Reforma e a compreensão de sentidos de Licenciatura: questão filosófica ou de carga horária?
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Letras |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/6401 |
Resumo: | Esta pesquisa se propõe a observar, a partir da análise das entrevistas realizadas com membros do Colegiado das Licenciaturas da UERJ (CL), modos de constituição de sentidos de Licenciatura no âmbito da Reforma das Licenciaturas da UERJ/2006. Coube ao CL, a partir da publicação das Resoluções CNE/CP nº 1 e 2/2002, discutir e estabelecer as bases para a implantação da Reforma das Licenciaturas na Universidade, que culminou com a publicação da Deliberação UERJ nº 21/2005. Assim, este estudo se desenvolve a partir das seguintes questões: a partir da fala dos entrevistados do Colegiado de Licenciaturas, que sentidos de Licenciatura, Prática e Estágio, se instituem discursivamente? De que modo múltiplas vozes que atravessam a fala dos entrevistados participam no estabelecimento desses sentidos? Para a construção do roteiro de entrevista, foi assumida a perspectiva de Rocha, Daher, e Sant Anna (2004). Para a concretização da pesquisa foram considerados os pressupostos da Análise do Discurso de base enunciativa (MAINGUENEAU,1997; 2002; 2008a; 2008b), as contribuições de Authier-Revuz (1990; 1998) sobre os comentários que os enunciadores realizam sobre seu próprio dizer, de Sant Anna (2004), para o entendimento do Discurso Relatado, e de Ducrot (1987), para a análise dos enunciados negativos de caráter polêmico. Os resultados apontam para um embate relativo ao papel do CL na redação da Deliberação UERJ nº 21/2005, que ora é apresentada como o resultado das discussões ocorridas no CL, ora como uma canetada de instâncias superiores ao CL. Questão que merece destaque, ainda como resultado das análises, é a problemática da desvalorização da discussão sobre Licenciatura, uma realidade na Universidade na época dos debates para a Reforma. Outro aspecto perceptível, foi a preocupação dos membros do CL em definir os espaços ocupados por cada Unidade a partir da Reforma. Além disso, observaram-se algumas mudanças na organização dos cursos de Licenciatura após a Reforma, com a nova divisão de carga horária entre os Institutos Básicos, a Faculdade de Educação e o CAp, que altera o modelo tradicional (3+1), que ainda vigora em muitas Universidades. Essa mudança, ao distribuir o papel de formação de professor entre várias unidades acadêmicas, relativiza o que anteriormente era exclusivo da Faculdade de Educação e leva os Institutos Básicos a ter um envolvimento e uma preocupação maior com a Licenciatura, o que não era uma realidade antes da Reforma. Some-se a isso a formalização do reconhecimento do CAp como formador de professores, pois esse Instituto passou a ter uma participação efetiva no currículo das Licenciaturas, promovendo o reconhecimento institucional do trabalho de ensino e orientação/supervisão dos alunos/estagiários |
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Reforma e a compreensão de sentidos de Licenciatura: questão filosófica ou de carga horária?Reforma y la comprensión de sentidos de formación de profesor: cuestión filosófica o de carga horária?Reforma das LicenciaturasEntrevistasColegiado das Licenciaturas de UERJAnálisis del DiscursoFormación de profesorReforma das LicenciaturasEntrevistasColegiado das Licenciaturas da UERJFormação de professorAnálise do discursoReforma do ensinoProfessores EntrevistasProfessores FormaçãoLicenciaturaUniversidade do Estado do Rio de Janeiro. Colegiado das Licenciaturas. Deliberação n. 21, de 2005CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICAEsta pesquisa se propõe a observar, a partir da análise das entrevistas realizadas com membros do Colegiado das Licenciaturas da UERJ (CL), modos de constituição de sentidos de Licenciatura no âmbito da Reforma das Licenciaturas da UERJ/2006. Coube ao CL, a partir da publicação das Resoluções CNE/CP nº 1 e 2/2002, discutir e estabelecer as bases para a implantação da Reforma das Licenciaturas na Universidade, que culminou com a publicação da Deliberação UERJ nº 21/2005. Assim, este estudo se desenvolve a partir das seguintes questões: a partir da fala dos entrevistados do Colegiado de Licenciaturas, que sentidos de Licenciatura, Prática e Estágio, se instituem discursivamente? De que modo múltiplas vozes que atravessam a fala dos entrevistados participam no estabelecimento desses sentidos? Para a construção do roteiro de entrevista, foi assumida a perspectiva de Rocha, Daher, e Sant Anna (2004). Para a concretização da pesquisa foram considerados os pressupostos da Análise do Discurso de base enunciativa (MAINGUENEAU,1997; 2002; 2008a; 2008b), as contribuições de Authier-Revuz (1990; 1998) sobre os comentários que os enunciadores realizam sobre seu próprio dizer, de Sant Anna (2004), para o entendimento do Discurso Relatado, e de Ducrot (1987), para a análise dos enunciados negativos de caráter polêmico. Os resultados apontam para um embate relativo ao papel do CL na redação da Deliberação UERJ nº 21/2005, que ora é apresentada como o resultado das discussões ocorridas no CL, ora como uma canetada de instâncias superiores ao CL. Questão que merece destaque, ainda como resultado das análises, é a problemática da desvalorização da discussão sobre Licenciatura, uma realidade na Universidade na época dos debates para a Reforma. Outro aspecto perceptível, foi a preocupação dos membros do CL em definir os espaços ocupados por cada Unidade a partir da Reforma. Além disso, observaram-se algumas mudanças na organização dos cursos de Licenciatura após a Reforma, com a nova divisão de carga horária entre os Institutos Básicos, a Faculdade de Educação e o CAp, que altera o modelo tradicional (3+1), que ainda vigora em muitas Universidades. Essa mudança, ao distribuir o papel de formação de professor entre várias unidades acadêmicas, relativiza o que anteriormente era exclusivo da Faculdade de Educação e leva os Institutos Básicos a ter um envolvimento e uma preocupação maior com a Licenciatura, o que não era uma realidade antes da Reforma. Some-se a isso a formalização do reconhecimento do CAp como formador de professores, pois esse Instituto passou a ter uma participação efetiva no currículo das Licenciaturas, promovendo o reconhecimento institucional do trabalho de ensino e orientação/supervisão dos alunos/estagiáriosEsta investigación se propone a observar, a partir del análisis de las entrevistas realizadas con miembros del Colegiado de Licenciaturas de UERJ (CL), maneras de constitución de sentidos de Licenciatura en el ámbito de la Reforma de las Licenciaturas de UERJ/2006. Competió al CL, a partir de la publicación de las Resoluciones CNE/CP no 1 y 2/2002, discutir y establecer las bases para la implantación de la Reforma das Licenciaturas en la Universidad, que culminó con la publicación de la Deliberación UERJ nº 21/2005. De ese modo, este estudio se desarrolla a partir de las siguientes cuestiones: ¿a partir del habla de los entrevistados del Colegiado de Licenciaturas , qué sentidos de Formación de Profesores, Prácticas, se instituyen discursivamente? ¿De qué modo múltiples voces que cruzan el habla de los entrevistados participan en el establecimiento de estos sentidos? Para la construcción de un guión de entrevista, se asumió la perspectiva de Rocha, Daher y Sant Anna (2004). Para la concretización de la investigación se consideraron los presupuestos del Análisis del Discurso de base enunciativa (MAINGUENEAU, 1997; 2002, 2008a; 2008b), las contribuciones de Authier-Revuz (1990; 1998) sobre los comentarios que los enunciadores realizaron sobre su propio habla, de Sant Anna (2004), para la comprensión del Discurso Relatado, y de Ducrot (1987), para el análisis de los enunciados negativos de carácter polémico. Los resultados apuntan para un embate relativo al papel del CL en la redacción de la Deliberación UERJ nº 21/2005, que ora se presenta como el resultado de las discusiones pasadas en el CL, ora como un mandato de instancias superiores al CL. La problemática de la desvaluación de la discusión sobre formación de profesores -una realidad en la Universidad a la época de los debates para la Reforma- es una cuestión que merece relieve, todavía como resultado de los análisis. Otro aspecto perceptible es la preocupación de los miembros del CL en definir los espacios ocupados por cada Unidad a partir de la Reforma. Además, se observaron algunos cambios en la organización de los cursos de Licenciatura después de la Reforma, como la nueva división de carga horaria entre los Institutos Básicos, la Facultad de Educación y el CAp, que altera el modelo tradicional (3+1), que todavía vigora en muchas unidades académicas, relativiza lo que anteriormente era exclusivo de la Facultad de Educación y lleva los Institutos Básicos a involucrarse y preocuparse más con la Licenciatura, lo que no era una realidad antes de la Reforma. Se añade a ello, la formalización del reconocimiento del CAp como formador de profesores, pues ese Instituto logró tener una participación efectiva en el currículo de las Licenciaturas, promoviendo el reconocimiento institucional del trabajo de enseñanza y orientación/supervisión de alumnos/aprendicesUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Educação e Humanidades::Instituto de LetrasBRUERJPrograma de Pós-Graduação em LetrasSant'anna, Vera Lucia de Albuquerquehttp://lattes.cnpq.br/5368860402896580Daher, Maria Del Carmen Fátima Gonzálezhttp://lattes.cnpq.br/7332332124912958Freitas, Luciana Maria Almeida dehttp://lattes.cnpq.br/3469415644515412Gil, Giselle da Motta2021-01-05T15:05:41Z2011-12-012011-04-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfGIL, Giselle da Motta. Reforma e a compreensão de sentidos de Licenciatura: questão filosófica ou de carga horária?. 2011. 137 f. 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