Análise crítica de pornografias feministas: diálogos com os feminismos e ressignificações da sexualidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Fernandes, Liliana Rocha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Espírito Santo
BR
Mestrado em Comunicação e Territorialidades
Centro de Artes
UFES
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.ufes.br/handle/10/15635
Resumo: Pornography and Feminism were in opposition for a long time, and, even today, this relationship ignites heated debates. Anti-pornography feminism has its roots in the theoretical discussion held especially in the United States of America in the 1970s and 1980s, called the Feminist Sex Wars. Broadly speaking, this movement advocated the censorship of pornographic materials, on the grounds that pornography promoted violence against women. Pro-sex feminists, on the other hand, fought for sexual emancipation, along with all the oppression experienced by women in relation to their sexuality. The present research analyzes the pornographic production called feminist, contextualizing it with the aforementioned debate, based on the feminist theoretical framework and authors of porn studies. One of the main points defended by the directors who propose to produce feminist and dissident pornography is to break with the sexist discourses that prevail in mainstream pornography, producing new ways of demonstrating sex, from a perspective that also privileges female pleasure. Considering this assumption, three specific films are analyzed: Gender Bender (2018, Erika Lust), Skin (2009, Elin Magnusson) and Landlocked (2018, Lívia Cheibub). Using narrative conventions of traditional pornography as categories of comparative analysis of sexual performances, we seek to identify the resignifications or de-territorializations of discourses on sexuality and pleasure in the analyzed films.
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