Leituras do mal-estar na contemporaneidade capitalista : construindo diagnósticos do presente
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Este trabalho investigou de que forma as condições de vida na contemporaneidade capitalista produzem uma subjetividade individual e coletiva que tende cada vez mais ao mal-estar O objetivo dessa pesquisa foi, portanto, colocar em evidência modos de sofrimento que decorrem das relações sociais contemporâneas, diagnosticando a natureza do mal-estar que delas emergem, bem como os tipos de sintomas que se produzem neste contexto Adotou-se, como hipótese, a teoria de que os modos de sofrimento disseminados nas coletividades estão intrinsecamente relacionados com a organização socioeconômica vigente Esse mal-estar pode ser reconhecido objetivamente por meio do aumento dos diagnósticos psicopatologizantes individualmente atribuídos, mas também em sua dimensão coletiva, pela observação da crescente individualização dos membros da sociedade, gerando fenômenos de isolamento De modo concomitante, observa-se o aumento da violência em suas dimensões reais e simbólicas e o aumento do número de suicídios Entendendo a subjetividade como uma produção social que se dá dentro de um determinado sistema hegemônico, sustentou-se a hipótese de que o mal-estar na contemporaneidade é resultado da produção de uma subjetividade capitalista que se dissemina em escala planetária Diante disso, este trabalho atendeu a necessidade de diagnosticar o sofrimento que emerge dos atuais modos de vida atravessados pelos imperativos de produtividade e consumo Construiu-se assim um diagnóstico de enunciadores sociais desse mal-estar em uma direção contrária à naturalização das formas de sofrimento vigentes Para que fosse possível uma aproximação com a complexidade da questão, o método escolhido foi o teórico interdisciplinar, no qual diferentes áreas do conhecimento foram colocadas em interlocução com o objetivo de alcançar a complexidade do real, ultrapassando o saber compartimentado que se distancia do sujeito do meio social Assumiu-se, ao mesmo tempo, uma postura metodológica e política em criar, na pesquisa, um distanciamento de teorias normativas e individualizantes, paralelas à aproximação de leituras que definem o sujeito em função de sua constituição no social Diante disso, a pesquisa colocou em interlocução psicologia social, psicanálise, filosofia, sociologia e história para traçar diagnósticos sobre as novas formas de mal-estar emergentes na contemporaneidade Os fenômenos ligados ao distanciamento afetivo, ao processo de individualização da sociedade, ao narcisismo exacerbado, a violência e ao suicídio foram tratados como sintomas de um sofrimento ainda em busca de modos de expressão Ao final da pesquisa, foi possível verificar que a sociedade atual se constituiu enquanto individualista, narcisista, niilista e espetacular O mal-estar contemporâneo emerge desse processo de individualização atrelado ao narcisismo, em uma sociedade mediada fundamentalmente pela imagem Dessa maneira, a espetacularização da vida está diretamente ligada à produção da violência e do suicídio, sendo estes entendidos como sintomas decorrentes do modo de produção capitalista, que se configura enquanto um sistema que aniquila o campo da subjetividade, reduzindo à existência possibilidades simplificadas de consumo e espetáculo |
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Bortolloti, Patrícia AparecidaMansano, Sonia Regina Vargasa70deec5-1c8e-4e1a-ad83-4c8818af49d9-1Dionísio, Gustavo Henriquee95ee430-4b01-4924-9cf9-56d3a73dbee7-15b0741c6-c376-4dce-b2a2-ebbc9b7a4399d857ae21-e812-4b60-8853-6772584cd6b8Carvalho, Paulo Roberto de [Orientador]Londrina2024-05-01T11:52:04Z2024-05-01T11:52:04Z2020.0021.02.2020https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9223Resumo: Este trabalho investigou de que forma as condições de vida na contemporaneidade capitalista produzem uma subjetividade individual e coletiva que tende cada vez mais ao mal-estar O objetivo dessa pesquisa foi, portanto, colocar em evidência modos de sofrimento que decorrem das relações sociais contemporâneas, diagnosticando a natureza do mal-estar que delas emergem, bem como os tipos de sintomas que se produzem neste contexto Adotou-se, como hipótese, a teoria de que os modos de sofrimento disseminados nas coletividades estão intrinsecamente relacionados com a organização socioeconômica vigente Esse mal-estar pode ser reconhecido objetivamente por meio do aumento dos diagnósticos psicopatologizantes individualmente atribuídos, mas também em sua dimensão coletiva, pela observação da crescente individualização dos membros da sociedade, gerando fenômenos de isolamento De modo concomitante, observa-se o aumento da violência em suas dimensões reais e simbólicas e o aumento do número de suicídios Entendendo a subjetividade como uma produção social que se dá dentro de um determinado sistema hegemônico, sustentou-se a hipótese de que o mal-estar na contemporaneidade é resultado da produção de uma subjetividade capitalista que se dissemina em escala planetária Diante disso, este trabalho atendeu a necessidade de diagnosticar o sofrimento que emerge dos atuais modos de vida atravessados pelos imperativos de produtividade e consumo Construiu-se assim um diagnóstico de enunciadores sociais desse mal-estar em uma direção contrária à naturalização das formas de sofrimento vigentes Para que fosse possível uma aproximação com a complexidade da questão, o método escolhido foi o teórico interdisciplinar, no qual diferentes áreas do conhecimento foram colocadas em interlocução com o objetivo de alcançar a complexidade do real, ultrapassando o saber compartimentado que se distancia do sujeito do meio social Assumiu-se, ao mesmo tempo, uma postura metodológica e política em criar, na pesquisa, um distanciamento de teorias normativas e individualizantes, paralelas à aproximação de leituras que definem o sujeito em função de sua constituição no social Diante disso, a pesquisa colocou em interlocução psicologia social, psicanálise, filosofia, sociologia e história para traçar diagnósticos sobre as novas formas de mal-estar emergentes na contemporaneidade Os fenômenos ligados ao distanciamento afetivo, ao processo de individualização da sociedade, ao narcisismo exacerbado, a violência e ao suicídio foram tratados como sintomas de um sofrimento ainda em busca de modos de expressão Ao final da pesquisa, foi possível verificar que a sociedade atual se constituiu enquanto individualista, narcisista, niilista e espetacular O mal-estar contemporâneo emerge desse processo de individualização atrelado ao narcisismo, em uma sociedade mediada fundamentalmente pela imagem Dessa maneira, a espetacularização da vida está diretamente ligada à produção da violência e do suicídio, sendo estes entendidos como sintomas decorrentes do modo de produção capitalista, que se configura enquanto um sistema que aniquila o campo da subjetividade, reduzindo à existência possibilidades simplificadas de consumo e espetáculoDissertação (Mestrado em Psicologia) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em PsicologiaAbstract: This work investigated in what way living conditions in contemporary capitalism produce an individual and collective subjectivity that tends increasingly to go towards malaise The objective of this research was, therefore, to highlight the suffering that results from contemporary social relationships, diagnosing the nature of the malaise that emerges from them, as well as the types of symptoms that occur in this context We adopted as a hypothesis that the ways of suffering disseminated in the collective are intrinsically related to the current socioeconomic organization This malaise can be recognized objectively through the increase in individually attributed psychopathological diagnoses, but also in its collective dimension, by observing the increasing individualization of members of society, generating a phenomenon of isolation Concomitantly, there is an increase in violence in its real and symbolic dimensions and an increase in the number of suicides Understanding subjectivity as a social production that occurs within a certain hegemonic system, the hypothesis that contemporary malaise is the result of the production of a capitalist subjectivity that spreads on a Planetary scale was maintained Faced with this phenomenon, we felt the need to diagnose the suffering that emerges from the current ways of life faced with the need for productivity and consumption Thus, a diagnosis of social enunciators of this malaise was constructed in a direction contrary to the naturalization of the present forms of suffering In order to reach an approximation with the complexity of the issue, the methodology chosen was the interdisciplinary theory, in which different areas of knowledge were brought up with the objective of achieving the complexity of what is real, surpassing the compartmentalized knowledge that distances itself from the subject from the social environment We took on a posture which was methodological and political when creating, in the research, a distance from the normative and individualizing theories while approaching readings that define the subject according to the constitution in the social realm In view of this, this research brought social psychology, psychoanalysis, philosophy, sociology and history into an interlocution to outline diagnoses about the new forms of contemporary emerging malaises The phenomena related to affective distancing, the process of individualization of society, exacerbated narcissism, violence and suicide were treated as symptoms of suffering still in search of modes of expression At the end of the research, we were able to verify that the current society is constituted as individualist, narcissistic, nihilistic and spectacular Contemporary malaise emerges from this process of individualization linked to narcissism, in a society fundamentally mediated by image Thus, the spectaculation of life is directly linked to the production of violence and suicide, which are understood as symptoms arising from the capitalist mode of production, which is configured as a system that annihilates the field of subjectivity, reducing our existence to simplified possibilities of consumption and spectacleporPsicologiaMal-estarCivilizaçãoSubjetividadeO ContemporâneoPsychologyMalaiseCivilizationSubjectivityContemporary, TheLeituras do mal-estar na contemporaneidade capitalista : construindo diagnósticos do presenteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoPsicologiaCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Psicologia-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess5264vtls000231151SIMvtls000231151http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023115164.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002311517398.pdf123456789/2802 - 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Resumo: Este trabalho investigou de que forma as condições de vida na contemporaneidade capitalista produzem uma subjetividade individual e coletiva que tende cada vez mais ao mal-estar O objetivo dessa pesquisa foi, portanto, colocar em evidência modos de sofrimento que decorrem das relações sociais contemporâneas, diagnosticando a natureza do mal-estar que delas emergem, bem como os tipos de sintomas que se produzem neste contexto Adotou-se, como hipótese, a teoria de que os modos de sofrimento disseminados nas coletividades estão intrinsecamente relacionados com a organização socioeconômica vigente Esse mal-estar pode ser reconhecido objetivamente por meio do aumento dos diagnósticos psicopatologizantes individualmente atribuídos, mas também em sua dimensão coletiva, pela observação da crescente individualização dos membros da sociedade, gerando fenômenos de isolamento De modo concomitante, observa-se o aumento da violência em suas dimensões reais e simbólicas e o aumento do número de suicídios Entendendo a subjetividade como uma produção social que se dá dentro de um determinado sistema hegemônico, sustentou-se a hipótese de que o mal-estar na contemporaneidade é resultado da produção de uma subjetividade capitalista que se dissemina em escala planetária Diante disso, este trabalho atendeu a necessidade de diagnosticar o sofrimento que emerge dos atuais modos de vida atravessados pelos imperativos de produtividade e consumo Construiu-se assim um diagnóstico de enunciadores sociais desse mal-estar em uma direção contrária à naturalização das formas de sofrimento vigentes Para que fosse possível uma aproximação com a complexidade da questão, o método escolhido foi o teórico interdisciplinar, no qual diferentes áreas do conhecimento foram colocadas em interlocução com o objetivo de alcançar a complexidade do real, ultrapassando o saber compartimentado que se distancia do sujeito do meio social Assumiu-se, ao mesmo tempo, uma postura metodológica e política em criar, na pesquisa, um distanciamento de teorias normativas e individualizantes, paralelas à aproximação de leituras que definem o sujeito em função de sua constituição no social Diante disso, a pesquisa colocou em interlocução psicologia social, psicanálise, filosofia, sociologia e história para traçar diagnósticos sobre as novas formas de mal-estar emergentes na contemporaneidade Os fenômenos ligados ao distanciamento afetivo, ao processo de individualização da sociedade, ao narcisismo exacerbado, a violência e ao suicídio foram tratados como sintomas de um sofrimento ainda em busca de modos de expressão Ao final da pesquisa, foi possível verificar que a sociedade atual se constituiu enquanto individualista, narcisista, niilista e espetacular O mal-estar contemporâneo emerge desse processo de individualização atrelado ao narcisismo, em uma sociedade mediada fundamentalmente pela imagem Dessa maneira, a espetacularização da vida está diretamente ligada à produção da violência e do suicídio, sendo estes entendidos como sintomas decorrentes do modo de produção capitalista, que se configura enquanto um sistema que aniquila o campo da subjetividade, reduzindo à existência possibilidades simplificadas de consumo e espetáculo |
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