Transcendência e imanência na filosofia da morte de Schopenhauer

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Felipe, Ana Paula Manoel
Orientador(a): Pavão, Aguinaldo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/19107
Resumo: A presente dissertação visa analisar criticamente a filosofia imanentista de Schopenhauer. Para tanto, pretende-se investigar o possível comprometimento com teses transcendentes presentes em suas reflexões sobre a morte. Para tal fim, o tema do ascetismo e da palingenesia se sobressaem nessa investigação, não obstante, a sua metafísica da morte permeia toda a discussão, visto que a sua coerência está atrelada diretamente à utilização desses conceitos. Uma vez que, em tese, a vontade como coisa em si exclui qualquer fundamento transcendente, cabe investigar a possibilidade do afastamento de Schopenhauer do campo imanente. Essa investigação é necessária tendo em vista o seu distanciamento do domínio empírico em sua explicação sobre a palingenesia e a permanência do caráter inteligível no mundo. Dessa forma, investigarei como a filosofia de Schopenhauer trata e relaciona os conceitos de palingenesia, morte, vontade, metafisica, imanência e transcendência. Nesse contexto, defenderei a hipótese de que Schopenhauer não logrou êxito em depurar de sua filosofia imanentista elementos transcendentes e, por fim, ponderarei as consequências disso em sua metafísica da morte.
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Essa investigação é necessária tendo em vista o seu distanciamento do domínio empírico em sua explicação sobre a palingenesia e a permanência do caráter inteligível no mundo. Dessa forma, investigarei como a filosofia de Schopenhauer trata e relaciona os conceitos de palingenesia, morte, vontade, metafisica, imanência e transcendência. Nesse contexto, defenderei a hipótese de que Schopenhauer não logrou êxito em depurar de sua filosofia imanentista elementos transcendentes e, por fim, ponderarei as consequências disso em sua metafísica da morte.This dissertation aims to critically analyze Schopenhauer's immanentist philosophy. It seeks to investigate the possible commitment to transcendent theses present in his reflections on death. Within this investigation, the themes of asceticism and palingenesis stand out, although his metaphysics of death permeates the entire discussion, since its coherence is directly linked to the use of these concepts. Since, in theory, the will as a thing in itself excludes any transcendent foundation, it is worth investigating the possibility of Schopenhauer's departure from the immanent field. This inquiry is necessary in light of his distancing from the empirical domain in his explanation of palingenesis and the permanence of the intelligible character in the world. Thus, I will examine how Schopenhauer's philosophy treats and interrelates the concepts of palingenesis, death, will, metaphysics, immanence, and transcendence. In this context, I will defend the hypothesis that Schopenhauer did not succeed in purging transcendent elements from his immanentist philosophy and, finally, I will consider the consequences of this in his metaphysics of death.porCiências Humanas - FilosofiaCiências Humanas - FilosofiaTranscendenceImmanenceAsceticismPalingenesisDeathTranscedence (Philosophy)WillMetaphysicsTranscendênciaImanênciaAscetismoPalingenesiaMorteTranscendência (Filosofia)VontadeMetafísicaTranscendência e imanência na filosofia da morte de SchopenhauerTranscendence and immanence in Schopenhauer’s philosophy of deathinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCLCH - Departamento de FilosofiaPrograma de Pós-Graduação em FilosofiaUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Letras e Ciências HumanasORIGINALCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdfCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdfTexto completo ID. 194449application/pdf954629https://repositorio.uel.br/bitstreams/dbc534ba-a0bf-4dbd-a9bd-d07b605cb478/download1955c900a9c4b561219d1b791f80cfb8MD51CH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdfCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf492893https://repositorio.uel.br/bitstreams/bde0a764-b63c-49fa-bb8e-7050900604c0/download5824ad05774c37f8d8875231c0c89485MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/ccb890a5-e94d-4a97-9aa7-1f17b43eaa96/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdf.txtCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdf.txtExtracted texttext/plain313999https://repositorio.uel.br/bitstreams/9c307bfc-bca7-4fa9-8528-dda5d8ae3e58/download9d2f52b9b87c6fc1104c6322d1fc7ff9MD54CH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdf.txtCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdf.txtExtracted texttext/plain35https://repositorio.uel.br/bitstreams/c4f5faaf-ccf4-4dd7-bee5-4799d7c4ed00/downloadfa38f746edab743d862de0aaf45d7861MD56THUMBNAILCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdf.jpgCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3442https://repositorio.uel.br/bitstreams/47c2d7c7-4d45-46a3-b3ca-3c551b3a5684/download82a0f5032a93922805b9fbf428d64dd6MD55CH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdf.jpgCH_FIL_Me_2025_Felipe_Ana_PM_Termo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5416https://repositorio.uel.br/bitstreams/c167468d-faae-41df-8d32-42f71f04dcb5/downloada902ada5e7a90caf3bcec8aabc3e8f5aMD57123456789/191072026-01-31 03:01:18.348open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/19107https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2026-01-31T06:01:18Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
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