O espírito subjetivo como espírito livre
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=41907 |
Resumo: | Objetiva-se com esta pesquisa fazer uma exposição articulada do movimento interno do percurso dialético especulativo do espírito subjetivo que já é, e busca da liberdade no contexto da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Hegel. De acordo com a filosofia hegeliana, o espírito subjetivo como espírito livre é o resultado de um processo histórico-dialético, no qual o homem, partindo de sua corporeidade ou vida imediata, a Alma, vai progredindo sua espiritualidade, se reconhece como Consciência, enquanto cognoscente, capaz de ir além do entendimento postulado por Kant, manifestando-se assim, no indivíduo como verdadeiramente livre, ou seja, como sendo em-si-e-para-si, isto é, como Razão. Dessa forma, o espírito se determina a si mesmo, enquanto sujeito para-si fazendo-se a verdade e unidade da Alma e da Consciência. Para Hegel, a espiritualidade deve ser elevada acima do material da determinidade natural. Somente elevando-se acima da naturalidade, o espírito se torna livre e, como tal, é Razão. O espírito é a certeza de si mesmo, pura e simplesmente universal, absolutamente sem oposição, porque é a unidade do subjetivo e do objetivo. Nesse horizonte, é a racionalidade que permite ao homem o conhecimento de que sua essência, sua meta e seu objeto é a liberdade e como tal, é sua efetividade. Vista assim, o homem não a tem, mas ele é a própria liberdade. Concebendo o homem como a própria liberdade e que esta só se efetiva plenamente, no âmbito do espírito objetivo, entende-se que o espírito subjetivo é o ponto de partida e o ponto de chegada para o desenvolvimento e efetivação plena da liberdade. Porém, o espírito subjetivo da chegada não é mais o mesmo do ponto de partida, agora ele é um indivíduo universal, inserido na sociabilidade das consciências. O universal torna-se a condição de possibilidade do ser do indivíduo. Como diz Hegel, o subjetivo tem que se fazer objetivo e o objetivo tem que se fazer subjetivo. <span style="font-size: 10pt;">Palavras-chaves: Alma - Consciência - Espírito - Liberdade.</span> |
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O espírito subjetivo como espírito livreAlma- Consciência Espirito Filosofia LiberdadeObjetiva-se com esta pesquisa fazer uma exposição articulada do movimento interno do percurso dialético especulativo do espírito subjetivo que já é, e busca da liberdade no contexto da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Hegel. De acordo com a filosofia hegeliana, o espírito subjetivo como espírito livre é o resultado de um processo histórico-dialético, no qual o homem, partindo de sua corporeidade ou vida imediata, a Alma, vai progredindo sua espiritualidade, se reconhece como Consciência, enquanto cognoscente, capaz de ir além do entendimento postulado por Kant, manifestando-se assim, no indivíduo como verdadeiramente livre, ou seja, como sendo em-si-e-para-si, isto é, como Razão. Dessa forma, o espírito se determina a si mesmo, enquanto sujeito para-si fazendo-se a verdade e unidade da Alma e da Consciência. Para Hegel, a espiritualidade deve ser elevada acima do material da determinidade natural. Somente elevando-se acima da naturalidade, o espírito se torna livre e, como tal, é Razão. O espírito é a certeza de si mesmo, pura e simplesmente universal, absolutamente sem oposição, porque é a unidade do subjetivo e do objetivo. Nesse horizonte, é a racionalidade que permite ao homem o conhecimento de que sua essência, sua meta e seu objeto é a liberdade e como tal, é sua efetividade. Vista assim, o homem não a tem, mas ele é a própria liberdade. Concebendo o homem como a própria liberdade e que esta só se efetiva plenamente, no âmbito do espírito objetivo, entende-se que o espírito subjetivo é o ponto de partida e o ponto de chegada para o desenvolvimento e efetivação plena da liberdade. Porém, o espírito subjetivo da chegada não é mais o mesmo do ponto de partida, agora ele é um indivíduo universal, inserido na sociabilidade das consciências. O universal torna-se a condição de possibilidade do ser do indivíduo. Como diz Hegel, o subjetivo tem que se fazer objetivo e o objetivo tem que se fazer subjetivo. <span style="font-size: 10pt;">Palavras-chaves: Alma - Consciência - Espírito - Liberdade.</span>Este trabalho não possui resumo em língua estrangeira.Universidade Estadual do CearáMarly Carvalho SoaresTavares, Catarina Laboré Maia de Alencar2007-04-18T00:00:00Z2006info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=41907info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2007-04-18T00:00:00Zoai:uece.br:41907Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2007-04-18T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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