Ambientes de trabalho home office na Receita Federal do Brasil: um modelo de consultoria com foco na ergonomia do ambiente construído

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Oliveira, Camila Macêdo Guimarães de lattes
Orientador(a): Moscon, Daniela Campos Bahia lattes
Banca de defesa: Moscon, Daniela Campos Bahia lattes, Benevides, Tânia Moura lattes, Scherer, Laura Alves lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Bahia
Programa de Pós-Graduação: Mestrado Multidisciplinar e Profissionalizante em Desenvolvimento e Gestão
Departamento: Escola de Administração
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/39281
Resumo: O objetivo deste trabalho é propor um modelo de consultoria para suporte e orientação individualizada dos servidores da Receita Federal do Brasil (RFB) em Salvador/Bahia, em teletrabalho, em relação aos seus ambientes home office, na perspectiva da ergonomia do ambiente construído. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa e quantitativa, composto por: entrevista exploratória com especialista em ergonomia; pesquisa documental; levantamento de campo através de questionário eletrônico aplicado a 96 servidores da RFB Salvador sobre seus ambientes home office, incluindo análise de percepção ambiental; e análise de fotografias enviadas por dois participantes, em que foi possível analisar o comportamento desses usuários no desempenho das atividades. Os resultados quanto à caracterização dos ambientes em seus condicionantes globais revelam inicialmente o grande foco dado aos resultados organizacionais e controle de entregas, segundo análise da legislação que regulamenta teletrabalho na RFB. Na linha desses achados, o levantamento aponta que a grande maioria (90,6%) dos participantes se sente produtiva. Por outro lado, apenas 34,4% realizam pausas regulares, o que pode indicar uma sobrecarga de trabalho. A maioria (68,7%) realizou adequações, porém apenas 13,5% afirmam ter tido acesso a orientações ergonômicas, revelando preocupações sobre como foram realizadas essas adequações. Quanto aos condicionantes físico ambientais, no levantamento realizado, a menor média é quanto ao mobiliário (3,45) e dentre as variáveis de conforto ambiental, a menor média é do conforto térmico (3,77). Quanto à frequência de utilização de equipamentos e mobiliário: 50% utilizam sempre notebook e 44,8% sempre desktop; apesar de a maioria (57,3%) trabalhar sempre em cadeira de escritório com apoio de braços, 25% nunca a utilizam e 11,5% afirmam utilizar com frequência cadeira de cozinha/jantar, o que pode causar dores e desconforto; 50% utilizam sempre monitor externo, mas 38,5% nunca; 43,8% utilizam sempre a tela integrada do notebook, que exige cuidados quanto à sua altura, para não sobrecarregar costas e pescoço; a maioria (66,7%) utiliza sempre teclado externo e mouse externo (83,3%), porém 33,3% utiliza sempre teclado incorporado notebook e 12,5% sempre o mouse incorporado, situação que demanda atenção para não sobrecarregar os punhos; 56,2% utiliza sempre ou quase sempre mesa tradicional, porém 28,1% nunca utilizam esse mobiliário. Em relação ao comportamento do usuário ao utilizar seu posto de trabalho, foi possível observar que a utilização de equipamentos ergonômicos não necessariamente garante a utilização adequada desses itens. Os principais problemas detectados são cadeiras com apoio de braços com altura inadequada, monitor posicionado em altura abaixo do ideal e mesa de trabalho inadequada, condições que podem comprometer a postura desses trabalhadores. Por fim, a análise de percepção ambiental, a partir da ferramenta constelação de atributos, teve como principal achado a percepção dos participantes de que seus ambientes home office estão inadequados/ necessitam de melhoria. A partir dessas análises e considerando que em ergonomia não há solução universal, devendo ser respeitadas as características individuais de cada trabalhador, foi proposto um modelo de consultoria para orientação individualizada dos servidores em teletrabalho da RFB Salvador quanto aos seus ambientes home office.
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Os resultados quanto à caracterização dos ambientes em seus condicionantes globais revelam inicialmente o grande foco dado aos resultados organizacionais e controle de entregas, segundo análise da legislação que regulamenta teletrabalho na RFB. Na linha desses achados, o levantamento aponta que a grande maioria (90,6%) dos participantes se sente produtiva. Por outro lado, apenas 34,4% realizam pausas regulares, o que pode indicar uma sobrecarga de trabalho. A maioria (68,7%) realizou adequações, porém apenas 13,5% afirmam ter tido acesso a orientações ergonômicas, revelando preocupações sobre como foram realizadas essas adequações. Quanto aos condicionantes físico ambientais, no levantamento realizado, a menor média é quanto ao mobiliário (3,45) e dentre as variáveis de conforto ambiental, a menor média é do conforto térmico (3,77). 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Em relação ao comportamento do usuário ao utilizar seu posto de trabalho, foi possível observar que a utilização de equipamentos ergonômicos não necessariamente garante a utilização adequada desses itens. Os principais problemas detectados são cadeiras com apoio de braços com altura inadequada, monitor posicionado em altura abaixo do ideal e mesa de trabalho inadequada, condições que podem comprometer a postura desses trabalhadores. Por fim, a análise de percepção ambiental, a partir da ferramenta constelação de atributos, teve como principal achado a percepção dos participantes de que seus ambientes home office estão inadequados/ necessitam de melhoria. A partir dessas análises e considerando que em ergonomia não há solução universal, devendo ser respeitadas as características individuais de cada trabalhador, foi proposto um modelo de consultoria para orientação individualizada dos servidores em teletrabalho da RFB Salvador quanto aos seus ambientes home office.The goal of this study is to propose a consulting model for support and individualized guidance of the staff of the Receita Federal do Brasil (RFB) in Salvador/Bahia, in teleworking, regarding their home office workplaces, from the perspective of ergonomics of the built environment. A qualitative and quantitative study was carried out, consisting on: exploratory interview with an ergonomics specialist; documentary research; survey applied to 96 RFB Salvador public servants about their home office workplaces, including analysis of the environmental perception; and analysis of photographs sent by two participants, in which it was possible to analyze the behavior of these users in the performance of activities. The results regarding the characterization of the workplaces in their global conditioners initially reveal the great focus given to organizational results and delivery control, according to the analysis of the legislation that regulates telework in the RFB. In accordance with these findings, the survey shows that the great majority (90.6%) of participants feel productive. On the other hand, only 34.4% take regular breaks, which may indicate a work overload. The majority (68.7%) adjusted their workplace, but only 13.5% claim to have had access to ergonomic instructions, revealing concerns about how these adjustments were made. As for the physical environmental conditions, in the survey carried out, the lowest average is for furniture (3.45) and among the environmental comfort variables, the lowest average is thermal comfort (3.77). Regarding the frequency of use of equipment and furniture: 50% always use notebook and 44.8% always desktop; although the majority (57.3%) always work in office chair with armrests, 25% never use it and 11.5% claim to frequently use kitchen/dining chair, which can cause pain and discomfort; 50% always use external monitor, but 38.5% never; 43.8% always use the integrated screen of the notebook, which requires attention to its height, so as not to overstrain the back and neck; the majority (66.7%) always use an external keyboard and external mouse (83.3%), but 33.3% always use a built-in notebook keyboard and 12.5% always use the built-in mouse, a situation that requires attention so as not to overload the wrists; 56.2% always or almost always use a traditional desk, but 28.1% never use this furniture. Regarding user behavior when using their workstation, it was possible to observe that the use of ergonomic equipment does not necessarily guarantee the proper use of these items. The main problems detected are chairs with armrests with inappropriate height, monitor positioned at a sub-optimal height and inadequate work surface, conditions that can compromise the posture of these workers. Finally, the analysis of environmental perception, based on the constellation of attributes tool, had as main finding the perception of the participants that their home office workplaces are inadequate/need improvement. Based on these analyses and considering that in ergonomics there is no universal solution, and the individual characteristics of each worker must be respected, a consulting model was proposed for individualized guidance of teleworkers from RFB Salvador regarding their home office workplaces.porUniversidade Federal da BahiaMestrado Multidisciplinar e Profissionalizante em Desenvolvimento e GestãoUFBABrasilEscola de AdministraçãoWorkplaceTeleworkhome officeErgonomicsErgonomics of the built environment.CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASAmbiente de trabalhoTeletrabalhoHome officeErgonomiaErgonomia do ambiente construído.Ambientes de trabalho home office na Receita Federal do Brasil: um modelo de consultoria com foco na ergonomia do ambiente construídoMestrado Profissionalinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionMoscon, Daniela Campos Bahiahttp://lattes.cnpq.br/1174416466970947Moscon, Daniela Campos Bahiahttps://orcid.org/0000-0002-2933-2880http://lattes.cnpq.br/1174416466970947Benevides, Tânia Mourahttp://lattes.cnpq.br/2494548196605610Scherer, Laura Alveshttps://orcid.org/0000-0003-1803-3014http://lattes.cnpq.br/9185123215710779https://orcid.org/0000-0002-2933-2880http://lattes.cnpq.br/6240247006670006Oliveira, Camila Macêdo Guimarães deinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALCamila Macêdo Guimarães de Oliveira.pdfCamila Macêdo Guimarães de Oliveira.pdfapplication/pdf4478052https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/39281/1/Camila%20Mac%c3%aado%20Guimar%c3%a3es%20de%20Oliveira.pdf1d7e4e53554b9b5c892953e28a516c19MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/39281/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/392812024-04-17 17:21:49.47open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/39281TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322024-04-17T20:21:49Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false
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