Dança: modos de estar princípios organizativos em dança contemporânea
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/8076 |
Resumo: | Esta pesquisa tem como tema de investigação a composição coreográfica em dança. Especificamente, busca aquilo que discerne a dança coreografada, arquitetada na lógica dos encadeamentos dos passos de dança e movimentos determinados previamente, daquela configurada por princípios organizativos. A proposição dessa distinção emergiu dos estudos das práticas de coreógrafos que trabalham a partir de princípios organizativos. Nestes modos compositivos, os coreógrafos, em vez de lidarem com a composição através do encadeamento de passos regrados e com todos os fatores de movimentos determinados, eles se preocupam com a delimitação de parâmetros que continuamente irão desencadear padrões de movimentos instanciados em cada trabalho. Essa especificidade parece ser uma das condições proeminentes para a instauração da dança contemporânea. Os trabalhos de coreógrafos e dançarinos da dança pós-moderna americana, produzida nas décadas de 60 e 70, inauguraram estes novos pressupostos para entendimentos em dança. As produções bibliográficas desse período e das décadas seguintes, bem como os modos de composição coreográfica reconhecidos atualmente, indicam esse modo de se estar na dança. A lógica compositiva em dança contemporânea coaduna com novas teorias e questionamentos sobre corpo, cognição e linguagem que vem se estabelecendo em pesquisas trans disciplinares. Neste viés, pressupostos da Biologia do Conhecer, formulada pelos cientistas chilenos Humberto Maturana e Francisco Varela, foram inter-relacionados ao domínio da dança, em especial, a hipótese da organização autopoiética dos seres vivos, a noção de organização e estrutura e o entrelaçamento entre linguagem, cognição e emoção. Afinada com essa linha de pesquisa, a Teoria Corpomídia, proposta pelas autoras Helena Katz e Christine Greinner, tem sido responsável pela instauração de um campo de estudos teóricos da dança no Brasil. O foco de investigação dessa dissertação, a especificidade de se olhar para a composição coreográfica, a dramaturgia do movimento, e o entendimento da dança pelas suas contínuas relações são, em boa parte, ressonância desses encontros. Além disso, a Teoria Cognitiva da Metáfora, um dos referenciais teóricos de pesquisas em dança no Brasil, é aqui suscitada por instanciar as discussões dos modelos conceituais sobre linguagem, podendo, assim, perturbar mitos remanescentes na área da dança. O entendimento da metáfora como constituída pelas nossas relações corporais imbricadas aos processos cognitivos e o questionamento das noções de representação, da existência de uma linguagem independente das nossas ações cotidianas, incitam a proposição de instrumentos de análise para pesquisas futuras que possam estar alinhados àquelas produzidas nessa área da lingüística cognitiva. A partir dessas abordagens teóricas, o propósito foi dinamizar ainda mais os fluxos entre teoria e prática, burilar as noções sobre corpo, cognição e linguagem e reconhecer a importância das nossas conversações para tudo aquilo que fazemos, inclusive, dançar. |
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Afinada com essa linha de pesquisa, a Teoria Corpomídia, proposta pelas autoras Helena Katz e Christine Greinner, tem sido responsável pela instauração de um campo de estudos teóricos da dança no Brasil. O foco de investigação dessa dissertação, a especificidade de se olhar para a composição coreográfica, a dramaturgia do movimento, e o entendimento da dança pelas suas contínuas relações são, em boa parte, ressonância desses encontros. Além disso, a Teoria Cognitiva da Metáfora, um dos referenciais teóricos de pesquisas em dança no Brasil, é aqui suscitada por instanciar as discussões dos modelos conceituais sobre linguagem, podendo, assim, perturbar mitos remanescentes na área da dança. O entendimento da metáfora como constituída pelas nossas relações corporais imbricadas aos processos cognitivos e o questionamento das noções de representação, da existência de uma linguagem independente das nossas ações cotidianas, incitam a proposição de instrumentos de análise para pesquisas futuras que possam estar alinhados àquelas produzidas nessa área da lingüística cognitiva. 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