, em comparação a controles sem a doença. Participaram do estudo 29 mulheres com AR (GAR) e 16 sem a doença (GC). 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Conclui-se a partir dos resultados da Etapa 1, que frente às limitações encontradas nos instrumentos avaliados, verifica-se que para melhor determinar os déficits é necessário empregar um conjunto de avaliações que incorporem as principais dimensões de controle do equilíbrio postural, fornecendo informações mais completas e abrangentes a programas de reabilitação e prevenção de quedas na AR. Pelos resultados das avaliações nas diferentes situações de equilíbrio, conclui-se que embora as condições de privação de entradas sensoriais tenham afetado tanto o equilíbrio estático quanto o dinâmico em ambos grupos, o controle postural foi pior no GAR em todas as condições. Na etapa 2, ao efetuar a tarefa de alcance à frente, diferentemente dos indivíduos sem a doença, o controle postural dos indivíduos com AR é principalmente realizado por meio do uso de estratégia de tornozelo e mecanismo de “closed-loop feedback”. 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