O Léxico dos jogos e diversões infantis no corpus do Projeto ALiB: visitando o Falar Nordestino
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC)
|
| Departamento: |
Instituto de Letras
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42358 |
Resumo: | Este trabalho analisa em que medida a proposta de divisão dialetal do Brasil, empreendida por Nascentes, em 1953, para a área do Falar Nordestino, se mantém atual. Para tal feito, o autor sugere a divisão do Brasil em dois grandes grupos de falares, o do Sul e o do Norte, no qual situa o Falar Nordestino, e, por fim, propõe uma área que definiu como território incaracterístico. O estudo em causa fundamenta-se nos pressupostos teórico metodológicos da Dialetologia, da Geolinguística pluridimensional Contemporânea e da Lexicologia. Tem por objetivo descrever a variação diatópica e possibilitar o reconhecimento das variantes lexicais características do português falado no Brasil, contribuindo, por consequência, com a Lexicografia, no que tange à catalogação de regionalismos. Para tanto, utilizou-se como corpus os dados do Projeto Atlas Linguístico do Brasil – ALiB correspondentes a 53 localidades, perfazendo o total de 240 informantes de ambos os sexos, pertencentes a duas faixas etárias (uma de 18 a 30 anos e a outra de 50 a 65 anos) e dois níveis de escolaridade (fundamental incompleto e ensino universitário – o último apenas nas capitais). A rede de pontos para este trabalho contempla 7 dos 9 Estados do Nordeste brasileiro, a saber: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, que pertencem ao Falar Nordestino. Os outros dois Estados do Nordeste – Bahia e Sergipe – pertencem ao Falar Baiano e estão descritos em Ribeiro (2012). Foram selecionadas 13 perguntas da área semântica dos jogos e diversões infantis, que integram o Questionário Semântico-Lexical do ALiB. Com vistas à objetiva explanação, os resultados alcançados são divulgados através de gráficos, quadros e cartas linguísticas. Além disso, apresenta-se um panorama comparativo com estudos do ALiB que objetivaram identificar áreas dialetais por meio de itens lexicais: Ribeiro (2012), Portilho (2013), Romano (2015) e Santos (2016). A partir das análises engendradas, confirmou-se que é possível traçar áreas dialetais por meio do léxico. Verifica-se, contudo, que a proposta de Nascentes (1953), nesse caso, não possui vitalidade, pois o Falar Nordestino não apresenta homogeneidade no que diz respeito ao léxico dos jogos e diversões infantis. Em verdade, nota-se particularidades entre os Estados, destacando se os seguintes aspectos: o Maranhão e, por vezes, o Piauí recebem influência do Falar Amazônico; o Rio Grande do Norte, a Paraíba e Pernambuco funcionam como Estados nucleares que ora dialogam com o Ceará, ora dialogam com Alagoas; já Ceará e Alagoas parecem representar pontos de transição entre os Estados. |
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2025-06-25T17:51:02Z2025-06-25T17:51:02Z2018-12-18https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42358Este trabalho analisa em que medida a proposta de divisão dialetal do Brasil, empreendida por Nascentes, em 1953, para a área do Falar Nordestino, se mantém atual. Para tal feito, o autor sugere a divisão do Brasil em dois grandes grupos de falares, o do Sul e o do Norte, no qual situa o Falar Nordestino, e, por fim, propõe uma área que definiu como território incaracterístico. O estudo em causa fundamenta-se nos pressupostos teórico metodológicos da Dialetologia, da Geolinguística pluridimensional Contemporânea e da Lexicologia. Tem por objetivo descrever a variação diatópica e possibilitar o reconhecimento das variantes lexicais características do português falado no Brasil, contribuindo, por consequência, com a Lexicografia, no que tange à catalogação de regionalismos. 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Além disso, apresenta-se um panorama comparativo com estudos do ALiB que objetivaram identificar áreas dialetais por meio de itens lexicais: Ribeiro (2012), Portilho (2013), Romano (2015) e Santos (2016). A partir das análises engendradas, confirmou-se que é possível traçar áreas dialetais por meio do léxico. Verifica-se, contudo, que a proposta de Nascentes (1953), nesse caso, não possui vitalidade, pois o Falar Nordestino não apresenta homogeneidade no que diz respeito ao léxico dos jogos e diversões infantis. Em verdade, nota-se particularidades entre os Estados, destacando se os seguintes aspectos: o Maranhão e, por vezes, o Piauí recebem influência do Falar Amazônico; o Rio Grande do Norte, a Paraíba e Pernambuco funcionam como Estados nucleares que ora dialogam com o Ceará, ora dialogam com Alagoas; já Ceará e Alagoas parecem representar pontos de transição entre os Estados.This dissertation analyze the proportion of Brazil dialectal division proposal, undertaken by Nascentes, in 1953, for Northeast speech area, which is currently maintained. For this purpose, the author suggests a division in Brazil in two large speech groups, South and North, in which Northeast speech is located and, lastly, he proposes an area which he has defined as uncharacteristic territory. The study in question is based on Dialectology, Contemporary Pluridimensional Geolinguistic and Lexicography theoretical assumption. Our aim is to describe the diatopic variation and enable the lexical variation recognition of Brazilian spoken Portuguese characteristics, contributing, therefore, to Lexicography, with regard to the cataloging of regionalisms. For this reason, the data of the Project Linguistic Atlas of Brazil (ALiB) corpus was used, corresponding to 53 localities, making up the total of 240 informants of both sexes, belonging to two age group (one from 18 years old to 30 and another one from 50 to 65) and two educational levels (incomplete elementary education and college education – the last one only in capitals). The network of points includes 7 of the 9 Brazilian Northeast states, namely Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco and Alagoas. There were selected 13 questions from games and children’s amusements semantic areas, which integrate the ALiB Lexica-semantic questionnaire. Observing the objetive explanation, the results achieved are disseminated through graphs, charts and linguistics letters. Moreover, it is presented a comparative overview with ALiB studies aimed at identifying dialectal areas through lexical items: Ribeiro (2012), Portilho (2013), Romano (2015) e Santos (2016). From the generated analyzes, it was confirmed that is possible to trace dialectal areas through the lexicon. However, it appears that Nascentes’ proposal, in this case, it has no vitality because the Northeast speech has no homogenity with regard to the games and amusements lexicon. In fact, we note particularities among the states, highlighting the following aspects: Maranhão and, by the way, Piauí which receive the Amazonian speech influence; Rio Grande do Norte, Paraíba and Pernambuco function as nuclear states that now dialogue with Ceará, or dialogue with Alagoas; Ceará and Alagoas seem to represent points of transition between the states.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC) UFBABrasilInstituto de LetrasLexical VariationNortheast SpeechAntenor NascentesGames and Children's AmusementsALiB ProjectCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESVariação LexicalFalar NordestinoAntenor Nascentesjogos e diversões infantisProjeto ALiBO Léxico dos jogos e diversões infantis no corpus do Projeto ALiB: visitando o Falar NordestinoMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionRibeiro, Silvana Soares CostaRibeiro, Silvana Soares CostaMota, Jacyra AndradeIsquerdo, Aparecida Negrihttp://lattes.cnpq.br/0466037524132469Santos, Graziele Ferreira da Silvainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALVersão final.pdfVersão final.pdfapplication/pdf8042694https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42358/1/Vers%c3%a3o%20final.pdfb6eb77fe485ddb24a2231b5001c98df8MD51open accessAta assinada.pdfAta assinada.pdfapplication/pdf617365https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42358/2/Ata%20assinada.pdf2c9158daffa02698bbac0b9547c294f5MD52open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42358/3/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD53open accessri/423582025-06-25 14:51:03.307open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42358TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-06-25T17:51:03Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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Este trabalho analisa em que medida a proposta de divisão dialetal do Brasil, empreendida por Nascentes, em 1953, para a área do Falar Nordestino, se mantém atual. Para tal feito, o autor sugere a divisão do Brasil em dois grandes grupos de falares, o do Sul e o do Norte, no qual situa o Falar Nordestino, e, por fim, propõe uma área que definiu como território incaracterístico. O estudo em causa fundamenta-se nos pressupostos teórico metodológicos da Dialetologia, da Geolinguística pluridimensional Contemporânea e da Lexicologia. Tem por objetivo descrever a variação diatópica e possibilitar o reconhecimento das variantes lexicais características do português falado no Brasil, contribuindo, por consequência, com a Lexicografia, no que tange à catalogação de regionalismos. Para tanto, utilizou-se como corpus os dados do Projeto Atlas Linguístico do Brasil – ALiB correspondentes a 53 localidades, perfazendo o total de 240 informantes de ambos os sexos, pertencentes a duas faixas etárias (uma de 18 a 30 anos e a outra de 50 a 65 anos) e dois níveis de escolaridade (fundamental incompleto e ensino universitário – o último apenas nas capitais). A rede de pontos para este trabalho contempla 7 dos 9 Estados do Nordeste brasileiro, a saber: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, que pertencem ao Falar Nordestino. Os outros dois Estados do Nordeste – Bahia e Sergipe – pertencem ao Falar Baiano e estão descritos em Ribeiro (2012). Foram selecionadas 13 perguntas da área semântica dos jogos e diversões infantis, que integram o Questionário Semântico-Lexical do ALiB. Com vistas à objetiva explanação, os resultados alcançados são divulgados através de gráficos, quadros e cartas linguísticas. Além disso, apresenta-se um panorama comparativo com estudos do ALiB que objetivaram identificar áreas dialetais por meio de itens lexicais: Ribeiro (2012), Portilho (2013), Romano (2015) e Santos (2016). A partir das análises engendradas, confirmou-se que é possível traçar áreas dialetais por meio do léxico. Verifica-se, contudo, que a proposta de Nascentes (1953), nesse caso, não possui vitalidade, pois o Falar Nordestino não apresenta homogeneidade no que diz respeito ao léxico dos jogos e diversões infantis. Em verdade, nota-se particularidades entre os Estados, destacando se os seguintes aspectos: o Maranhão e, por vezes, o Piauí recebem influência do Falar Amazônico; o Rio Grande do Norte, a Paraíba e Pernambuco funcionam como Estados nucleares que ora dialogam com o Ceará, ora dialogam com Alagoas; já Ceará e Alagoas parecem representar pontos de transição entre os Estados. |
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