Beleza e liberdade em Schiller: o jogo das formas vivas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Fofano, Débora Klippel
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=68533
Resumo: Esse trabalho trata de como por meio da beleza é possível chegar à liberdade. Com base nos pressupostos da filosofia de Schiller, pesquisamos a proposta de educação estética do homem, que traz uma formação política, social, moral, epistemológica e pedagógica. O caminho proposto, para ultrapassar o comum, de levar uma vida somente Ideal, ou uma vida somente pautada no material, é o de uma terceira via, aquela da imaginação como mediadora de conceitos, como a possibilidade em si mesma, formando o conceito de jogo entre as faculdades de conhecimento. Daí ser possível pensar um terceiro impulso no homem que vai além do formal ou do sensível, permitindo ao homem ser completo,ou seja, o impulso Lúdico. Para fundamentar a tese central da liberdade mediante a beleza, Schiller articula um critério objetivo para a arte, em que intenciona ressaltar ser a beleza a única categoria autônoma, que não depende em nada de nenhum conceito e é livre de tudo, o belo é por ele mesmo. A beleza não tem um domínio próprio, pois nada funda, mas auxilia a entrada em um estado de jogo que apresenta outras possibilidades, isto é, que liberta. Por intermédio de uma acertada cultura estética, permanecem indeterminados o valor e a dignidade pessoal do homem, à medida que estes só podem depender dele mesmo, do que ele é. Por meio da beleza torna-se ao homem possível, pela natureza, fazer de si mesmo o que quiser, já que lhe é completamente devolvida a liberdade de ser o que deve e quer ser. Desta forma a beleza passa ser uma segunda criadora do ser humano, uma vez que deixa a vontade livre para a realização plena do homem. A beleza tem em comum com a natureza o fato de que nos nobilita a capacidade para a humanidade. PALAVRAS-CHAVE : Estética, Liberdade, Beleza e Jogo
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