Caracteristicas Epidemiologicas dos Pacientes Vitimas de Traumatismo Cranio-Encefalico Admitidos...

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Barbosa, Isabella Lima
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=43671
Resumo: A partir de nossa experiencia na Unidade de Vigilancia Epidemiologica de um hospital de emergencia, percebemos um numero significativo de pacientes atendidos em consequencia de traumatismo cranio encefalico (TCE), e, por conseguinte despertou-nos interesse em desenvolver um estudo com o objetivo avaliar o perfil epidemiologico das vitimas de traumatismo cranico-encefalico, admitidos nas unidades de internaçao. estudo exploratorio-descritivo, desenvolvido em um hospital publico de emergencia situado na cidade de Fortaleza. Os dados foram coletados durante o periodo de fevereiro a março de 2007, com uma amostra de 1205 pacientes vitimas de traumatismo cranio-encefalico (TCE). Os resultados evidenciaram que a maioria das vitimas e sexo masculino (80,2%), na faixa etaria entre 15 a 24 anos (23,2%), procedente do interior (50,4%). A principal causa de TCE foi o acidente de transito (60,2%), em via publica (45,1%), ocorrendo nos horarios de 12 a 18 horas (34,3%). O dia da ocorrencia se deu no domingo (24,9%). Foi comprovado que o leigo (70,9%) e quem mais socorre a vitima na hora do acidente, agindo muitas vezes de forma inadequada favorecendo o aparecimento de complicaçoes. O tempo de espera para o atendimento foi de mais de 3 horas (39,4%), em que a maioria das vitimas ficaram inconscientes apos o acidente (53,4%). O tempo de permanencia no hospital foi menor que 24 horas (25,6%), porem, quando se avalia o tempo no intervalo entre 1 a 15 dias, esse passa a ser maior, 43,6%, cuja alta se eu por condiçao de melhora (86,6%). Concluimos entao que o enfermeiro deve oferecer ao paciente um apoio emocional constante, para que suas preocupaçoes se revertam a uma atitude positiva no seu processo de reabilitaçao fisica e adaptaçao social.
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