Avaliação da biodisponibilidade de metais tóxicos em sedimentos da bacia hidrográfica do rio Subaé
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia. Escola Politécnica
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18609 |
Resumo: | Este trabalho relata a avaliação da biodisponibilidade dos metais tóxicos (cádmio, cobre, zinco, chumbo e níquel) em amostras de sedimentos empregando a técnica de "sulfetos voláteis por acidificação (do inglês, acidvolatile sulfide - AVS) e metais extraídos simultaneamente (do inglês,simultaneously extracted metal - SEM)". As amostras de sedimentos foram coletadas em dez estações ao longo da Bacia Hidrográfica do Rio Subaé,Bahia, Brasil, em dois períodos (outubro de 2013 e dezembro de 2013). Os elementos químicos foram determinados usando a técnica de fluorescência de raios-X e espectroscopia de absorção atômica com otimização em forno de grafite. O sulfeto foi quantificado empregando potenciometria com eléctrodo de íon seletivo. Além disso, a umidade, matéria orgânica, pH e potencial redox também foram determinados em todos as amostras. A avaliação da biodisponibilidade dos metais foi estimada pela relação entre as concentrações de AVS e SEM, considerando-se uma toxicidade significativa quando ΣSEM/AVS é superior a 1. As concentrações de AVS e SEM nas dez estações estudadas em dois períodos variou de 0,22-15,19 e 0,38-6,07, respectivamente. Assim, para o período seco (dezembro de 2013) os resultados demonstraram um estado crítico de toxicidade dos sedimentos (biodisponibilidade>1), em sete das dez estações amostradas. Em outro período (outubro de 2013), a biodisponibilidade foi inferior a 1 para 50% das amostras coletadas nas dez estações. Além disso, os valores individuais das concentrações de todos os elementos eram comparados com os parâmetros PEL (nível efeitos provável) e TEL (nível de efeitos de limiar), que foram estabelecidos pela EPA para a caracterização de risco ecológico. Essa avaliação demonstrou que Pb, Cd, Ni têm concentrações inferiores à PEL e apenas Zn e Cu têm teores mais elevados do que o PEL para algumas estações. A avaliação da biodisponibilidade e as concentrações encontradas para os cinco elementos nas amostras de sedimentos analisados demonstrou que o ecossistema estudado ainda apresenta um risco ambiental. |
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Além disso, a umidade, matéria orgânica, pH e potencial redox também foram determinados em todos as amostras. A avaliação da biodisponibilidade dos metais foi estimada pela relação entre as concentrações de AVS e SEM, considerando-se uma toxicidade significativa quando ΣSEM/AVS é superior a 1. As concentrações de AVS e SEM nas dez estações estudadas em dois períodos variou de 0,22-15,19 e 0,38-6,07, respectivamente. Assim, para o período seco (dezembro de 2013) os resultados demonstraram um estado crítico de toxicidade dos sedimentos (biodisponibilidade>1), em sete das dez estações amostradas. Em outro período (outubro de 2013), a biodisponibilidade foi inferior a 1 para 50% das amostras coletadas nas dez estações. Além disso, os valores individuais das concentrações de todos os elementos eram comparados com os parâmetros PEL (nível efeitos provável) e TEL (nível de efeitos de limiar), que foram estabelecidos pela EPA para a caracterização de risco ecológico. 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