Desenvolvimento de um software para monitoramento online de pacientes vítimas de intoxicação exógena

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Michel, Carlos Eduardo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual de Maringá
Brasil
Departamento de Medicina
Programa de Mestrado Profissional em Gestão, Tecnologia e Inovação em Urgência e Emergência (PROFURG)
uem
Maringa
Centro de Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/9634
Resumo: Exogenous intoxication is a public health problem. It occurs when an individual comes into contact with some type of chemical substance, and it can be self-inflicted or accidental. In Brazil, 4.8 million cases occur per year, of which 192,000 lead to death. This study aimed to propose, test and validate a software, based on monitoring and exchanging information between the Poison Center (CI) and an Emergency Care Unit (UPA) located in the North of the State of Paraná. Seven steps were adopted: scope definition, planning, prototype creation, prototype validation, name creation, validation, and software implementation. The first stage dealt with defining the target audience (judges), and how the software would work. The second stage consisted of analyzing and creating the software content. The third stage consisted of creating a prototype in Portuguese. In the fourth stage, the prototype was tested for three months, by 17 judges with expertise in the subject (n=17). In the fifth stage, the software was named Monintox. The sixth stage was the validation of Monintox by the 17 judges, who evaluated technical and content aspects. The seventh and final stage included the results of the Monintox evaluation, which achieved a kappa of 0.843, being classified as the best achievable. The judges evaluated Monintox using the standardized usability testing questionnaire, SUMI (Software Usability Measurement Inventory), which was composed of fifty items that evaluate the user's view of the system. Validation of the software showed that both technical aspects and content of the software were adequate, but some changes had to be made based on the judges' suggestions. In the last stage, the effectiveness of the software as a support tool in communication between the CI and the UPA was proven. The software proved to be a great tool for monitoring patients victims of exogenous poisoning, as it makes all of their information available to the IC in real time. Also, by accompanying the patient from their entry into the emergency room until their discharge or transfer to the reference hospital, Monintox enabled the IC to provide appropriate management for each UPA patient, avoiding communication gaps and ensuring effective management. It is concluded that Monintox achieved its main objective, which was to avoid communication failures and minimize errors, proving to be capable of being used on a daily basis by both institutions covered by this study.
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The first stage dealt with defining the target audience (judges), and how the software would work. The second stage consisted of analyzing and creating the software content. The third stage consisted of creating a prototype in Portuguese. In the fourth stage, the prototype was tested for three months, by 17 judges with expertise in the subject (n=17). In the fifth stage, the software was named Monintox. The sixth stage was the validation of Monintox by the 17 judges, who evaluated technical and content aspects. The seventh and final stage included the results of the Monintox evaluation, which achieved a kappa of 0.843, being classified as the best achievable. The judges evaluated Monintox using the standardized usability testing questionnaire, SUMI (Software Usability Measurement Inventory), which was composed of fifty items that evaluate the user's view of the system. Validation of the software showed that both technical aspects and content of the software were adequate, but some changes had to be made based on the judges' suggestions. In the last stage, the effectiveness of the software as a support tool in communication between the CI and the UPA was proven. The software proved to be a great tool for monitoring patients victims of exogenous poisoning, as it makes all of their information available to the IC in real time. Also, by accompanying the patient from their entry into the emergency room until their discharge or transfer to the reference hospital, Monintox enabled the IC to provide appropriate management for each UPA patient, avoiding communication gaps and ensuring effective management. It is concluded that Monintox achieved its main objective, which was to avoid communication failures and minimize errors, proving to be capable of being used on a daily basis by both institutions covered by this study.A intoxicação exógena é um problema de saúde pública, que pode ser autoprovocada ou acidental, quando um indivíduo entra em contato com algum tipo de substância química. No Brasil, 4,8 milhões de casos acontecem por ano, sendo que desses 192.000 evoluem para óbito. Este estudo teve como objetivo propor, testar e validar um software, baseado no monitoramento e troca de informações entre o Centro de Intoxicações (CI) e uma unidade de pronto atendimento (UPA), do Norte do Estado do Paraná. Foram adotadas sete etapas: definição do escopo, planejamento, criação do protótipo, validação do protótipo, criação do nome, validação e implementação do software. A primeira etapa tratou da definição do público-alvo (juízes), e da forma de como funcionaria o software. A segunda etapa consistiu na análise e criação do conteúdo do software. A terceira etapa foi constituída pela criação de um protótipo na língua portuguesa. Na quarta etapa, o protótipo foi testado, durante três meses, por 17 juízes com expertise na temática (n=17). Na quinta etapa o software recebeu o nome de Monintox. A sexta etapa foi a validação do Monintox por 17 juízes, que avaliaram aspectos técnicos e de conteúdo. A sétima e última etapa contemplou os resultados da avaliação do Monintox, que alcançou um kappa de 0,843, sendo classificado como melhor alcançável. Os juízes avaliaram o Monintox por meio do questionário padronizado para testagem de usabilidade, SUMI (Software Usability Measurement Inventory), composto por cinquenta itens que avaliam a visão do usuário em relação ao sistema. A validação do software evidenciou que os aspectos técnicos e o conteúdo do mesmo estavam adequados, mas algumas alterações tiveram de ser feitas com base nas sugestões dos juízes. Na última etapa comprovou-se a eficácia do software como ferramenta de apoio na comunicação entre o CI e a UPA. O software provou ser uma ótima ferramenta para o monitoramento de pacientes vítimas de intoxicação exógenas, por disponibilizar em tempo real todas as informações desses ao CI. Também por acompanhar o paciente desde a sua entrada na sala de emergência até sua alta ou transferência ao hospital de referência, o Monintox possibilitou ao CI fornecer a conduta adequada a cada paciente da UPA, evitando falhas na comunicaçãoe garantindo eficácia na conduta. Conclui-se que o Monintox alcançou seu objetivo principal, que era evitar falhas na comunicação e minimizar erros, se mostrando apto para ser utilizado no dia a dia por ambas as instituições contempladas por esse estudo.Universidade Estadual de MaringáBrasilDepartamento de MedicinaPrograma de Mestrado Profissional em Gestão, Tecnologia e Inovação em Urgência e Emergência (PROFURG)uemMaringaCentro de Ciências da SaúdePorcu, MauroPorcu, MauroCarvalho, Maria Dalva de BarrosCharlo, Patricia Bossolanihttps://lattes.cnpq.br/4000655368125452Michel, Carlos Eduardo2026-03-09T14:43:53Z2026-03-09T14:43:53Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisBARELA, J.; KAWANAMI, G. H.; DE CONTI, M. H. S. Metodologia Kanban em unidades de internação de um hospital público – dos custos aos cuidados. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v. 5, n. 6, p. 5139-5149, jun. 2019. Disponível em: http://www.brjd.com.br/index.php/BRJD/article/view/1706/1698. Acesso em: 01 jun. 2023 BRASIL. Ministério da Saúde. DATASUS: Departamento de Informática do SUS. Brasília, Ministério da Saúde, 2023.disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinannet/cnv/Intoxbr.def Acesso em: 01 jun. 2023 CABRAL, Eric Lucas dos Santos et al. Response time in the emergency services. Systematic review. Acta cirúrgica brasileira, v. 33. Acesso em 10/01/2023 Disponível em: https://doi.org/10.1590/s0102-865020180120000009 SCHORR, V. et al. Passagem de plantão em um serviço hospitalar de emergência: perspectivas de uma equipe multiprofissional. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, v. 24, p. e190119, 2020. https://doi.org/10.1590/Interface.190119 Acesso em: 01 jun. 2023 FERREIRA, Laura Ribeiro; ARTMANN, Elizabeth. Discursos sobre humanização: profissionais e usuários em uma instituição complexa de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, p. 1437-1450, 2018. 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Qualitas Revista Eletrônica. Campina Grande. PB, v21. n2. 2020. Acesso em: 10/07/2022. DOI: http://dx.doi.org/10.18391/req.v21i2.5624 SCHWAB, K.: A quarta revolução industrial; tradução: Daniel Moreira Miranda. v1. ed. São Paulo: Edipro, 2016.http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/9634porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Estadual de Maringá (RI-UEM)instname:Universidade Estadual de Maringá (UEM)instacron:UEM2026-03-09T14:43:53Zoai:localhost:1/9634Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.uem.br:8080/oai/requestrepositorio@uem.bropendoar:2026-03-09T14:43:53Repositório Institucional da Universidade Estadual de Maringá (RI-UEM) - Universidade Estadual de Maringá (UEM)false
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