Abordagem simplificada na avaliação da incontinência urinária não complicada na mulher

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Valentin, Ericka Kirsthine
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Faculdade de Ciências Médicas
BR
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/8750
Resumo: Este é um estudo transversal feito com pacientes mulheres que compareceram ao Setor de Endoscopia Urológica e Urodinâmica do Serviço de Urologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto HUPE entre dezembro de 2009 e dezembro de 2012, para a realização de estudo urodinâmico, com encaminhamento médico e agendamento prévio para investigação de queixa de incontinência urinária. O estudo foi realizado nas pacientes do sexo feminino, com idade entre 23 e 86 anos e com queixa de incontinência urinária nao complicada. Os dados utilizados nesse estudo têm três origens: (1) a avaliação primária formada pelo conjunto dos questionário de perda por esforço e ou urgência e International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form (ICIQ-SF) e história padronizada; (2) avaliação médica, realizada pelo médico residente; e (3) avaliação urodinâmica, resultado do estudo urodinâmico conduzido por médico residente, com supervisão e laudos feitos por um dos professores do serviço. O objetivo do trabalho foi analisar se o uso de métodos mais simples poderia diagnosticar incontinência urinária não complicada sem a necessidade de realizar a avaliação urodinâmica. Os nossos achados mostraram que entre a avaliação primária e a médica há elevada sensibilidade e especificidade além de forte concordância. O estudo urodinâmico tem menor probabilidade de fazer o diagnostico de IUM e maior frequencia de falso negativo. Os nossos achados fortalecem a indicação de uma abordagem primária antes de intervenções mais invasivas e dispendiosas como a avaliação urodinâmica. A realização de uma avaliação simplificada pode fornecer informações suficientes para começar um tratamento medicamentoso e fisioterapêutico.
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O estudo foi realizado nas pacientes do sexo feminino, com idade entre 23 e 86 anos e com queixa de incontinência urinária nao complicada. Os dados utilizados nesse estudo têm três origens: (1) a avaliação primária formada pelo conjunto dos questionário de perda por esforço e ou urgência e International Consultation on Incontinence Questionnaire Short Form (ICIQ-SF) e história padronizada; (2) avaliação médica, realizada pelo médico residente; e (3) avaliação urodinâmica, resultado do estudo urodinâmico conduzido por médico residente, com supervisão e laudos feitos por um dos professores do serviço. O objetivo do trabalho foi analisar se o uso de métodos mais simples poderia diagnosticar incontinência urinária não complicada sem a necessidade de realizar a avaliação urodinâmica. Os nossos achados mostraram que entre a avaliação primária e a médica há elevada sensibilidade e especificidade além de forte concordância. O estudo urodinâmico tem menor probabilidade de fazer o diagnostico de IUM e maior frequencia de falso negativo. Os nossos achados fortalecem a indicação de uma abordagem primária antes de intervenções mais invasivas e dispendiosas como a avaliação urodinâmica. A realização de uma avaliação simplificada pode fornecer informações suficientes para começar um tratamento medicamentoso e fisioterapêutico.This cross-sectional study of female patients who attended the Department of Urology and Urodynamic of the Endoscopy Department of Urology, Pedro Ernesto University Hospital HUPE/UERJ between December 2009 and December 2012, for performing urodynamic study with medical referral and scheduling prior to investigation of stress urinary incontinence. The study was conducted in female patients, aged between 23 and 86 years with complaints of urinary uncomplicated incontinence. The data used in this study have three origins: (1) the primary assessment formed by the set of questionnaire and loss effort or urgency and International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF) and standardized history; (2) medical evaluation performed by a resident physician; and (3) urodynamic evaluation, results of urodynamic study conducted by resident physician, with supervision and reports made by one of the Professors of the service. The objective was to analyze whether the use of simpler methods could diagnose uncomplicated urinary incontinence without the need for urodynamic evaluation. Our findings showed that between primary medical evaluation and there is high sensitivity and specificity in addition to strong agreement. The urodynamic study is less likely to make the diagnosis of MUI and higher frequency of false negative. Our findings strengthen the indication of a primary approach before more invasive and costly interventions such as urodynamic evaluation. The realization of a simplified assessment can provide enough to get a drug and physical therapy information.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Faculdade de Ciências MédicasBRUERJPrograma de Pós-Graduação em Ciências MédicasDamião, Ronaldohttp://lattes.cnpq.br/2898947587537967Figueiredo, Fabiano Borgeshttp://lattes.cnpq.br/9632331329760037Silva, Eloísio Alexsandro dahttp://lattes.cnpq.br/2457590489993620Figueiredo Filho, Rui de Teófilo ehttp://lattes.cnpq.br/3034017710545644Sabaneeff, Jorgehttp://lattes.cnpq.br/2812974852308052Valentin, Ericka Kirsthine2021-01-05T19:41:54Z2015-04-082014-03-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfVALENTIN, Ericka Kirsthine. 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