Oficinas sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis para adolescentes do ensino médio

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Machado, Jessica Aparecida Massoni
Orientador(a): Pimenta, Rosângela Aparecida
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18864
Resumo: Introdução: A sexualidade na adolescência é marcada pela busca do autoconhecimento, desejos e sentimentos, a lacuna na educação sexual causa impactos na vida dos adolescentes, diante disso justifica-se a importância de realizar educação sexual no cenário escolar. Objetivo: Analisar o efeito no conhecimento e apreender a percepção dos adolescentes após a participação em oficinas sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Método: Estudo quase-experimental do tipo qualitativo e quantitativo realizado em um Colégio Estadual localizado no norte do Paraná, no período de fevereiro a março de 2023, amostra por conveniência que resultou em 57 adolescentes do 3º ano do ensino médio. Para a etapa quantitativa aplicou-se questionário com questões fechadas com conteúdos relacionados aos temas desenvolvidos durante as oficinas (antes e após). Os dados foram digitalizados em planilha Excel® e analisados no SPSS® por meio de frequências absoluta e relativa, qui-quadrado de McNemar com correção de continuidade, adotou-se o nível de significância de p=0,05. Para a etapa qualitativa utilizou-se o grupo focal com 8 a 14 adolescentes mediante gravação e registro de campo, com duração de até 27 minutos. O referencial teórico-metodológico foi a Fenomenologia Social de Alfred Schutz para a construção das questões norteadoras “motivos por que” e “motivos a fim de”, bem como os pressupostos para a análise dos discursos. Resultados: Na etapa do estudo quantitativo dos 57 adolescentes participantes das oficinas, seis foram excluídos por não terem respondido o pós-teste, deste modo participaram 51 adolescentes. Do total, 64,7% do sexo feminino, 66,7% com 17 anos, cerca de 61% católicos, 53% raça branca e 96% solteiros. Houve diferenças estatisticamente significativas entre o pré e pós teste, observou-se um aumento de 43% do conhecimento dos adolescentes sobre o Vírus da Imunodeficiência Humana e Papilomavírus Humano. No pós-teste as adolescentes apresentaram maior conhecimento sobre o corpo feminino e masculino (63,6%) se comparado aos meninos, ao contrário ocorreu sobre métodos contraceptivos e Infecções Sexualmente Transmissíveis (81,8%). Já na vertente qualitativa, por meio do grupo focal participaram 57 adolescentes, emergiram os “motivos por que” quatro categorias: 1: O processo de adolescer na escola e em casa; 2: Sexualidade e estigma na adolescência; 3: Sexualidade e fontes de informações entre adolescentes; 4: Conhecimentos sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis após a participação nas oficinas. Para os “motivos a fim de” as perspectivas dos adolescentes para prevenção de novos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Conclusão: Após as oficinas sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis houve aumento do conhecimento entre os adolescentes, bem como revelou que há uma carência na abordagem sobre sexualidade a essa população. Foi identificado nas falas dos adolescentes a dimensão da demanda familiar e educacional no que diz respeito a educação sexual, portanto torna-se necessário a disseminação do uso de oficinas nas escolas para favorecer um espaço de troca de conhecimento e aprendizagem para que estes possam vivenciar sua sexualidade de forma saudável e autocuidado para prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Também haja integração entre as instituições da saúde, da educação juntamente com a família para a efetiva prevenção e promoção da saúde no ambiente escolar.
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Método: Estudo quase-experimental do tipo qualitativo e quantitativo realizado em um Colégio Estadual localizado no norte do Paraná, no período de fevereiro a março de 2023, amostra por conveniência que resultou em 57 adolescentes do 3º ano do ensino médio. Para a etapa quantitativa aplicou-se questionário com questões fechadas com conteúdos relacionados aos temas desenvolvidos durante as oficinas (antes e após). Os dados foram digitalizados em planilha Excel® e analisados no SPSS® por meio de frequências absoluta e relativa, qui-quadrado de McNemar com correção de continuidade, adotou-se o nível de significância de p=0,05. Para a etapa qualitativa utilizou-se o grupo focal com 8 a 14 adolescentes mediante gravação e registro de campo, com duração de até 27 minutos. O referencial teórico-metodológico foi a Fenomenologia Social de Alfred Schutz para a construção das questões norteadoras “motivos por que” e “motivos a fim de”, bem como os pressupostos para a análise dos discursos. Resultados: Na etapa do estudo quantitativo dos 57 adolescentes participantes das oficinas, seis foram excluídos por não terem respondido o pós-teste, deste modo participaram 51 adolescentes. Do total, 64,7% do sexo feminino, 66,7% com 17 anos, cerca de 61% católicos, 53% raça branca e 96% solteiros. Houve diferenças estatisticamente significativas entre o pré e pós teste, observou-se um aumento de 43% do conhecimento dos adolescentes sobre o Vírus da Imunodeficiência Humana e Papilomavírus Humano. No pós-teste as adolescentes apresentaram maior conhecimento sobre o corpo feminino e masculino (63,6%) se comparado aos meninos, ao contrário ocorreu sobre métodos contraceptivos e Infecções Sexualmente Transmissíveis (81,8%). Já na vertente qualitativa, por meio do grupo focal participaram 57 adolescentes, emergiram os “motivos por que” quatro categorias: 1: O processo de adolescer na escola e em casa; 2: Sexualidade e estigma na adolescência; 3: Sexualidade e fontes de informações entre adolescentes; 4: Conhecimentos sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis após a participação nas oficinas. Para os “motivos a fim de” as perspectivas dos adolescentes para prevenção de novos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Conclusão: Após as oficinas sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis houve aumento do conhecimento entre os adolescentes, bem como revelou que há uma carência na abordagem sobre sexualidade a essa população. Foi identificado nas falas dos adolescentes a dimensão da demanda familiar e educacional no que diz respeito a educação sexual, portanto torna-se necessário a disseminação do uso de oficinas nas escolas para favorecer um espaço de troca de conhecimento e aprendizagem para que estes possam vivenciar sua sexualidade de forma saudável e autocuidado para prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis. Também haja integração entre as instituições da saúde, da educação juntamente com a família para a efetiva prevenção e promoção da saúde no ambiente escolar.Introduction: Sexuality in adolescence is marked by the search for self-knowledge, desires and feelings, the gap in sexual education impacts the lives of adolescents, which justifies the importance of carrying out sexual education in the school setting. Objective: To analyze the effect on knowledge and understand the perception of adolescents after participating in workshops on sexuality and prevention of Sexually Transmitted Infections. Method: Qualitative and quantitative quasi-experimental study carried out at a State College located in the north of Paraná, from February to March 2023, a convenience sample that resulted in 57 adolescents in the 3rd year of high school. For the quantitative stage, a questionnaire with closed questions with content related to the themes developed during the workshops (before and after) was applied. The data were digitized into an Excel® spreadsheet and analyzed in SPSS® using absolute and relative frequencies, McNemar chi-square with continuity correction, a significance level of p=0.05 was adopted. For the qualitative stage, a focus group was used with 8 to 14 adolescents through recording and field recording, lasting up to 27 minutes. The theoretical-methodological framework was Alfred Schutz's Social Phenomenology for the construction of the guiding questions “reasons why” and “reasons in order to”, as well as the assumptions for analyzing the discourses. Results: In the quantitative study stage of the 57 adolescents participating in the workshops, six were excluded for not having responded to the post-test, thus 51 adolescents participated. Of the total, 64.7% were female, 66.7% were 17 years old, around 61% were Catholic, 53% were white and 96% were single. There were statistically significant differences between the pre and post test, there was a 43% increase in adolescents' knowledge about the Human Immunodeficiency Virus and Human Papillomavirus. In the post-test, adolescents showed greater knowledge about the female and male body (63.6%) compared to boys, the opposite was true about contraceptive methods and Sexually Transmitted Infections (81.8%). In the qualitative aspect, through the focus group, 57 adolescents participated, four categories of “reasons why” emerged: 1: The process of becoming a teenager at school and at home; 2: Sexuality and stigma in adolescence; 3: Sexuality and sources of information among adolescents; 4: Knowledge about sexuality and prevention of Sexually Transmitted Infections after participating in the workshops. For the “reasons for” adolescents’ perspectives on preventing new cases of Sexually Transmitted Infections. Conclusion: After the workshops on sexuality and prevention of Sexually Transmitted Infections, there was an increase in knowledge among adolescents, as well as revealing that there is a lack of approach to sexuality for this population. The dimension of family and educational demand regarding sexual education was identified in the teenagers' speeches, therefore it is necessary to disseminate the use of workshops in schools to promote a space for exchanging knowledge and learning so that they can experience their sexuality in a healthy way and self-care to prevent Sexually Transmitted Infections. There is also integration between health and education institutions together with the family for effective prevention and health promotion in the school environment.porCiências da Saúde - EnfermagemCiências da Saúde - EnfermagemAdolescentSexually Transmitted InfectionsSexualityElementary and high schoolSex EducationPediatric nursingAdolescenteInfecções Sexualmente TransmissíveisSexualidadeEnsino fundamental e médioEducação SexualEnfermagem pediátricaOficinas sobre sexualidade e prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis para adolescentes do ensino médioWorkshops on sexuality and prevention of Sexually Transmitted Infections for high school adolescentsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCCS - Departamento de EnfermagemPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_ENF_Me_2023_Machado_Jessica_AM.pdfCS_ENF_Me_2023_Machado_Jessica_AM.pdfTexto Completo. 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