Ação antibiótica de metabólito de Pseudomonas sp. no controle da Xanthomonas arboricola pv. pruni
| Ano de defesa: | 2010 |
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Resumo: | Resumo: A bacteriose no pessegueiro é causada pela bactéria Xanthomonas arboricola pv pruni (Xap) que é considerada um dos maiores problemas da cultura São utilizados para o controle desta doença produtos à base de cobre e antibióticos, que podem causar resistência bacteriana e contaminar o meio ambiente Com isso, o controle biológico é uma alternativa para controlar os fitopatógenos Portanto, avaliou-se o metabólito produzido pela bactéria Pseudomonas sp no controle da Xap A Pseudomonas sp foi cultivada em caldo nutriente + CuCl2 por 15 dias (28 °C, 1 rpm) e em seguida centrifugada (9 rpm, 2 min, 4 °C) O sobrenadante foi tratado com diclorometano, concentrado em rotavapor a 45 °C, congelado em nitrogênio líquido e liofilizado A fase diclorometano (FD) obtida foi fracionada por cromatografia líquida a vácuo (CLV) utilizando os solventes, Hexano (F1), Diclorometano (F2) e Acetato de Etila (F3) A fração F3 foi testada quanto à atividade antibiótica contra a Xap através da técnica de difusão em ágar, na concentração inibitória mínima, na avaliação ultra-estrutural utilizando a microscopia eletrônica de varredura e na avaliação sobre a ocorrência de lesões em folha Nesta avaliação as plantas foram mantidas em casa de vegetação e foram tratadas com a fração F3 em dois tempos de aplicação (pré e pós tratamento) nas concentrações de 5, 15, 45 µg mL-1 O número de lesões foi avaliado a partir da contagem nas folhas das plantas No teste de difusão em ágar todas as concentrações inibiram a Xap, sendo a concentração inibitória mínima de 5 µg mL-1 Na avaliação ultra-estrutural pode-se observar alterações no exopolissacarídeo e na morfologia bacteriana Na ultima avaliação os dois tratamentos foram significativos no controle da Xap sendo a concentração 45 µg mL-1 mais efetiva contra a bacteriose Com isso, pode-se concluir que a fração F3 pode ser uma boa alternativa de controle para a bacteriose, diminuindo assim o uso de agrotóxicos, sendo necessário mais estudos desta fração para ser utilizada no campo |
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Vasconcellos, Fernanda Corrêa da SilvaMello, João Carlos Palazzo de474db46e-6d14-419b-9faa-6e324df97367-1Zangaro Filho, Waldemar880d40c2-70df-4e77-88b2-e7fcae0eefa4-1032eaea9-574d-423b-8e15-f67093bfce29ec5529ca-ec0b-4f0d-baee-b8e88e9c0c36Andrade Filho, Galdino [Orientador]Londrina2024-05-01T12:41:01Z2024-05-01T12:41:01Z2010.002010https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10282Resumo: A bacteriose no pessegueiro é causada pela bactéria Xanthomonas arboricola pv pruni (Xap) que é considerada um dos maiores problemas da cultura São utilizados para o controle desta doença produtos à base de cobre e antibióticos, que podem causar resistência bacteriana e contaminar o meio ambiente Com isso, o controle biológico é uma alternativa para controlar os fitopatógenos Portanto, avaliou-se o metabólito produzido pela bactéria Pseudomonas sp no controle da Xap A Pseudomonas sp foi cultivada em caldo nutriente + CuCl2 por 15 dias (28 °C, 1 rpm) e em seguida centrifugada (9 rpm, 2 min, 4 °C) O sobrenadante foi tratado com diclorometano, concentrado em rotavapor a 45 °C, congelado em nitrogênio líquido e liofilizado A fase diclorometano (FD) obtida foi fracionada por cromatografia líquida a vácuo (CLV) utilizando os solventes, Hexano (F1), Diclorometano (F2) e Acetato de Etila (F3) A fração F3 foi testada quanto à atividade antibiótica contra a Xap através da técnica de difusão em ágar, na concentração inibitória mínima, na avaliação ultra-estrutural utilizando a microscopia eletrônica de varredura e na avaliação sobre a ocorrência de lesões em folha Nesta avaliação as plantas foram mantidas em casa de vegetação e foram tratadas com a fração F3 em dois tempos de aplicação (pré e pós tratamento) nas concentrações de 5, 15, 45 µg mL-1 O número de lesões foi avaliado a partir da contagem nas folhas das plantas No teste de difusão em ágar todas as concentrações inibiram a Xap, sendo a concentração inibitória mínima de 5 µg mL-1 Na avaliação ultra-estrutural pode-se observar alterações no exopolissacarídeo e na morfologia bacteriana Na ultima avaliação os dois tratamentos foram significativos no controle da Xap sendo a concentração 45 µg mL-1 mais efetiva contra a bacteriose Com isso, pode-se concluir que a fração F3 pode ser uma boa alternativa de controle para a bacteriose, diminuindo assim o uso de agrotóxicos, sendo necessário mais estudos desta fração para ser utilizada no campoDissertação (Mestrado em Microbiologia) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em MicrobiologiaAbstract: Bacterial spot is caused by Xanthomonas arboricola pv pruni (Xap), which is considered a major problem in peach orchards Products based on copper and antibiotics are used to control and the biocontrol is a new alternative The objective was evaluate the antibiotic activity of the metabolite produced by Pseudomonas sp cultivated, for 15 days (28 °C, 1 rpm-1) against Xap The free-cells supernatant was fractionated with dichloromethane, concentrated and lyophilized The same solvent was fractionated in vacuum liquid chromatography (VLC) The antibiotic activity of F3 fraction was tested as well as the effect on cell ultra-structural In a greenhouse experiment plants were sprayed with F3 before or after Xap infection The results showed changes in exopolysaccharides and cell morphology The antibiotic activity of F3 (45 µg mL-1) was more effective against Xap We conclude that the F3 showed antibiotic activity against Xap, in vitro and in plant experimentsporXanthomonasBactérias fitopatogênicasPêssegoDoenças e pragasPragas agrícolasPhytopathogenic bacteriaDiseases and pestsPeachAção antibiótica de metabólito de Pseudomonas sp. no controle da Xanthomonas arboricola pv. pruniinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoMicrobiologiaCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess102836vtls000158559SIMvtls000158559http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00015855964.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001585591915.pdf123456789/2502 - 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Resumo: A bacteriose no pessegueiro é causada pela bactéria Xanthomonas arboricola pv pruni (Xap) que é considerada um dos maiores problemas da cultura São utilizados para o controle desta doença produtos à base de cobre e antibióticos, que podem causar resistência bacteriana e contaminar o meio ambiente Com isso, o controle biológico é uma alternativa para controlar os fitopatógenos Portanto, avaliou-se o metabólito produzido pela bactéria Pseudomonas sp no controle da Xap A Pseudomonas sp foi cultivada em caldo nutriente + CuCl2 por 15 dias (28 °C, 1 rpm) e em seguida centrifugada (9 rpm, 2 min, 4 °C) O sobrenadante foi tratado com diclorometano, concentrado em rotavapor a 45 °C, congelado em nitrogênio líquido e liofilizado A fase diclorometano (FD) obtida foi fracionada por cromatografia líquida a vácuo (CLV) utilizando os solventes, Hexano (F1), Diclorometano (F2) e Acetato de Etila (F3) A fração F3 foi testada quanto à atividade antibiótica contra a Xap através da técnica de difusão em ágar, na concentração inibitória mínima, na avaliação ultra-estrutural utilizando a microscopia eletrônica de varredura e na avaliação sobre a ocorrência de lesões em folha Nesta avaliação as plantas foram mantidas em casa de vegetação e foram tratadas com a fração F3 em dois tempos de aplicação (pré e pós tratamento) nas concentrações de 5, 15, 45 µg mL-1 O número de lesões foi avaliado a partir da contagem nas folhas das plantas No teste de difusão em ágar todas as concentrações inibiram a Xap, sendo a concentração inibitória mínima de 5 µg mL-1 Na avaliação ultra-estrutural pode-se observar alterações no exopolissacarídeo e na morfologia bacteriana Na ultima avaliação os dois tratamentos foram significativos no controle da Xap sendo a concentração 45 µg mL-1 mais efetiva contra a bacteriose Com isso, pode-se concluir que a fração F3 pode ser uma boa alternativa de controle para a bacteriose, diminuindo assim o uso de agrotóxicos, sendo necessário mais estudos desta fração para ser utilizada no campo |
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