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Comportamento do fogo em espécies nativas na região geográfica imediata de Patos-PB.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: LUZ, Mellina Nicácio da. lattes
Orientador(a): SOUTO, Patrícia Carneiro. lattes
Banca de defesa: SILVA, Ane Cristine Fortes da. lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS
Departamento: Centro de Saúde e Tecnologia Rural - CSTR
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41800
Resumo: O uso do fogo de forma controlada na vegetação pode fornecer resultados positivos, no entanto, pode se propagar de forma descontrolada na área, provocando danos nos mais diversos aspectos. Dessa forma, o objetivo da pesquisa consistiu em avaliar as características de espécies encontradas na região geográfica imediata de Patos quando submetidas à ação do fogo. Foram coletadas amostras de galhos e folhas de dez espécies ocorrentes na região imediata de Patos. Cada material dos tratamentos foi acondicionado em sacos de náilon de 60 kg e foram devidamente identificados. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, o qual foram testados 10 tratamentos em 3 repetições, que consistiam no material combustível das espécies: angico, capim panasco, catingueira, craibeira, faveleira, juazeiro, jurema preta, marmeleiro, oiticica e pereiro. No comportamento do fogo foram avaliados parâmetros como a temperatura do material e do solo antes e após a queima; altura e temperatura das chamas; tempo e frequência de ignição; velocidade de propagação; duração da queima e intensidade do fogo. Além destes, foi avaliado também o teor das cinzas. As condições meteorológicas sofreram pouca variação, com médias de 33,47ºC, 52,33% e 0,93 m s-1 de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade dos ventos, respectivamente. A temperatura do material não divergiu estatisticamente entre os tratamentos, no entanto, houve diferenças estatísticas após a queima, com destaque para a craibeira, marmeleiro e oiticica. Foram encontradas diferenças significativas para a altura das chamas, em que as menores alturas foram observadas na faveleira, catingueira, angico e jurema preta. Contudo, para a temperatura das chamas, os tratamentos foram semelhantes estatisticamente. Algumas espécies obtiveram certa dificuldade de entrar em ignição, como o pereiro e, principalmente a faveleira, que as chamas cessaram rapidamente. Na velocidade de propagação identificou-se superioridade estatística do capim panasco com 0,0335 m s-1, sendo a única espécie classificada como média velocidade e a jurema preta obteve o menor índice, com 0,0025 m s-1, classificada como lenta. Além destes, a velocidade da faveleira foi nula, uma vez que o fogo foi extinto em pouco tempo. A máxima duração da queima foi encontrada nas parcelas de angico, com média de 24 min em processo de combustão, sendo estatisticamente distintos das parcelas de faveleira, as quais contabilizaram cerca de 3 min em combustão. O capim panasco se destacou na intensidade do fogo, em que os 402,43 kcal m-1 s-1 foram responsáveis pela classificação em muito alta severidade. Em contrapartida, espécies como a catingueira e jurema preta foram classificadas em baixo e moderadamente baixo, respectivamente. A jurema preta obteve o menor teor de cinzas da madeira, o que é favorável para seu potencial energético. Quando atingidas pelo fogo, as espécies encontradas na caatinga possuem diferentes respostas. A C. quercifolius é uma espécie de baixa inflamabilidade, tendo em vista a dificuldade de entrar em ignição e em manter a combustão. Locais com a presença abundante de A. adscensionis devem ser monitorados frequentemente para o risco de ocorrência de incêndios, principalmente em épocas com condições atmosféricas favoráveis à ocorrência do fogo.
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spelling SOUTO, Patrícia Carneiro.https://orcid.org/0000-0003-4631-5342http://lattes.cnpq.br/1011605644046440SILVA, Ane Cristine Fortes da.SILVA, A. C. F.https://orcid.org/0000-0001-7619-0400http://lattes.cnpq.br/9362236927970793LUZ, M. N.http://lattes.cnpq.br/8959201543385705LUZ, Mellina Nicácio da.O uso do fogo de forma controlada na vegetação pode fornecer resultados positivos, no entanto, pode se propagar de forma descontrolada na área, provocando danos nos mais diversos aspectos. Dessa forma, o objetivo da pesquisa consistiu em avaliar as características de espécies encontradas na região geográfica imediata de Patos quando submetidas à ação do fogo. Foram coletadas amostras de galhos e folhas de dez espécies ocorrentes na região imediata de Patos. Cada material dos tratamentos foi acondicionado em sacos de náilon de 60 kg e foram devidamente identificados. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, o qual foram testados 10 tratamentos em 3 repetições, que consistiam no material combustível das espécies: angico, capim panasco, catingueira, craibeira, faveleira, juazeiro, jurema preta, marmeleiro, oiticica e pereiro. No comportamento do fogo foram avaliados parâmetros como a temperatura do material e do solo antes e após a queima; altura e temperatura das chamas; tempo e frequência de ignição; velocidade de propagação; duração da queima e intensidade do fogo. Além destes, foi avaliado também o teor das cinzas. As condições meteorológicas sofreram pouca variação, com médias de 33,47ºC, 52,33% e 0,93 m s-1 de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade dos ventos, respectivamente. A temperatura do material não divergiu estatisticamente entre os tratamentos, no entanto, houve diferenças estatísticas após a queima, com destaque para a craibeira, marmeleiro e oiticica. Foram encontradas diferenças significativas para a altura das chamas, em que as menores alturas foram observadas na faveleira, catingueira, angico e jurema preta. Contudo, para a temperatura das chamas, os tratamentos foram semelhantes estatisticamente. Algumas espécies obtiveram certa dificuldade de entrar em ignição, como o pereiro e, principalmente a faveleira, que as chamas cessaram rapidamente. Na velocidade de propagação identificou-se superioridade estatística do capim panasco com 0,0335 m s-1, sendo a única espécie classificada como média velocidade e a jurema preta obteve o menor índice, com 0,0025 m s-1, classificada como lenta. Além destes, a velocidade da faveleira foi nula, uma vez que o fogo foi extinto em pouco tempo. A máxima duração da queima foi encontrada nas parcelas de angico, com média de 24 min em processo de combustão, sendo estatisticamente distintos das parcelas de faveleira, as quais contabilizaram cerca de 3 min em combustão. O capim panasco se destacou na intensidade do fogo, em que os 402,43 kcal m-1 s-1 foram responsáveis pela classificação em muito alta severidade. Em contrapartida, espécies como a catingueira e jurema preta foram classificadas em baixo e moderadamente baixo, respectivamente. A jurema preta obteve o menor teor de cinzas da madeira, o que é favorável para seu potencial energético. Quando atingidas pelo fogo, as espécies encontradas na caatinga possuem diferentes respostas. A C. quercifolius é uma espécie de baixa inflamabilidade, tendo em vista a dificuldade de entrar em ignição e em manter a combustão. Locais com a presença abundante de A. adscensionis devem ser monitorados frequentemente para o risco de ocorrência de incêndios, principalmente em épocas com condições atmosféricas favoráveis à ocorrência do fogo.The use of fire in a controlled way in vegetation can provide positive results, however, it can spread in an uncontrolled way in the area, causing damage in the most diverse aspects. Thus, the objective of this research was to evaluate the characteristics of species found in the immediate geographical region of Patos when submitted to the action of fire. Twig, branches and leaf samples were collected from ten species that occur in the immediate region of Patos. Each treatment material was packed in 60kg nylon bags and were properly identified. The design used was entirely randomized, in which 10 treatments were tested with 3 repetitions, consisting of combustible material from the following species: angico (Anadenanthera colubrina), capim panasco (Aristida adscensionis), catingueira (Cenostigma bracteosum), craibeira (Tabebuia aurea), faveleira (Cnidoscolus quercifolius), juazeiro (Sarcomphalus joazeiro), jurema preta (Mimosa tenuiflora), marmeleiro (Croton sonderianus), oiticica (Microdesmia rigida) and pereiro (Aspidosperma pyrifolium). In fire behavior, parameters such as material and soil temperature before and after burning, flame height and temperature, ignition time and frequency, propagation speed, burning duration, and fire intensity were evaluated. In addition, the ash content was also evaluated. The meteorological conditions varied little, with averages of 33.47ºC, 52.33% and 0.93 m s-1 for temperature, relative humidity and wind speed, respectively. The temperature of the material did not differ statistically between treatments; however, there were statistical differences after burning, especially for the craibeira, marmeleiro and oiticica. Significant differences were found for the height of the flames, where the lowest heights were observed in the faveleira, catingueira, angico and jurema preta. However, for flame temperature, the treatments were statistically similar. Some species had some difficulty in igniting, such as the pereiro and, especially the faveleira, the flames ceased quickly. In the speed of propagation, we identified statistical superiority of capim panasco with 0.0335 m s-1, being the only species classified as medium speed and the jurema preta obtained the lowest rate, with 0.0025 m s-1, classified as slow. Besides these, the velocity of the faveleira was null, since the fire was extinguished in a short time. The maximum burning duration was found in the angico plots, with an average of 24 min in the combustion process, being statistically different from the faveleira plots, which accounted for about 3 min in combustion. The capim panasco stood out in fire intensity, in which 402.43 kcal m-1s -1 were responsible for the classification in very high severity. In contrast, species such as catingueira and jurema preta were rated low and moderately low, respectively. The jurema preta obtained the lowest wood ash content, which is favorable for its energy potential. When affected by fire, the species found in the caatinga have different responses. C. quercifolius is a species of low flammability, in view of the difficulty in igniting and maintaining combustion. Places with the abundant presence of A. adscensionis should be monitored frequently for the risk of occurrence of fires, especially in times with atmospheric conditions favorable to the occurrence of fire.Submitted by ANDRESA COSTA (andresapires04@gmail.com) on 2025-05-05T10:57:54Z No. of bitstreams: 1 MELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdf: 1935871 bytes, checksum: 0fb1146283c73d7cd02881fa4aec33f4 (MD5)Made available in DSpace on 2025-05-05T10:57:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdf: 1935871 bytes, checksum: 0fb1146283c73d7cd02881fa4aec33f4 (MD5) Previous issue date: 2021-08-26Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAISUFCGBrasilCentro de Saúde e Tecnologia Rural - CSTRCiências FlorestaisInflamabilidade - vegetaçãoFogo - espécies da caatingamaterial combustível florestalCaatingaAngico - inflamabilidadeCapim panasco - inflamabilidadeCatingueira - inflamabilidadeCraibeira - inflamabilidadeFaveleira - inflamabilidadeJuazeiro - inflamabilidadeJurema preta - inflamabilidadeMarmeleiro - inflamabilidadeOiticica - inflamabilidadePereiro - InflamabilidadeAristida adscensionisCenostigma bracteosumTabebuia aureaCnidoscolus quercifoliusSarcomphalus joazeiroMimosa tenuifloraCroton sonderianusMicrodesmia rigidaAspidosperma pyrifoliumFlammability - vegetationFire - caatinga speciesForest fuel materialAngico - flammabilityCapim panasco - flammabilityCatingueira - flammabilityCraibeira - flammabilityFaveleira - flammabilityJuazeiro - flammabilityJurema preta - flammabilityMarmeleiro - flammabilityOiticica - flammabilityPereiro - FlammabilityAristida adscensionisCenostigma bracteosumTabebuia aureaCnidoscolus quercifoliusSarcomphalus joazeiroMimosa tenuifloraCroton sonderianusMicrodesmia rigidaAspidosperma pyrifoliumComportamento do fogo em espécies nativas na região geográfica imediata de Patos-PB.Fire behavior in native species in the immediate geographical region of Patos-PB.20222025-05-05T10:57:54Z2025-05-052025-05-05T10:57:54Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41800LUZ, Mellina Nicácio da. Comportamento do fogo em espécies nativas na região geográfica imediata de Patos-PB. 2022. 81f. Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais) - Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2022. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41800info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTMELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdf.txtMELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdf.txttext/plain179484https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/41800/3/MELLINA+NIC%C3%81CIO+DA+LUZ+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGCF+CSTR+2022.pdf.txtcb3c16c241706b353c17c22fc50a7591MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/41800/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALMELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdfMELLINA NICÁCIO DA LUZ - DISSERTAÇÃO PPGCF CSTR 2022.pdfapplication/pdf1935871https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/41800/1/MELLINA+NIC%C3%81CIO+DA+LUZ+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGCF+CSTR+2022.pdf0fb1146283c73d7cd02881fa4aec33f4MD51riufcg/418002025-11-18 03:56:50.325oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/41800Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T06:56:50Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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LUZ, Mellina Nicácio da.
Ciências Florestais
Inflamabilidade - vegetação
Fogo - espécies da caatinga
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Angico - inflamabilidade
Capim panasco - inflamabilidade
Catingueira - inflamabilidade
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Aristida adscensionis
Cenostigma bracteosum
Tabebuia aurea
Cnidoscolus quercifolius
Sarcomphalus joazeiro
Mimosa tenuiflora
Croton sonderianus
Microdesmia rigida
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Microdesmia rigida
Aspidosperma pyrifolium
description O uso do fogo de forma controlada na vegetação pode fornecer resultados positivos, no entanto, pode se propagar de forma descontrolada na área, provocando danos nos mais diversos aspectos. Dessa forma, o objetivo da pesquisa consistiu em avaliar as características de espécies encontradas na região geográfica imediata de Patos quando submetidas à ação do fogo. Foram coletadas amostras de galhos e folhas de dez espécies ocorrentes na região imediata de Patos. Cada material dos tratamentos foi acondicionado em sacos de náilon de 60 kg e foram devidamente identificados. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, o qual foram testados 10 tratamentos em 3 repetições, que consistiam no material combustível das espécies: angico, capim panasco, catingueira, craibeira, faveleira, juazeiro, jurema preta, marmeleiro, oiticica e pereiro. No comportamento do fogo foram avaliados parâmetros como a temperatura do material e do solo antes e após a queima; altura e temperatura das chamas; tempo e frequência de ignição; velocidade de propagação; duração da queima e intensidade do fogo. Além destes, foi avaliado também o teor das cinzas. As condições meteorológicas sofreram pouca variação, com médias de 33,47ºC, 52,33% e 0,93 m s-1 de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade dos ventos, respectivamente. A temperatura do material não divergiu estatisticamente entre os tratamentos, no entanto, houve diferenças estatísticas após a queima, com destaque para a craibeira, marmeleiro e oiticica. Foram encontradas diferenças significativas para a altura das chamas, em que as menores alturas foram observadas na faveleira, catingueira, angico e jurema preta. Contudo, para a temperatura das chamas, os tratamentos foram semelhantes estatisticamente. Algumas espécies obtiveram certa dificuldade de entrar em ignição, como o pereiro e, principalmente a faveleira, que as chamas cessaram rapidamente. Na velocidade de propagação identificou-se superioridade estatística do capim panasco com 0,0335 m s-1, sendo a única espécie classificada como média velocidade e a jurema preta obteve o menor índice, com 0,0025 m s-1, classificada como lenta. Além destes, a velocidade da faveleira foi nula, uma vez que o fogo foi extinto em pouco tempo. A máxima duração da queima foi encontrada nas parcelas de angico, com média de 24 min em processo de combustão, sendo estatisticamente distintos das parcelas de faveleira, as quais contabilizaram cerca de 3 min em combustão. O capim panasco se destacou na intensidade do fogo, em que os 402,43 kcal m-1 s-1 foram responsáveis pela classificação em muito alta severidade. Em contrapartida, espécies como a catingueira e jurema preta foram classificadas em baixo e moderadamente baixo, respectivamente. A jurema preta obteve o menor teor de cinzas da madeira, o que é favorável para seu potencial energético. Quando atingidas pelo fogo, as espécies encontradas na caatinga possuem diferentes respostas. A C. quercifolius é uma espécie de baixa inflamabilidade, tendo em vista a dificuldade de entrar em ignição e em manter a combustão. Locais com a presença abundante de A. adscensionis devem ser monitorados frequentemente para o risco de ocorrência de incêndios, principalmente em épocas com condições atmosféricas favoráveis à ocorrência do fogo.
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