O mundo dos surdos : representações, cotidiano e políticas públicas
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6976 |
Resumo: | A surdez é concebida, do ponto de vista biomédico, como deficiência e o surdo como detentor de anomalia orgânica a ser corrigida. Políticas públicas de saúde e intervenções nessa área revestem-se, correspondentemente, de tal representação. Considerando o modo como cada grupo elabora sua visão de mundo, objetivamos, com este estudo, compreender as representações e o cotidiano da surdez em uma comunidade de surdos, a fim de refletirmos sobre as políticas públicas a eles destinadas. Utilizamos o referencial teórico-metodológico qualitativo, com uso da técnica de grupo focal seguida da entrevista aberta. Participaram do estudo, em Fortaleza-Ce em 2010, 15 surdos, professores e alunos de curso pré-vestibular da mesma instituição. De forma complementar aos relatos dos surdos, foram entrevistadas quatro fonoaudiólogas. Os achados evidenciaram que coexistem diferentes concepções acerca da surdez. Os surdos a compreendem como experiência visual, de caráter identitário, firmada em seus componentes culturais e lingüísticos. Identidade, cultura e a língua de sinais (Libras) constituem, portanto, sua unidade definidora. Diferente da lógica instituída na área da saúde, o implante coclear foi concebido, pela maioria dos informantes, como símbolo de retrocesso, de negação e de perda da identidade surda. Apontaram, em seu cotidiano, barreiras atitudinais, de comunicação e informação que dificultam e em outros casos inviabilizam seu atendimento e êxito de suas demandas nos serviços públicos e coletivos, sendo um desafio, para o profissional e o paciente surdo, o atendimento no serviço de saúde. Em suma, o estudo possibilitou se compreender a surdez com base em sua constituição histórico-social. Diferentes discursos co-existem, visto que a surdez expressa dimensões fisiológica, simbólica e cultural. Compreendê-la em seus distintos aspectos é importante, na medida em que esta pode proporcionar mudanças no modo como os profissionais de saúde e a sociedade ouvinte percebem e se relacionam com os surdos e com as tecnologias auditivas a esses destinadas. Torna-se urgente refletir sobre as estratégias para uma sociedade inclusiva, respeitando as diferentes posições dos atores sociais em questão. |
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Considerando o modo como cada grupo elabora sua visão de mundo, objetivamos, com este estudo, compreender as representações e o cotidiano da surdez em uma comunidade de surdos, a fim de refletirmos sobre as políticas públicas a eles destinadas. Utilizamos o referencial teórico-metodológico qualitativo, com uso da técnica de grupo focal seguida da entrevista aberta. Participaram do estudo, em Fortaleza-Ce em 2010, 15 surdos, professores e alunos de curso pré-vestibular da mesma instituição. De forma complementar aos relatos dos surdos, foram entrevistadas quatro fonoaudiólogas. Os achados evidenciaram que coexistem diferentes concepções acerca da surdez. Os surdos a compreendem como experiência visual, de caráter identitário, firmada em seus componentes culturais e lingüísticos. Identidade, cultura e a língua de sinais (Libras) constituem, portanto, sua unidade definidora. 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A surdez é concebida, do ponto de vista biomédico, como deficiência e o surdo como detentor de anomalia orgânica a ser corrigida. Políticas públicas de saúde e intervenções nessa área revestem-se, correspondentemente, de tal representação. Considerando o modo como cada grupo elabora sua visão de mundo, objetivamos, com este estudo, compreender as representações e o cotidiano da surdez em uma comunidade de surdos, a fim de refletirmos sobre as políticas públicas a eles destinadas. Utilizamos o referencial teórico-metodológico qualitativo, com uso da técnica de grupo focal seguida da entrevista aberta. Participaram do estudo, em Fortaleza-Ce em 2010, 15 surdos, professores e alunos de curso pré-vestibular da mesma instituição. De forma complementar aos relatos dos surdos, foram entrevistadas quatro fonoaudiólogas. Os achados evidenciaram que coexistem diferentes concepções acerca da surdez. Os surdos a compreendem como experiência visual, de caráter identitário, firmada em seus componentes culturais e lingüísticos. Identidade, cultura e a língua de sinais (Libras) constituem, portanto, sua unidade definidora. Diferente da lógica instituída na área da saúde, o implante coclear foi concebido, pela maioria dos informantes, como símbolo de retrocesso, de negação e de perda da identidade surda. Apontaram, em seu cotidiano, barreiras atitudinais, de comunicação e informação que dificultam e em outros casos inviabilizam seu atendimento e êxito de suas demandas nos serviços públicos e coletivos, sendo um desafio, para o profissional e o paciente surdo, o atendimento no serviço de saúde. Em suma, o estudo possibilitou se compreender a surdez com base em sua constituição histórico-social. Diferentes discursos co-existem, visto que a surdez expressa dimensões fisiológica, simbólica e cultural. Compreendê-la em seus distintos aspectos é importante, na medida em que esta pode proporcionar mudanças no modo como os profissionais de saúde e a sociedade ouvinte percebem e se relacionam com os surdos e com as tecnologias auditivas a esses destinadas. Torna-se urgente refletir sobre as estratégias para uma sociedade inclusiva, respeitando as diferentes posições dos atores sociais em questão. |
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