Dor crônica e dança: entrelaces do fenômeno no profissional em dança
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12704 |
Resumo: | O dançarino profissional desenvolve processos de dor que muitas vezes se tornam crônicos e a despeito de incapacitantes, seguem lesionando e adentrando o terreno de processos mais e mais dolorosos com o corpo para chegar a um ideal insuperável de corpo na sua profissão. Esta dissertação se propõe a investigar os processos envolvidos no fenômeno da dor crônica em dançarinos profissionais na cidade de Salvador, com tal empenho aspectos considerados fundamentais foram apontados e questões relevantes foram levantadas procurando dar contribuições para os estudos da relação da dor com a dança. A discussão está centrada na relação destes profissionais com a dor crônica neuro-músculo-esquelética nos processos de realização das atividades em dança, considerando a indissociabilidade entre corpo e mente, conforme a neurobiologia proposta por António Damásio (1996, 2004), o entendimento de propriocepção segundo Maxinne Sheets-Johnstone (1998), e a noção de percepção-ação proposta por Alva Nöe (2004). Questões da dor instaladas no corpo implicam no processo de configuração corporal e dizem respeito à própria percepção que se tem do próprio corpo, sentido cinestésico e sistema sensório motor. Compreendendo o corpo como um processo comunicacional, de acordo com o conceito corpomídia de Greiner e Katz (2003) no entendimento de trânsito das informações nos fluxos dentro-fora de mão dupla, nos processos de corporalização como proposto por Clélia Queiroz (2004), movimentos internos e externos, intrínsecos e extrínsecos, micros e macros, entre organismo e ambiente fundamenta, o entendimento da consciência como um fenômeno corpóreo considerando que a propriocepção seja funcional aos movimentos intrínsecos neste processo auto-organizativo que propiciam a cognição. Tais questões ressaltam o papel cognitivo do movimento nos processos de corporalização, relacionadas a aspectos motivacionais de instinto e paixão, envolvendo por sua vez aspectos emocionais e sentimentos de prazer. Está em jogo o entendimento de experiência com o corpo e com o movimento no processo de dançar. Trata-se de uma pesquisa de abordagem metodológica mista, para tal foram elencados aportes teóricos como também foi realizada uma pesquisa de campo com aplicação de questionários semi-estruturados em 87 dançarinos profissionais na cidade de Salvador. |
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A discussão está centrada na relação destes profissionais com a dor crônica neuro-músculo-esquelética nos processos de realização das atividades em dança, considerando a indissociabilidade entre corpo e mente, conforme a neurobiologia proposta por António Damásio (1996, 2004), o entendimento de propriocepção segundo Maxinne Sheets-Johnstone (1998), e a noção de percepção-ação proposta por Alva Nöe (2004). Questões da dor instaladas no corpo implicam no processo de configuração corporal e dizem respeito à própria percepção que se tem do próprio corpo, sentido cinestésico e sistema sensório motor. Compreendendo o corpo como um processo comunicacional, de acordo com o conceito corpomídia de Greiner e Katz (2003) no entendimento de trânsito das informações nos fluxos dentro-fora de mão dupla, nos processos de corporalização como proposto por Clélia Queiroz (2004), movimentos internos e externos, intrínsecos e extrínsecos, micros e macros, entre organismo e ambiente fundamenta, o entendimento da consciência como um fenômeno corpóreo considerando que a propriocepção seja funcional aos movimentos intrínsecos neste processo auto-organizativo que propiciam a cognição. Tais questões ressaltam o papel cognitivo do movimento nos processos de corporalização, relacionadas a aspectos motivacionais de instinto e paixão, envolvendo por sua vez aspectos emocionais e sentimentos de prazer. Está em jogo o entendimento de experiência com o corpo e com o movimento no processo de dançar. Trata-se de uma pesquisa de abordagem metodológica mista, para tal foram elencados aportes teóricos como também foi realizada uma pesquisa de campo com aplicação de questionários semi-estruturados em 87 dançarinos profissionais na cidade de Salvador.FAPESBPROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DANÇA/ESCOLA DE DANÇADançaDor crônicaPrópriocepçãoPercepçãoMovimentoCorporalização/EmbodimentoDor crônica e dança: entrelaces do fenômeno no profissional em dançainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALDissertação Joana Mascarenhas.pdfDissertação Joana Mascarenhas.pdfapplication/pdf5356595https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12704/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Joana%20Mascarenhas.pdf8aa63c21d5d529bff316418eed1c1942MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1762https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12704/2/license.txt1b89a9a0548218172d7c829f87a0eab9MD52open accessTEXTDissertação Joana Mascarenhas.pdf.txtDissertação Joana Mascarenhas.pdf.txtExtracted texttext/plain231181https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12704/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Joana%20Mascarenhas.pdf.txt2224400b9476537fa834d4e98aa2bbf0MD53open accessri/127042025-07-30 12:35:51.977open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/12704VGVybW8gZGUgTGljZW7vv71hLCBu77+9byBleGNsdXNpdm8sIHBhcmEgbyBkZXDvv71zaXRvIG5vIHJlcG9zaXTvv71yaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkJBCgogICAgUGVsbyBwcm9jZXNzbyBkZSBzdWJtaXNz77+9byBkZSBkb2N1bWVudG9zLCBvIGF1dG9yIG91IHNldQpyZXByZXNlbnRhbnRlIGxlZ2FsLCBhbyBhY2VpdGFyIGVzc2UgdGVybW8gZGUgbGljZW7vv71hLCBjb25jZWRlIGFvClJlcG9zaXTvv71yaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkYSBCYWhpYSBvIGRpcmVpdG8KZGUgbWFudGVyIHVtYSBj77+9cGlhIGVtIHNldSByZXBvc2l077+9cmlvIGNvbSBhIGZpbmFsaWRhZGUsIHByaW1laXJhLCAKZGUgcHJlc2VydmHvv73vv71vLiBFc3NlcyB0ZXJtb3MsIG7vv71vIGV4Y2x1c2l2b3MsIG1hbnTvv71tIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIAphdXRvci9jb3B5cmlnaHQsIG1hcyBlbnRlbmRlIG8gZG9jdW1lbnRvIGNvbW8gcGFydGUgZG8gYWNlcnZvIGludGVsZWN0dWFsIGRlc3NhIFVuaXZlcnNpZGFkZS4gCgogICAgUGFyYSBvcyBkb2N1bWVudG9zIHB1YmxpY2Fkb3MgY29tIHJlcGFzc2UgZGUgZGlyZWl0b3MgZGUgZGlzdHJpYnVp77+977+9bywgZXNzZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbu+/vWEgZW50ZW5kZSBxdWU6IAoKICAgIE1hbnRlbmRvIG9zICBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcmVwYXNzYWRvcyBhIHRlcmNlaXJvcywgZW0gY2FzbyAKZGUgcHVibGljYe+/ve+/vWVzLCBvIHJlcG9zaXTvv71yaW8gcG9kZSByZXN0cmluZ2lyIG8gYWNlc3NvIGFvIHRleHRvIAppbnRlZ3JhbCwgbWFzIGxpYmVyYSBhcyBpbmZvcm1h77+977+9ZXMgc29icmUgbyBkb2N1bWVudG8gKE1ldGFkYWRvcyBkZXNjcml0aXZvcykuCgogRGVzdGEgZm9ybWEsIGF0ZW5kZW5kbyBhb3MgYW5zZWlvcyBkZXNzYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgCmVtIG1hbnRlciBzdWEgcHJvZHXvv73vv71vIGNpZW5077+9ZmljYSBjb20gYXMgcmVzdHJp77+977+9ZXMgaW1wb3N0YXMgcGVsb3MgCmVkaXRvcmVzIGRlIHBlcmnvv71kaWNvcy4gCgogICAgUGFyYSBhcyBwdWJsaWNh77+977+9ZXMgZW0gaW5pY2lhdGl2YXMgcXVlIHNlZ3VlbSBhIHBvbO+/vXRpY2EgZGUgCkFjZXNzbyBBYmVydG8sIG9zIGRlcO+/vXNpdG9zIGNvbXB1bHPvv71yaW9zIG5lc3NlIHJlcG9zaXTvv71yaW8gbWFudO+/vW0gCm9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBtYXMgbWFudO+/vW0gbyBhY2Vzc28gaXJyZXN0cml0byBhbyBtZXRhZGFkb3MgCmUgdGV4dG8gY29tcGxldG8uIEFzc2ltLCBhIGFjZWl0Ye+/ve+/vW8gZGVzc2UgdGVybW8gbu+/vW8gbmVjZXNzaXRhIGRlIApjb25zZW50aW1lbnRvIHBvciBwYXJ0ZSBkZSBhdXRvcmVzL2RldGVudG9yZXMgZG9zIGRpcmVpdG9zLCBwb3IgCmVzdGFyZW0gZW0gaW5pY2lhdGl2YXMgZGUgYWNlc3NvIGFiZXJ0by4KCiAgICBFbSBhbWJvcyBvIGNhc28sIGVzc2UgdGVybW8gZGUgbGljZW7vv71hLCBwb2RlIHNlciBhY2VpdG8gcGVsbyAKYXV0b3IsIGRldGVudG9yZXMgZGUgZGlyZWl0b3MgZS9vdSB0ZXJjZWlyb3MgYW1wYXJhZG9zIHBlbGEgCnVuaXZlcnNpZGFkZS4gRGV2aWRvIGFvcyBkaWZlcmVudGVzIHByb2Nlc3NvcyBwZWxvIHF1YWwgYSBzdWJtaXNz77+9byAKcG9kZSBvY29ycmVyLCBvIHJlcG9zaXTvv71yaW8gcGVybWl0ZSBhIGFjZWl0Ye+/ve+/vW8gZGEgbGljZW7vv71hIHBvciAKdGVyY2Vpcm9zLCBzb21lbnRlIG5vcyBjYXNvcyBkZSBkb2N1bWVudG9zIHByb2R1emlkb3MgcG9yIGludGVncmFudGVzIApkYSBVRkJBIGUgc3VibWV0aWRvcyBwb3IgcGVzc29hcyBhbXBhcmFkYXMgcG9yIGVzdGEgaW5zdGl0dWnvv73vv71vLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-07-30T15:35:51Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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