Educação em saúde e a visita domiciliária ao adolescente : percepção dos profissionais da estratégia saúde da família
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9087 |
Resumo: | A Visita Domiciliária (VD) é um cenário que permite tornar evidentes as relações sociais, que podem fortalecer o potencial de saúde na família. No entanto, essas mesmas relações podem contribuir no processo de adoecimento dos indivíduos, incluindo os adolescentes. Com base no entendimento de seu papel como integrante da Estratégia Saúde da Família (ESF), os trabalhadores de uma Unidade de Saúde, localizada na Regional VI em Fortaleza/CE, vêm desenvolvendo diversas atividades educativas com grupos heterogêneos de usuários. Porém, observou-se uma inquietação por parte destes profissionais devido à baixa adesão dos adolescentes aos processos coletivos de construção do saber, além da falta de empoderamento para cuidarem de si mesmos. A partir deste contexto o objetivo do estudo é compreender a atividade de atenção à saúde do adolescente durante a VD na perspectiva do profissional da ESF com enfoque na Educação em Saúde. Os objetivos específicos foram: conhecer a realidade da atenção à saúde do adolescente no contexto da visita domiciliária e identificar possíveis dificuldades e facilidades que possam existir na atenção ao adolescente durante a VD. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo de abordagem qualitativa, realizado em agosto a dezembro de 2013. Os instrumentos de coleta foram: entrevista semiestruturada com os profissionais da equipe, lista de observação utilizada durante a VD e diário de campo. Os agentes sociais da pesquisa foram 19 profissionais da ESF (12 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 1 técnica de Enfermagem, 1 Cirurgiã-Dentista, 3 Enfermeiras, 2 Médicos). A análise dos dados foi realizada mediante percurso analítico e sistemático. Resultados: sobre o perfil dos trabalhadores, os ACS foram os mais contemplados com curso de capacitação voltado para o adolescente. Mesmo entre esses profissionais, ficou clara a dificuldade que as equipes têm em lidar com essa fase do ciclo vital. Os entrevistados, de forma livre, relataram que se sentem co-responsáveis por não priorizar a atenção aos adolescentes e que, em parte, isso, se deve à falta de capacitação durante sua formação acadêmica e profissional. Quando se perguntou sobre a Educação em saúde voltada para o adolescente a escola foi citada como ambiente mais propício para se realizar ações de educação em saúde. Alguns entrevistados comentaram que a promoção da saúde por meio da visita domiciliária é um grande desafio em qualquer fase do ciclo vital relacionado principalmente a violência. A proximidade com o adolescente, que a visita domiciliária oportuniza, numa perspectiva que valorize suas experiências, anseios e diferentes saberes articulados aos saberes dos profissionais da saúde e da educação, torna o setor educação, além de importante na interface com a saúde, um potencial parceiro, na construção de ideias e práticas interligadas e efetivas. Considera-se que as visitas domiciliárias realizadas pela equipe de saúde ao adolescente podem ser uma alternativa de espaço que deve ser valorizada para a implementação de estratégias educativas adequadas à realidade da comunidade, bem como fortalecer o vínculo junto a esta população a fim de acessarem mais os serviços de saúde. A relevância do estudo, a partir dessa realidade, encontra-se no fortalecimento da relação entre usuário do SUS e equipe multiprofissional sob uma ótica educativa, realizada por meio da VD, a qual tem possibilidade de ser direcionada além do cuidado aos usuários acamados, mas principalmente como espaço para realização de atividades de Educação em Saúde envolvendo o cenário familiar. |
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Fonseca, Ivana dos SantosGubert, Fabiane do Amaral2014-09-16T13:51:06Z2014-09-16T13:51:06Z2014FONSECA, Ivana dos Santos. Educação em saúde e a visita domiciliária ao adolescente: percepção dos profissionais da estratégia saúde da família. 2014. 107 f. Dissertação (Mestrado em Saúde da Família) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2014.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9087Educação em SaúdeVisita DomiciliarAdolescenteEducação em saúde e a visita domiciliária ao adolescente : percepção dos profissionais da estratégia saúde da famíliaHealth education and home visits to teen : professionals perception of the family health strategyinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisA Visita Domiciliária (VD) é um cenário que permite tornar evidentes as relações sociais, que podem fortalecer o potencial de saúde na família. No entanto, essas mesmas relações podem contribuir no processo de adoecimento dos indivíduos, incluindo os adolescentes. Com base no entendimento de seu papel como integrante da Estratégia Saúde da Família (ESF), os trabalhadores de uma Unidade de Saúde, localizada na Regional VI em Fortaleza/CE, vêm desenvolvendo diversas atividades educativas com grupos heterogêneos de usuários. Porém, observou-se uma inquietação por parte destes profissionais devido à baixa adesão dos adolescentes aos processos coletivos de construção do saber, além da falta de empoderamento para cuidarem de si mesmos. A partir deste contexto o objetivo do estudo é compreender a atividade de atenção à saúde do adolescente durante a VD na perspectiva do profissional da ESF com enfoque na Educação em Saúde. Os objetivos específicos foram: conhecer a realidade da atenção à saúde do adolescente no contexto da visita domiciliária e identificar possíveis dificuldades e facilidades que possam existir na atenção ao adolescente durante a VD. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo de abordagem qualitativa, realizado em agosto a dezembro de 2013. Os instrumentos de coleta foram: entrevista semiestruturada com os profissionais da equipe, lista de observação utilizada durante a VD e diário de campo. Os agentes sociais da pesquisa foram 19 profissionais da ESF (12 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), 1 técnica de Enfermagem, 1 Cirurgiã-Dentista, 3 Enfermeiras, 2 Médicos). A análise dos dados foi realizada mediante percurso analítico e sistemático. Resultados: sobre o perfil dos trabalhadores, os ACS foram os mais contemplados com curso de capacitação voltado para o adolescente. Mesmo entre esses profissionais, ficou clara a dificuldade que as equipes têm em lidar com essa fase do ciclo vital. Os entrevistados, de forma livre, relataram que se sentem co-responsáveis por não priorizar a atenção aos adolescentes e que, em parte, isso, se deve à falta de capacitação durante sua formação acadêmica e profissional. Quando se perguntou sobre a Educação em saúde voltada para o adolescente a escola foi citada como ambiente mais propício para se realizar ações de educação em saúde. Alguns entrevistados comentaram que a promoção da saúde por meio da visita domiciliária é um grande desafio em qualquer fase do ciclo vital relacionado principalmente a violência. A proximidade com o adolescente, que a visita domiciliária oportuniza, numa perspectiva que valorize suas experiências, anseios e diferentes saberes articulados aos saberes dos profissionais da saúde e da educação, torna o setor educação, além de importante na interface com a saúde, um potencial parceiro, na construção de ideias e práticas interligadas e efetivas. Considera-se que as visitas domiciliárias realizadas pela equipe de saúde ao adolescente podem ser uma alternativa de espaço que deve ser valorizada para a implementação de estratégias educativas adequadas à realidade da comunidade, bem como fortalecer o vínculo junto a esta população a fim de acessarem mais os serviços de saúde. 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