Associação dos sintomas do trato urinário inferior com o consumo máximo de oxigênio, a flexibilidade, o nível de atividade física e a obesidade em homens com 50 a 59 anos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Brum, Christiano Silva lattes
Orientador(a): Figueiredo, André Avarese de lattes
Banca de defesa: Lima, Daniel Xavier lattes, Leite, Isabel Cristina Gonçalves lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Saúde Brasileira
Departamento: Faculdade de Medicina
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/5550
Resumo: INTRODUÇÃO. Os sintomas do trato urinário inferior (LUTS) têm alta prevalência, ocorrendo em 50 % dos homens com mais de 50 anos e em 90% após 80 anos e está associado à hiperplasia prostática benigna (HPB) em 50% das vezes. LUTS e HPB têm sido associados mais recentemente à síndrome metabólica, a fatores de risco cardiovascular e ao baixo nível de atividade física, porém estas associações são complexas e nãe estão bem esclarecidas. A atividade física para ser adequada deve gerar melhora da aptidão cardiorrespiratória, sendo esta avaliada pelo volume máximo de oxigênio (Vo2max). O objetivo deste trabalho é avaliar a associação do LUTS com Vo2max, flexibilidade, o nível de atividade física e variáveis antropométricas em homens com 50 a 59 anos. PACIENTES E MÉTODOS. Foi realizado um estudo caso-controle no qual o LUTS foi considerado como o desfecho e o Vo2max, a flexibilidade, o nível de atividade física e variáveis antropométricas como a exposição. Foram avaliados 100 homens com idade entre 50 e 59 anos provenientes do ambulatório de especialidades clínicas do Hospital Universitário (HU-CAS) da Universidade Federal de Juiz de Fora, sendo alocados 49 pacientes no grupo caso (com LUTS) e 51 no grupo controle (sem LUTS). Os pacientes passaram pelo seguinte protocolo experimental: anamnese, avaliação do nível de atividade física pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) em sua versão curta, avaliação do LUTS pelo Questionário Internacional de Sintomas Prostáticos (IPSS), avaliação antropométrica com a medida do índice de massa corpórea (IMC), relação cintura quadril (RCQ) e circunferência abdominal. Para a avaliação do Vo2max foi realizado o Polar Fitness Test e para avaliar a flexibilidade foi utilizado o teste de Sentar e Alcançar. RESULTADOS: na análise bi-variada foi identificada associação estatisticamente significativa do LUTS com o nível de atividade física (OR = 0,37, IC95% = 0,16 a 0,84, p= 0,02); com o Vo2max (OR = 0,206, IC95% = 0,086 a 0,495, p<0,001) e com a flexibilidade (OR = 0,309, IC95% = 0,130 a 0,337, p= 0,01). Porém, o modelo multivariado adotado indicou que controlando o efeito da flexibilidade e do nível de atividade física, o Vo2max foi a única variável associada de forma estatisticamente significativa com o LUTS, com Odds ratio ajustada de 0,30 ( IC95% = 0,105 a 0,875, p= 0,027). CONCLUSÃO: Homens com idade entre 50 a 59 anos com Vo2max adequado, têm aproximadamente 70% a menos de chance de desenvolver LUTS.
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LUTS e HPB têm sido associados mais recentemente à síndrome metabólica, a fatores de risco cardiovascular e ao baixo nível de atividade física, porém estas associações são complexas e nãe estão bem esclarecidas. A atividade física para ser adequada deve gerar melhora da aptidão cardiorrespiratória, sendo esta avaliada pelo volume máximo de oxigênio (Vo2max). O objetivo deste trabalho é avaliar a associação do LUTS com Vo2max, flexibilidade, o nível de atividade física e variáveis antropométricas em homens com 50 a 59 anos. PACIENTES E MÉTODOS. Foi realizado um estudo caso-controle no qual o LUTS foi considerado como o desfecho e o Vo2max, a flexibilidade, o nível de atividade física e variáveis antropométricas como a exposição. Foram avaliados 100 homens com idade entre 50 e 59 anos provenientes do ambulatório de especialidades clínicas do Hospital Universitário (HU-CAS) da Universidade Federal de Juiz de Fora, sendo alocados 49 pacientes no grupo caso (com LUTS) e 51 no grupo controle (sem LUTS). Os pacientes passaram pelo seguinte protocolo experimental: anamnese, avaliação do nível de atividade física pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) em sua versão curta, avaliação do LUTS pelo Questionário Internacional de Sintomas Prostáticos (IPSS), avaliação antropométrica com a medida do índice de massa corpórea (IMC), relação cintura quadril (RCQ) e circunferência abdominal. Para a avaliação do Vo2max foi realizado o Polar Fitness Test e para avaliar a flexibilidade foi utilizado o teste de Sentar e Alcançar. RESULTADOS: na análise bi-variada foi identificada associação estatisticamente significativa do LUTS com o nível de atividade física (OR = 0,37, IC95% = 0,16 a 0,84, p= 0,02); com o Vo2max (OR = 0,206, IC95% = 0,086 a 0,495, p<0,001) e com a flexibilidade (OR = 0,309, IC95% = 0,130 a 0,337, p= 0,01). Porém, o modelo multivariado adotado indicou que controlando o efeito da flexibilidade e do nível de atividade física, o Vo2max foi a única variável associada de forma estatisticamente significativa com o LUTS, com Odds ratio ajustada de 0,30 ( IC95% = 0,105 a 0,875, p= 0,027). CONCLUSÃO: Homens com idade entre 50 a 59 anos com Vo2max adequado, têm aproximadamente 70% a menos de chance de desenvolver LUTS.INTRODUCTION. Lower urinary tract symptoms (LUTS) are highly prevalent, occurring in 50% of men over 50 years old and in 90% of men over 80, and is associated with benign prostatic hyperplasia (BPH) in 50% of the cases. LUTS and BPH have more recently been associated with metabolic syndrome, cardiovascular risk factors, and low physical activity level, but these associations are complex and not well understood. Physical activity, to be considered adequate, should generate improved cardiorespiratory fitness, which is assessed by maximal oxygen uptake (VO2max). The objective of this study is to evaluate the association of LUTS with VO2max, flexibility, physical activity level, and anthropometric variables in men aged 50 to 59 years. PATIENTS AND METHODS. We conducted a case-control study in which LUTS was considered as the outcome and VO2max, flexibility, physical activity level, and anthropometric variables as the exposure variables. We evaluated 100 men aged between 50 and 59 years from the outpatient specialty clinics of the University Hospital (HU-CAS), Federal University of Juiz de Fora, assigning 49 patients to the case group (with LUTS) and 51 to the control group (without LUTS). The patients underwent the following experimental protocol: anamnesis, physical activity level assessment using the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) in its short version, LUTS assessment using the International Prostate Symptom Score (IPSS) Questionnaire, anthropometric assessment measuring body mass index (BMI), waist-to-hip ratio (WHR), and waist circumference. For the assessment of VO2max, the Polar Fitness Test was performed, and to assess flexibility, the Sit and Reach test was used. RESULTS: In bivariate analysis a statistically significant association was identified for LUTS with physical activity level (OR = 0.37, 95% CI = 0.16 to 0.84, p = 0.02); with VO2max (OR = 0.206, 95% CI = 0.086 to 0.495, p <0.001); and with flexibility (OR = 0.309, 95% CI = 0.130 to 0.337, p = 0.01). However, the multivariate model adopted indicated that, controlling for the effect of flexibility and of physical activity level, VO2max was the only statistically significant variable associated with LUTS, with an adjusted odds ratio of 0.30 (95% CI = 0.105 to 0.875 , p = 0.027). CONCLUSION: Men aged 50 to 59 years, with adequate VO2max, have approximately a 70% less chance of developing LUTS.Submitted by isabela.moljf@hotmail.com (isabela.moljf@hotmail.com) on 2017-08-11T12:24:29Z No. of bitstreams: 1 cristianodasilvabrum.pdf: 18446282 bytes, checksum: 7310bb73832b9312a18b83babb7d931d (MD5)Approved for entry into archive by Adriana Oliveira (adriana.oliveira@ufjf.edu.br) on 2017-08-11T13:00:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 cristianodasilvabrum.pdf: 18446282 bytes, checksum: 7310bb73832b9312a18b83babb7d931d (MD5)Made available in DSpace on 2017-08-11T13:00:25Z (GMT). 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