O silenciamento e invisibilização de corpos negros pela materialização da branquitude: a atuação de redes de práticas discursivas no ensino superior
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Link de acesso: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17433 |
Resumo: | Esta pesquisa tem como propósito compreender como a branquitude atua no silenciamento e invisibilização de pessoas negras no ensino superior. O protagonismo e proteção do sujeito branco é legitimado pelo que se pode nomear por branquitude. A branquitude opera envolto ao psíquico e práticas discursivas materializadas em prol de uma superioridade racial e da continuidade a uma supremacia branca que se atrela á posições de privilégios e violência. Envolto a isso, em um país que se constrói pela racialização colocando corpos negros em posições de subalternidade e violência, é operante por dispositivos de poder que tende a silenciar e invisibilizar o sujeito negro. O contexto universitário brasileiro é um dos espaços que podem ser considerados como espaços de relações de poder que privilegiam os brancos. Como afirmam Bujato e Souza (2020), na universidade o negro é reconhecido como “corpos deslocados”, pois, como mecanismo de racialização, as pessoas são subjugadas pelo “maquinário de brancura” em que o processo de racialização é normalizado e ecoa como um sistema social que dá permissividade ao racismo (Martinot, 2010). O sujeito, que se constitui como negro pelo olhar do branco, quando está neste espaço de poder, utiliza duas máscaras: primeiro, ele sente o silenciamento que lhe é imposto, pelo que Kilomba (2019) chama de “máscara de silenciamento”; e pela “máscara branca”, que Fanon (2014) aponta como uma alienação negra a ser aceita onde a norma imposta é branca. Dentro desta perspectiva, a pesquisa se apoia na epistemologia pós-estruturalista aos estudos organizacionais como forma de desconstruir discursos materializados em silenciar e invisibilizar sujeita/o negra/o. A coleta se deu por meio de entrevistas e conversas com 8 sujeitas/os que se identificam como brancas e brancos e que pertencem ao ensino superior. A análise da pesquisa se deu pela Análise do Discurso Francesa com aporte analítico foucaultiano como forma de compreender como os discursos operam sobre corpos negros, consequentemente os sujeitos brancos como os sujeitos negros são atravessados e constituídos pelas relações de poder. Mas para a branquitude cabe trabalhar certa dominação e manutenção de privilégios. É bastante evidente que esse ato de inscrição por normas, regras e condutas de comportamento é sancionado em discursos incorporados e, assim, o silenciamento dos negros é exercido diante de falas e práticas discursivas em uma estrutura que promove uma educação formal brasileira que atende o sistema racista. Portanto, silenciar vai além de não falar. |
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Envolto a isso, em um país que se constrói pela racialização colocando corpos negros em posições de subalternidade e violência, é operante por dispositivos de poder que tende a silenciar e invisibilizar o sujeito negro. O contexto universitário brasileiro é um dos espaços que podem ser considerados como espaços de relações de poder que privilegiam os brancos. Como afirmam Bujato e Souza (2020), na universidade o negro é reconhecido como “corpos deslocados”, pois, como mecanismo de racialização, as pessoas são subjugadas pelo “maquinário de brancura” em que o processo de racialização é normalizado e ecoa como um sistema social que dá permissividade ao racismo (Martinot, 2010). O sujeito, que se constitui como negro pelo olhar do branco, quando está neste espaço de poder, utiliza duas máscaras: primeiro, ele sente o silenciamento que lhe é imposto, pelo que Kilomba (2019) chama de “máscara de silenciamento”; e pela “máscara branca”, que Fanon (2014) aponta como uma alienação negra a ser aceita onde a norma imposta é branca. Dentro desta perspectiva, a pesquisa se apoia na epistemologia pós-estruturalista aos estudos organizacionais como forma de desconstruir discursos materializados em silenciar e invisibilizar sujeita/o negra/o. A coleta se deu por meio de entrevistas e conversas com 8 sujeitas/os que se identificam como brancas e brancos e que pertencem ao ensino superior. A análise da pesquisa se deu pela Análise do Discurso Francesa com aporte analítico foucaultiano como forma de compreender como os discursos operam sobre corpos negros, consequentemente os sujeitos brancos como os sujeitos negros são atravessados e constituídos pelas relações de poder. Mas para a branquitude cabe trabalhar certa dominação e manutenção de privilégios. É bastante evidente que esse ato de inscrição por normas, regras e condutas de comportamento é sancionado em discursos incorporados e, assim, o silenciamento dos negros é exercido diante de falas e práticas discursivas em uma estrutura que promove uma educação formal brasileira que atende o sistema racista. Portanto, silenciar vai além de não falar.This research aims to understand how whiteness acts in the silencing and invisibility of black people in higher education. The protagonism and protection of the white subject is legitimized by what can be called whiteness. Whiteness operates surrounded by the psychic and discursive practices materialized in favor of racial superiority and the continuity of white supremacy that is linked to positions of privilege and violence. Surrounded by this, in a country that is built through racialization, placing black bodies in positions of subalternity and violence, it operates through power devices that tend to silence and make the black subject invisible. The Brazilian university context is one of the spaces that can be considered as spaces of power relations that privilege whites. As stated by Bujato and Souza (2020), The subject, who is constituted as black by the white gaze, when he is in this space of power, uses two masks: first, he feels the silencing imposed on him, by what Kilomba (2019) calls a “silence mask”; and by the “white mask”, which Fanon (2014) points out as a black alienation to be accepted where the imposed norm is white. Within this perspective, the research is based on post-structuralist epistemology to organizational studies as a way of deconstructing discourses materialized in silencing and making the black subject invisible. The collection took place through interviews and conversations with 8 subjects who identify themselves as white and white and who belong to higher education. The analysis of the research was carried out using French Discourse Analysis with a Foucauldian analytical contribution as a way of understanding how discourses operate on black bodies, consequently white subjects and black subjects are crossed and constituted by power relations. But for whiteness it is necessary to work on a certain domination and maintenance of privileges. It is quite evident that this act of inscription by norms, rules and conduct of behavior is sanctioned in incorporated discourses and, thus, the silencing of blacks is exercised in the face of speeches and discursive practices in a structure that promotes a Brazilian formal education that serves the system racist. Therefore, silence goes beyond not speaking.porCiências Sociais Aplicadas - AdministraçãoWhitenessSilencingInvisibilizationPowerDiscourseRacismRacism in educationBranquitudeSilenciamentoInvisibilizaçãoDiscursoRacismoRacismo na educaçãoO silenciamento e invisibilização de corpos negros pela materialização da branquitude: a atuação de redes de práticas discursivas no ensino superiorThe silencing and invisibilization of black bodies by the materialization of whiteness: the performance of networks of discursive practices in higher educationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCESA - Departamento de AdministraçãoPrograma de Pós-Graduação em AdministraçãoUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Estudos Sociais AplicadosORIGINALCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdfCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdfTexto completo. Id. 189883application/pdf1137545https://repositorio.uel.br/bitstreams/29f9d5f5-4a41-4ee4-8f9e-8f047fd5b30b/download6b1b58abcd1ccc20e9cc9e6f1f4dcbb4MD51CSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM_TERMO.pdfCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM_TERMO.pdfTermo de autorização.application/pdf431011https://repositorio.uel.br/bitstreams/8dcb1f7c-9c11-4965-bde5-d868947a3783/download180c8a130e38a088463025ff011ecbe0MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/a7769111-b802-4415-99b2-dc6c99b1d646/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdf.txtCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdf.txtExtracted texttext/plain366475https://repositorio.uel.br/bitstreams/4a419d8c-8a91-4257-b94e-8aeda0b62ce4/downloadff9eca8aec5b5835400252e3ab3ff822MD54THUMBNAILCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdf.jpgCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3997https://repositorio.uel.br/bitstreams/20a0f0c0-6227-43d6-82d5-34620ddf81eb/downloadd628a2ec5134906eb5dd673530288967MD55CSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM_TERMO.pdf.jpgCSA_ADM_Me_2022_Flor_Caroline_NM_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5444https://repositorio.uel.br/bitstreams/dff57bdc-4f85-47b6-b0df-e7d3fbfca449/downloadfdc7eccbf36588f66e211b69d2c1fd15MD56123456789/174332024-09-06 03:08:09.771open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/17433https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-09-06T06:08:09Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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