Perfil de utilização de medicamentos e monitoração de reações adversas em pacientes pediátricos no Hospital Infantil Albert Sabin
| Ano de defesa: | 2002 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/4177 |
Resumo: | A população pediátrica se ressente dos poucos estudos que relacionem o perfil de utilização e ocorrência de reação adversa a medicamentos (RAM) em crianças hospitalizadas. OBJETIVOS: Descrever e avaliar a utilização de medicamentos e a ocorrência de reações adversas em pacientes pediátricos internados no Hospital Infantil Albert Sabin na perspectiva de contribuir para a redução dos agravos decorrentes do uso de medicamentos em crianças hospitalizadas. METODOLOGIA: Estudo observacional longitudinal prospectivo, de seguimento de pacientes pediátricos hospitalizados por mais de 24 horas, em um hospital público de referência. Pacientes de 1-173 meses de idade foram incluídos no estudo no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 2001. Foram realizadas visitas diárias à enfermaria para inclusão ou acompanhamento de pacientes; entrevistas com as mães por meio de um questionário estruturado para levantar características sócio demográficas e antecedentes patológicos dos entrevistados, familiares e das crianças, revisão das prescrições e dos prontuários, conversa com médicos, enfermeiras e farmacêuticos quando necessário. As suspeitas de RAM foram avaliadas pelo CEFACE conforme a metodologia recomendada pelo Programa de Farmacovigilância da OMS. Na análise estatística foram utilizados o teste exato de Fisher, Student (t) e wilcoxon, considerando-se o nível de significância p < 0,05. RESULTADOS: Durante o período de estudo ocorreram 272 admissões predominantemente de crianças entre 1 e 23 meses de idade (47,4%); com mães de 1o grau completo ou incompleto de escolaridade (70,6%); famílias de renda familiar entre 1 e 5 salários mínimos (61,0%). Dentre as crianças admitidas, 265 foram expostas a medicamentos no hospital (97%), recebendo em média 6,4 (1-18) medicamentos; a média de permanência hospitalar foi de 14,7 (2-67) dias. O diagnóstico mais freqüente foi pneumonia (30%), a classe terapêutica mais prescrita foi Antiinfecciosos de Uso Sistêmico (25,9%). Foram detectados 420 eventos adversos; destes, 33 foram classificados como RAM. A incidência acumulada de RAM foi 12,5% (33/265) e a densidade de incidência 0,8% (33/4042 pacientes-dia monitorizados). A pele foi o órgão mais afetado (48,9%). O grupo terapêutico mais implicado foi Antiinfecciosos de Uso Sistêmico (53,2%). As RAM foram leves ou moderadas em 97,9% dos casos, 57,5% Prováveis e a maioria foi dose independente (55,3%). Na análise multivariada as chances de uma criança hospitalizada apresentar uma RAM cresceram com o número de medicamentos administrados, entre aqueles do sexo masculino, com menor idade (< 2anos) e internada anteriormente de 3 a 4 vezes. CONCLUSÃO: Foi significativa a proporção de crianças menores de 2 anos usando medicamentos. A predominância do uso de antimicrobianos é esperado e determina o perfil de RAM detectados. A identificação de fatores de risco associado a RAM possibilita a seleção de subgrupos de pacientes pediátricos que requereriam maior racionalização terapêutica e avaliação da segurança de medicamentos. PALAVRAS-CHAVE: farmacoepidemiologia. |
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Santos, Djanilson Barbosa dosCoelho , Helena Lutéscia Luna2012-12-17T13:47:13Z2012-12-17T13:47:13Z2002SANTOS, D. B. Perfil de utilização de medicamentos e monitorização de reações adversas em pacientes pediátricos no Hospital Infantil Albert Sabin. 2002. 167 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2002.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/4177FarmacoepidemiologiaFarmacovigilânciaUso de MedicamentosPerfil de utilização de medicamentos e monitoração de reações adversas em pacientes pediátricos no Hospital Infantil Albert SabinDrug utilization profile and monitoring of adverse reactions in pediatric patients in the Hospital Infantil Albert Sabininfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisA população pediátrica se ressente dos poucos estudos que relacionem o perfil de utilização e ocorrência de reação adversa a medicamentos (RAM) em crianças hospitalizadas. OBJETIVOS: Descrever e avaliar a utilização de medicamentos e a ocorrência de reações adversas em pacientes pediátricos internados no Hospital Infantil Albert Sabin na perspectiva de contribuir para a redução dos agravos decorrentes do uso de medicamentos em crianças hospitalizadas. METODOLOGIA: Estudo observacional longitudinal prospectivo, de seguimento de pacientes pediátricos hospitalizados por mais de 24 horas, em um hospital público de referência. Pacientes de 1-173 meses de idade foram incluídos no estudo no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 2001. Foram realizadas visitas diárias à enfermaria para inclusão ou acompanhamento de pacientes; entrevistas com as mães por meio de um questionário estruturado para levantar características sócio demográficas e antecedentes patológicos dos entrevistados, familiares e das crianças, revisão das prescrições e dos prontuários, conversa com médicos, enfermeiras e farmacêuticos quando necessário. As suspeitas de RAM foram avaliadas pelo CEFACE conforme a metodologia recomendada pelo Programa de Farmacovigilância da OMS. Na análise estatística foram utilizados o teste exato de Fisher, Student (t) e wilcoxon, considerando-se o nível de significância p < 0,05. RESULTADOS: Durante o período de estudo ocorreram 272 admissões predominantemente de crianças entre 1 e 23 meses de idade (47,4%); com mães de 1o grau completo ou incompleto de escolaridade (70,6%); famílias de renda familiar entre 1 e 5 salários mínimos (61,0%). Dentre as crianças admitidas, 265 foram expostas a medicamentos no hospital (97%), recebendo em média 6,4 (1-18) medicamentos; a média de permanência hospitalar foi de 14,7 (2-67) dias. O diagnóstico mais freqüente foi pneumonia (30%), a classe terapêutica mais prescrita foi Antiinfecciosos de Uso Sistêmico (25,9%). Foram detectados 420 eventos adversos; destes, 33 foram classificados como RAM. A incidência acumulada de RAM foi 12,5% (33/265) e a densidade de incidência 0,8% (33/4042 pacientes-dia monitorizados). A pele foi o órgão mais afetado (48,9%). O grupo terapêutico mais implicado foi Antiinfecciosos de Uso Sistêmico (53,2%). As RAM foram leves ou moderadas em 97,9% dos casos, 57,5% Prováveis e a maioria foi dose independente (55,3%). Na análise multivariada as chances de uma criança hospitalizada apresentar uma RAM cresceram com o número de medicamentos administrados, entre aqueles do sexo masculino, com menor idade (< 2anos) e internada anteriormente de 3 a 4 vezes. CONCLUSÃO: Foi significativa a proporção de crianças menores de 2 anos usando medicamentos. A predominância do uso de antimicrobianos é esperado e determina o perfil de RAM detectados. A identificação de fatores de risco associado a RAM possibilita a seleção de subgrupos de pacientes pediátricos que requereriam maior racionalização terapêutica e avaliação da segurança de medicamentos. 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