Nietzsche e a investigação genealógica como projeto de naturalização da moral
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF)
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| Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42010 |
Resumo: | A pergunta a que esta pesquisa pretende fornecer uma resposta coerente e adequada ao projeto filosófico nietzschiano pode ser formulada da seguinte maneira: o que significa a nova exigência anunciada por Nietzsche no prólogo da Genealogia da moral, segundo a qual “necessitamos de uma crítica dos valores morais, que o próprio valor dos valores deverá ser colocado em questão”? (GM/GM §6). No presente trabalho, defendemos que a genealogia se configura como uma investigação regressiva pelas origens dos valores, que se opõe à busca pelas “essências” metafísicas e verdades aistóricas e se identifica intimamente com uma noção de processo. Entendemos que esse modo de investigação é próprio de uma filosofia da interpretação que utiliza ferramentas genealógicas-naturalistas e procura substituir a problemática da verdade pela problemática do valor. Analisaremos a concepção de sentido histórico como interpretação antropológica, isto é, como instrumento de avaliação que ocupa um lugar importante dentro do programa naturalista da Genealogia da moral. Ademais, iremos destacar a ideia de que o programa nietzschiano não ignora as descobertas científicas do meio intelectual em que o filósofo está inserido. Embora entendamos que Nietzsche não propõe a redução da reflexão filosófica a uma visão cientificista da realidade, compreendemos que a atividade filosófica se enriquece com um olhar diversificado, incluindo uma aproximação honesta de diálogo com as ciências naturais. O escopo da pesquisa que se segue consiste no estudo da genealogia como procedimento que coloca em questão os valores, quando pergunta que valor os valores possuem. Como consequência, serão discutidas as principais teses da Genealogia da moral, isto é, a inversão dos valores, a psicologia do ressentimento, a má consciência e a crítica ao ideal ascético, em paralelo com a crítica de Nietzsche ao niilismo da modernidade e a concepção de transvaloração de todos os valores. |
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2025-05-14T13:10:01Z2025-05-14T13:10:01Z2023-12-04https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42010A pergunta a que esta pesquisa pretende fornecer uma resposta coerente e adequada ao projeto filosófico nietzschiano pode ser formulada da seguinte maneira: o que significa a nova exigência anunciada por Nietzsche no prólogo da Genealogia da moral, segundo a qual “necessitamos de uma crítica dos valores morais, que o próprio valor dos valores deverá ser colocado em questão”? (GM/GM §6). No presente trabalho, defendemos que a genealogia se configura como uma investigação regressiva pelas origens dos valores, que se opõe à busca pelas “essências” metafísicas e verdades aistóricas e se identifica intimamente com uma noção de processo. Entendemos que esse modo de investigação é próprio de uma filosofia da interpretação que utiliza ferramentas genealógicas-naturalistas e procura substituir a problemática da verdade pela problemática do valor. Analisaremos a concepção de sentido histórico como interpretação antropológica, isto é, como instrumento de avaliação que ocupa um lugar importante dentro do programa naturalista da Genealogia da moral. Ademais, iremos destacar a ideia de que o programa nietzschiano não ignora as descobertas científicas do meio intelectual em que o filósofo está inserido. Embora entendamos que Nietzsche não propõe a redução da reflexão filosófica a uma visão cientificista da realidade, compreendemos que a atividade filosófica se enriquece com um olhar diversificado, incluindo uma aproximação honesta de diálogo com as ciências naturais. O escopo da pesquisa que se segue consiste no estudo da genealogia como procedimento que coloca em questão os valores, quando pergunta que valor os valores possuem. Como consequência, serão discutidas as principais teses da Genealogia da moral, isto é, a inversão dos valores, a psicologia do ressentimento, a má consciência e a crítica ao ideal ascético, em paralelo com a crítica de Nietzsche ao niilismo da modernidade e a concepção de transvaloração de todos os valores.The question to which this research aims to provide a coherent and adequate answer to the Nietzschean philosophical project can be formulated as follows: what does the new requirement announced by Nietzsche in the prologue to the Genealogy of morals mean, according to which “we need a critique of moral values, that the value of values itself must be called into question?” (GM/GM §6). In this paper, we argue that genealogy is configured as a regressive investigation into the origins of values, which is opposed to the search for metaphysical "essences" and ahistorical truths and is closely identified with a notion of process. We understand that this mode of investigation is typical of a philosophy of interpretation that uses genealogical- naturalistic tools and seeks to replace the problem of truth with the problem of value. We will analyze the concept of historical meaning as an anthropological interpretation, that is, as an instrument of evaluation that occupies an important place within the naturalist program of the Genealogy of morals. In addition, we will highlight the idea that the Nietzschean program does not ignore the scientific discoveries of the intellectual milieu in which the philosopher is inserted. Although we understand that Nietzsche does not propose reducing philosophical reflection to a scientific view of reality, we understand that philosophical activity is enriched by a diversified view, including an honest approach to dialog with the natural sciences. The scope of the research that follows consists of studying genealogy as a procedure that puts values into question, when it asks what value values have. As a result, the main theses of the Genealogy of morals will be discussed, i.e. the inversion of values, the psychology of resentment, bad conscience and the critique of the ascetic ideal, in parallel with Nietzsche's critique of the nihilism of modernity and the concept of the transvaluation of all values.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) (UFBA)BrasilFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)GenealogyMoralityNietzscheNaturalismCNPQ: FILOSOFIAGenealogiaMoralNietzscheNaturalismoNietzsche e a investigação genealógica como projeto de naturalização da moralNietzsche and genealogical investigation as a project for the naturalization of moralsMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionItaparica, André Luís Motahttp://lattes.cnpq.br/2086456046841758Frezzatti Junior, Wilson Antoniohttps://orcid.org/0000-0002-7519-3789http://lattes.cnpq.br/1014241381410099Salvino, Jarlee Oliveira Silvahttp://lattes.cnpq.br/0150934092019388Itaparica, André Luís Motahttp://lattes.cnpq.br/2086456046841758https://orcid.org/0000-0002-1868-9198http://lattes.cnpq.br/8168093696449788Costa, José Carlos Silva RochaARALDI, Clademir. Nietzsche: do niilismo ao naturalismo na moral. Pelotas: NEPFil online, 2013, 124 p. – (Série Dissertatio-Filosofia; 10) Modo de acesso: Internet <http://nepfil.ufpel.edu.br/dissertation/acervo-livro10.php>. BAILEY, Tom. As abordagens de Nietzsche acerca da epistemologia e da ética kantianas, Cadernos Nietzsche, v. 29, 2011, pp. 353-394. BITTNER, Rudiger. “Ressentiment.” In. SCHACHT, R. ed. Nietzsche, Genealogy, Morality, p.130. CONSTÂNCIO, João. Darwin, Nietzsche e as consequências do darwinismo. Cadernos Nietzsche, v. 29, 2011, pp. 109-154. DARWIN, Charles. A origem do homem e a seleção sexual. Lisboa: Relógio D’água, 2009. ____. A origem das espécies. São Paulo: Ubu Editora, 2018. DAWKINS, Richard. O gene egoísta. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. DENAT, Céline. Nietzsche, pensador da história? Do problema do “sentido histórico” à exigência genealógica, Cadernos Nietzsche, v. 29, 2011, pp. 1-36. DENNETT, Daniel. A perigosa ideia de Darwin. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. 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A pergunta a que esta pesquisa pretende fornecer uma resposta coerente e adequada ao projeto filosófico nietzschiano pode ser formulada da seguinte maneira: o que significa a nova exigência anunciada por Nietzsche no prólogo da Genealogia da moral, segundo a qual “necessitamos de uma crítica dos valores morais, que o próprio valor dos valores deverá ser colocado em questão”? (GM/GM §6). No presente trabalho, defendemos que a genealogia se configura como uma investigação regressiva pelas origens dos valores, que se opõe à busca pelas “essências” metafísicas e verdades aistóricas e se identifica intimamente com uma noção de processo. Entendemos que esse modo de investigação é próprio de uma filosofia da interpretação que utiliza ferramentas genealógicas-naturalistas e procura substituir a problemática da verdade pela problemática do valor. Analisaremos a concepção de sentido histórico como interpretação antropológica, isto é, como instrumento de avaliação que ocupa um lugar importante dentro do programa naturalista da Genealogia da moral. Ademais, iremos destacar a ideia de que o programa nietzschiano não ignora as descobertas científicas do meio intelectual em que o filósofo está inserido. Embora entendamos que Nietzsche não propõe a redução da reflexão filosófica a uma visão cientificista da realidade, compreendemos que a atividade filosófica se enriquece com um olhar diversificado, incluindo uma aproximação honesta de diálogo com as ciências naturais. O escopo da pesquisa que se segue consiste no estudo da genealogia como procedimento que coloca em questão os valores, quando pergunta que valor os valores possuem. Como consequência, serão discutidas as principais teses da Genealogia da moral, isto é, a inversão dos valores, a psicologia do ressentimento, a má consciência e a crítica ao ideal ascético, em paralelo com a crítica de Nietzsche ao niilismo da modernidade e a concepção de transvaloração de todos os valores. |
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